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	<title>Comentários sobre: Experiência não é algo que sentimos, e sim algo que fazemos</title>
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	<description>Paranormal e Ufologia sem ofender sua inteligência</description>
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		<title>Por: Pedro</title>
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		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 23:00:00 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente artigo e, de fato, Skinner já antecipava tudo isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo e, de fato, Skinner já antecipava tudo isso.</p>
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		<title>Por: Marcos</title>
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		<dc:creator>Marcos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2011 17:13:13 +0000</pubDate>
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		<description>Correção:

B.F. Skinner sempre defendeu que o ver, o ouvir, o sentir, e etc.. São comportamentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Correção:</p>
<p>B.F. Skinner sempre defendeu que o ver, o ouvir, o sentir, e etc.. São comportamentos.</p>
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		<title>Por: Marcos</title>
		<link>http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos#comment-147250</link>
		<dc:creator>Marcos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2011 17:12:26 +0000</pubDate>
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		<description>A abordagem desse autor se parece muito com a abordagem dada pelos behavioristas radicais e a complementa mostrando evidências empiricas.

B. F. Skinner sempre defendeu que o ver era um comportamento e não uma sensação. 
Assim como o imaginar se compoem pelo comportamento de ver &quot;na ausencia da coisa vista&quot; ou seja, não é algo mental que acontece quando você imagina algo, mas é apenas o seu comportamento de ver acontecendo na ausência do estímulo discriminativo e do reforçador sensorial (o objeto da visão).

Te convido a dar uma visita no meu blog Kentaro.

http://analisefuncional.livrespensadores.org/

Lá eu discuto sobre a filosofia, Psicologia e Ciência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A abordagem desse autor se parece muito com a abordagem dada pelos behavioristas radicais e a complementa mostrando evidências empiricas.</p>
<p>B. F. Skinner sempre defendeu que o ver era um comportamento e não uma sensação.<br />
Assim como o imaginar se compoem pelo comportamento de ver &#8220;na ausencia da coisa vista&#8221; ou seja, não é algo mental que acontece quando você imagina algo, mas é apenas o seu comportamento de ver acontecendo na ausência do estímulo discriminativo e do reforçador sensorial (o objeto da visão).</p>
<p>Te convido a dar uma visita no meu blog Kentaro.</p>
<p><a href="http://analisefuncional.livrespensadores.org/" rel="nofollow">http://analisefuncional.livrespensadores.org/</a></p>
<p>Lá eu discuto sobre a filosofia, Psicologia e Ciência.</p>
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		<title>Por: Michely</title>
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		<dc:creator>Michely</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 23:45:59 +0000</pubDate>
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		<description>ótimo artigo. é o segundo deste site que uso, e minha professora gostou muito. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ótimo artigo. é o segundo deste site que uso, e minha professora gostou muito. :)</p>
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	<item>
		<title>Por: Neuroaventura &#124; Projeto Medith</title>
		<link>http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos#comment-119527</link>
		<dc:creator>Neuroaventura &#124; Projeto Medith</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 15:37:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] <a href="http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos" rel="nofollow">http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos</a> [...]</p>
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		<title>Por: Rodrigo</title>
		<link>http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos#comment-118042</link>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 22:36:35 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pela tradução e veiculação do artigo. O artigo é muito interessante mesmo. Os trabalhos do O&#039;Reagan e Noë são das melhores tentativas para começarmos a entender o problema da experiência consciente, principalmente ao nos conscientizar como a experiência é fragmentária e pobre, mas parecemos não perceber isso. Juntamente com as idéias de gente como o Humberto Maturana e do finado Francisco Varela que ajudaram a inserir a enação/incorporação nos estudos de cognição e cérebro humano, estes e outros autores deveriam ser melhor conhecidos e mais divulgados. Essas abordagens situadas e sensorio-efetoras trazem um complemento necessário aos trabalhos de modelagem e registro da dinâmica cerebral. 

	O fato de que, de certa forma, nossa experiência consciente seja uma ilusão (não no sentido que ela não exista, mas no de que ela seja algo bem diferente do que imaginamos e de como nos referimos a ela com nossa linguagem) pode ser a chave para desbaratar esta questão. A corporalidade (o fato de estarmos intimamente manipulando nossas sensações através da manipulação de nosso corpo, desde a atenção visual, movimentos sacádicos e até através de nossos movimentos relativos de cabeça e do corpo como um todo, me parecem um das idéias mais interessantes nas neurociências e das ciências cognitivas das ultimas décadas. A visão de que perceber e experimentar são habilidades ou mesmo possibilidade e familiaridade de ação deve ser levada mais a sério pelos cientistas e filósofos modernos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pela tradução e veiculação do artigo. O artigo é muito interessante mesmo. Os trabalhos do O&#8217;Reagan e Noë são das melhores tentativas para começarmos a entender o problema da experiência consciente, principalmente ao nos conscientizar como a experiência é fragmentária e pobre, mas parecemos não perceber isso. Juntamente com as idéias de gente como o Humberto Maturana e do finado Francisco Varela que ajudaram a inserir a enação/incorporação nos estudos de cognição e cérebro humano, estes e outros autores deveriam ser melhor conhecidos e mais divulgados. Essas abordagens situadas e sensorio-efetoras trazem um complemento necessário aos trabalhos de modelagem e registro da dinâmica cerebral. </p>
<p>	O fato de que, de certa forma, nossa experiência consciente seja uma ilusão (não no sentido que ela não exista, mas no de que ela seja algo bem diferente do que imaginamos e de como nos referimos a ela com nossa linguagem) pode ser a chave para desbaratar esta questão. A corporalidade (o fato de estarmos intimamente manipulando nossas sensações através da manipulação de nosso corpo, desde a atenção visual, movimentos sacádicos e até através de nossos movimentos relativos de cabeça e do corpo como um todo, me parecem um das idéias mais interessantes nas neurociências e das ciências cognitivas das ultimas décadas. A visão de que perceber e experimentar são habilidades ou mesmo possibilidade e familiaridade de ação deve ser levada mais a sério pelos cientistas e filósofos modernos.</p>
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		<title>Por: Robespierre</title>
		<link>http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos#comment-112815</link>
		<dc:creator>Robespierre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 18:15:06 +0000</pubDate>
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		<description>Essa abordagem é bem interessante e pode muito bem estar correta,uma vez que corrobora com o fato, bem conhecido mas que ele não menciona, de não lermos detalhadamente cada letra em uma frase mas apenas as primeiras e últimas letras caso estejam na ordem correta. Ou seja ,ecorremos à memória do que deveria estar escrito e apenas quando vemos uma difereça no geral partimos para analisar erros específicos.
Eu penso (e foi o motivo de ter escrito este comentário) que, se for verdade esta teoria, nada mais faz do que provar que a máquina humana é mais simples e a natureza mais engenhosa do que se acreditava, uma vez que este novo processo gastaria menos energia e exige menos complexidade. 
Além disso, leva a implicações em informática, aonde podemos simular em um robô que pode deixar de checar a se o que está captando é exatamente igual ao que tem em memória, para partir com menos dados básicos, para o que deveria ser (mesmo correndo o risco de se tornar tão falho quanto um humano). Como por exemplo o software de reconhecimento de rosto com poucos pontos.

Itnemzilefee anugls serfom no ptnemasneo, o mmseo tpio de iãsulo erobma ncnua pebecram, puqroe nagem a rdadilaee...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa abordagem é bem interessante e pode muito bem estar correta,uma vez que corrobora com o fato, bem conhecido mas que ele não menciona, de não lermos detalhadamente cada letra em uma frase mas apenas as primeiras e últimas letras caso estejam na ordem correta. Ou seja ,ecorremos à memória do que deveria estar escrito e apenas quando vemos uma difereça no geral partimos para analisar erros específicos.<br />
Eu penso (e foi o motivo de ter escrito este comentário) que, se for verdade esta teoria, nada mais faz do que provar que a máquina humana é mais simples e a natureza mais engenhosa do que se acreditava, uma vez que este novo processo gastaria menos energia e exige menos complexidade.<br />
Além disso, leva a implicações em informática, aonde podemos simular em um robô que pode deixar de checar a se o que está captando é exatamente igual ao que tem em memória, para partir com menos dados básicos, para o que deveria ser (mesmo correndo o risco de se tornar tão falho quanto um humano). Como por exemplo o software de reconhecimento de rosto com poucos pontos.</p>
<p>Itnemzilefee anugls serfom no ptnemasneo, o mmseo tpio de iãsulo erobma ncnua pebecram, puqroe nagem a rdadilaee&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: JC</title>
		<link>http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos#comment-111301</link>
		<dc:creator>JC</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 16:06:37 +0000</pubDate>
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		<description>Não consegui entender o que esse artigo deseja comprovar...
Não vi comprovação de nada... apenas do óbvio... que só olhamos no mundo aquilo que desejamos olhar...
Neste caso... o ceticismo analisa o mundo ceticamente.... perfeitamente correto... MAS... e as outras visões experimentadas por tantos outros?
E a psicologia junguiana, que aborda todas as formas que são ditas pseudociências, de forma absolutamente científica? E as teorias conceituadíssimas do mitólogo Joseph Campbell, que aborda o substrato psíquico de onde vem todas as imagens mitológicas, místicas e espirituais?
Meus amigos céticos... quem sabe vocês não precisam melhorar os movimentos dos seus olhos mais do que qualquer outra pessoa?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não consegui entender o que esse artigo deseja comprovar&#8230;<br />
Não vi comprovação de nada&#8230; apenas do óbvio&#8230; que só olhamos no mundo aquilo que desejamos olhar&#8230;<br />
Neste caso&#8230; o ceticismo analisa o mundo ceticamente&#8230;. perfeitamente correto&#8230; MAS&#8230; e as outras visões experimentadas por tantos outros?<br />
E a psicologia junguiana, que aborda todas as formas que são ditas pseudociências, de forma absolutamente científica? E as teorias conceituadíssimas do mitólogo Joseph Campbell, que aborda o substrato psíquico de onde vem todas as imagens mitológicas, místicas e espirituais?<br />
Meus amigos céticos&#8230; quem sabe vocês não precisam melhorar os movimentos dos seus olhos mais do que qualquer outra pessoa?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Você acredita em tudo que vê? &#171;</title>
		<link>http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos#comment-111292</link>
		<dc:creator>Você acredita em tudo que vê? &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 15:01:47 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Experiência não é algo que sentimos, e sim algo que fazemos [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Experiência não é algo que sentimos, e sim algo que fazemos [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jesa Nideck</title>
		<link>http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/2146/experincia-no-algo-que-sentimos-e-sim-algo-que-fazemos#comment-110880</link>
		<dc:creator>Jesa Nideck</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:51:52 +0000</pubDate>
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		<description>MAIS UMA TEORIA CÉTICA que tem algo a ver com as observações materiais, mas que tentam negar o espírito mascaradamente, que argumento fraco para tentar provar a inexistencia da consciência que comanda e que habita o ser carnal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MAIS UMA TEORIA CÉTICA que tem algo a ver com as observações materiais, mas que tentam negar o espírito mascaradamente, que argumento fraco para tentar provar a inexistencia da consciência que comanda e que habita o ser carnal.</p>
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