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Farsa de Jucelino da Luz exposta pelo Fantástico

Imagens do tubarão-cobra e celacanto, “fósseis vivos”

2 de outubro de 2007 Comments (22) Views: 3347 Ceticismo, Fortianismo

Antigos egípcios: “reformadores das pirâmides atlântidas”?


Vejam a imagem acima. A legenda “Hieroglifos” está sobre as câmaras superiores à “Câmara do Rei”, que estavam fechadas e inacessíveis — só foram descobertas no século XIX quando as passagens foram dinamitadas. Nestas câmaras, como diz a legenda, há hieróglifos com o nome do faraó “Queóps” dispostos entre os blocos de pedra, isto é: tais hieróglifos só podem ter sido inscritos nos blocos durante a construção da pirâmide. Veja a imagem de um deles:

É a assinatura na Grande Pirâmide (mais sobre as inscrições aqui e aqui). Pois bem, há uma outra legenda na imagem no início deste post. Ela diz “Reforma”.

Porque é esta a proposta de Marcelo Del Debbio, segundo o qual:

“existem inscrições dentro das pirâmides … , mas, como eu disse no meu texto, os grafitti foram feitos milhares de anos DEPOIS da construção das pirâmides. As pirâmides foram construídas por volta de 11.000 AC e os grafittis foram feitos por volta de 4.000 AC. Agora, se foram feitos pelos “reformadores das pirâmides atlântidas” ou se foram feitos pelos “construtores da tumba do faraó”, cada um que julgue por si mesmo e acredite no que quiser”.

Sim, toda a área indicada pelo gradiente vermelho teria sido uma reforma dos egípcios feita em 4.000 AC em pirâmides originalmente construídas por atlantes em 11.000 AC. Não acho que seja necessário fazer qualquer comentário adicional sobre a idéia: que “cada um que julgue por si mesmo e acredite no que quiser”.

Del Debbio também replicou insistindo que “movimento dos planetas é perfeito”, mencionando “uma lista com efemérides calculadas para cerca de 6.000 anos, com precisão absoluta da posição de cada planeta em décimos de grau“. Precisão absoluta de décimos de grau é um oxímoro, não existe. E, como notamos, a própria lista que ele menciona apóia o que criticamos em suas teorias, que é o fato de que “em períodos de tempo muito longos, ou mesmo mais curtos mas dependentes de vários fatores …, os movimentos celestes podem acabar respondendo de forma imprevisível”. Explico.

A lista indicada é baseada neste programa, que declara sua (im)precisão com relação a catálogos estabelecidos:

“Com os planetas interiores, Standish mostra que entre 1600-2160 há uma diferença máxima de 0,1-0,2″ … Com os planetas exteriores, os diagramas de Standish mostram que há grandes diferenças de vários ” por volta de 1600, … Com a Lua há uma diferença que aumenta 0.9″/cty2 entre 1750 e 2169. Vem primariamente dos erros em LE200″.

Para efeitos práticos, estas são precisões fenomenais, mas não são precisões absolutas. E esta não é apenas uma objeção tola: embora haja enorme precisão para cálculos celestes ao longo de milhares de anos, a humanidade como espécie existe há mais de uma centena de milhar de anos, a vida existe sobre o planeta há alguns bilhões de anos, e o Universo tem algo em torno de 13 bilhões de anos. A precisão de cálculos celestes ao longo mesmo de milhões de anos já se torna significativamente imprecisa, e na casa dos bilhões, é quase completamente imprecisa em escalas terrestres. Del Debbio, curiosamente, acredita em um mito de infalibilidade e precisão científica que a própria não clama para si. Isto é, pseudociência.

Também há menções à “energia mais sutis da sincronicidade” — as quais não iremos nem tentar contestar — e ao alinhamento de monumentos antigos a constelações na data de 10.500 AC, seguindo as idéias de Graham Hancock, sobre as quais indicamos esta leitura. Não é de um cético, mas demole o mito de 10.500 AC. Há outros trabalhos expondo as inúmeras falhas desse mito, incluindo um documentário da BBC: Atlantis Reborn Again.

Note-se por fim que Del Debbio ignorou por completo nossa crítica a suas teorias sobre a Santa Ceia de Da Vinci.

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22 Responses to Antigos egípcios: “reformadores das pirâmides atlântidas”?

  1. MoonChild disse:

    Parabéns pelo excelente trabalho investigativo e senso crítico, além da abordagem bem colocada e imparcial.

  2. Renan disse:

    Mori.. leia o artigo novo do del Debbio (quantos trocadilhos é possível fazer com esse nome?). Simplesmente Hilário.

  3. Carlos Magno disse:

    O materialista somente vê aquilo que deseja ver.

    Será que algum céptico poderia dizer como o monumento da Pirâmide de Queóps, ou Ghiza, foi construída para durar tantos milhares de anos? Que raio de cimento usaram nela que não deixa vestígio algum? Por que causam tantos estupores aos arqueólogos suas perfeitas medidas astronômicas e relações diversas e exatas de tantas efemérides terrestres e cósmicas?

    Por que tantas coincidências de relações astronômicas importantes encontradas noutras pirâmides espalhadas pelo mundo, desde um tempo em que não existiam os “sábios” da astronomia científica?

    Pobres sacerdotes iniciados nas ciências ocultas foram legar tanta sabedoria aos cegos. Sorte mesmo é dos esotéricos sérios que enxergam léguas adiante.

    “Vamo, boiada, tem gente querendo passá!”

  4. Julien disse:

    Poutz, muito fraca a sua tréplica…
    Os faraós reformaram a parte EXTERNA da pirâmide, com os monolitos de 2,5 ton no máximo, e mais a parte inferior que estava parcialmente destruída pelo dilúvio. Isso tudo em 20 anos.
    Eles não construiram todo aquele bloco que vc marcou em vermelho, só arrumaram a casca externa da pirâmide e olhe lá.
    Falar de bilhões de anos pra tentar descaracterizar o que ele colocou sobre a posição dos planetas é forçar demais a barra… E dentro do período de vida humana no planeta, as efemérides que o DD colocou resolvem qualquer posição desejada pela astrologia. É… tem gente que não sabe perder.

  5. Mori disse:

    Julien, as inscrições estão dentro das Câmaras superiores, indicadas pela legenda “Hieroglifos”. E algumas delas adentram os blocos de pedra dos blocos dessas câmaras.

    É impossível que tenham sido feitas sem deslocar todos os blocos até chegar àquelas câmaras.

    Posso admitir sim que se poderia chegar a tais blocos sem remover todos aqueles até a mesma altura — em um formato de V, por exemplo — mas ainda assim seria uma “reforma” extremamente trabalhosa e mesmo absurda.

    Não sei de onde vc tirou a idéia de que só teriam reformado a “casca”. Talvez porque é a única “reforma” que faria sentido?

    Quanto à precisão dos movimentos celestes, novamente se vc ler o que escrevi com atenção, notará que a espécie humana existe há mais de 100.000 anos. A imprecisão dos cálculos astronômicos acima de milhares de anos já se torna relevante — frações de grau aplicadas aos milhões de quilômetros das distâncias celestes já resultam em imprecisões de vários quilômetros. Como vc vai localizar um bebê de outro na maternidade se sua imprecisão chega a vários quilômetros?

    Já a vida na Terra existe há bilhões de anos, mesmo os vertebrados existem há centenas de milhões de anos. Notar isso não é “forçar a barra”. Só o ser humano possui “karma”? Não é nisso em que os orientais acreditam. Eu sei, eu sou japonês e fui criado como budista.

    Isso sem levar em conta cálculos relativísticos, e a mágica da “energia da sincronicidade”, que deveria ser uma interação superluminal, não-local, para viabilizar o que ele sugere. Mas eu nem abordei tais problemas. Apenas notar que acreditar em uma “precisão absoluta” dos astros é um mito é suficiente.

    Pergunte a um astrônomo. Assim como basta perguntar a um egiptólogo se ele teria dúvidas de que a Grande Pirâmide foi construída por Queóps, e como ele acha que se explicam as inscrições descobertas por Vyse.

    Teorias devem ser apoiadas por fatos, não ignorá-los e distorcê-los.

  6. Carlos Magno disse:

    Mori:

    Já nem vou abordar o assunto da Pirâmide, pois ao crítico irredutivel jamais haverá argumento convincente. É como leis. O advogado sempre acha uma brecha para tirar vantagens, pois nem tudo o que se escreve se torna algo irreprensível. São as limitações do vocabulário, da linguagem, a dificuldade de prever todas as situações; é o exercício da dialética sobre argumentos baseados noutros e noutros que se queiram apor somente para contestar. Não há como convencer ao cético, é perda de tempo argumentar. É ilógico. Ponto final.

    Mas não pude resistir ao ler a bobagem que você escreveu acerca do carma. Pois saiba que não só os humanos possuem carma, a natureza toda é cármica, os reinos todos são cármicos, todas as espécies são cármicas. Pelo simples fato de que evoluem dentro de padrõs de trocas quantitativas que as miríades de vida exercitam até ao exarar de valores qualitativos. Há quantidades e qualidades em todos os reinos, é facil observar isto. Até as vidas microscópicas possuem carma.

    Carma, por sinal quer dizer ação, movimento, causa e efeito, vem do sânscrito Karma ou Karman, língua clássica dos Brâmanes da Índia.

    O homem difere dos três reinos anteriores justamente pelo fato de sua consciência avançar no racional. Os animais, na grande maioria andam de quatro, posicionam a coluna vertebral horizontalmente, absorvem faixas de energias inferiores, o que não acontece com o homem que já é bípede, tem a cabeça no lugar mais alto do modelo físico e absorve pelo cérebro energias superiores.

    Se alguém argumentar que carma é unicamente punição não chegará a conclusão alguma. O carma não é fator punitivo é, principalmente, evolutivo. O carma se ajusta às ações conscientes ou inconscientes, instintivas ou racionais. O carma está integrado ao movimento evolutivo cósmico. Não há punições, repito, há ajustes.

    O sistema solar inteiro avança tanto fisicamente ao se deslocar no cosmos, quanto em sucessivas situações internas ao trabalhar novas energias provindas de outros sistemas solares, num maravilhoso conjunto com todos os demais universos. Isto de vários modos é carma evolutivo e sobrepõe-se a todas as outras alternâncias, mesmo considerando-se o sofrimento uma via expiativa. É somente o que eu desejava sucintamente dizer.

  7. Mori disse:

    Carlos, que a Grande Pirâmide foi construída pelo faraó Queóps é um fato, realmente hoje não há o que discutir. A menos que você seja um egiptólogo e tenha evidência extraordinária que passe pelo crivo de outros especialistas no assunto.

    Sobre o karma, peço que releia o que escrevi, porque estava justamente argumentando que o conceito original de karma realmente não se limita ao ser humano. Não seria “forçar a barra” falar em milhões de bilhões de anos se você acredita em tal conceito.

    Logo, a idéia de “engenheiros de karma” se valerem de mecanismos celestes imprecisos é fundamentalmente inviável.

  8. Mori disse:

    Acima-se, leia-se “milhões E bilhões de anos”. Milhões DE bilhões de anos realmente é uma escala de tempo, até onde sabemos, superior à existência do Universo conhecido.

  9. Carlos Magno disse:

    Mori:

    Inicialmente a Grande Pirâmide:

    – Não está absolutamente provado que a Pirâmide de Gize foi construída pelo faraó Keops. Há dados imprecisos sobre isto. Keops foi da 5a dinastia, portanto há aproximadamente 5.500 anos. Pesquisadores e arqueólogos jamais chegaram a um consenso. Há certas situações energéticas na Grande Pirâmide que impedem a avaliaçãa perfeita através de diversos métodos ou instrumentos, inclusive pelo Carbono 14.

    – Há suposições que nos remetem há 10.000 ou mais anos da construção. A idade mais aceita da Grande Pirâmide seria de mais ou menos 6.500 anos; assim esta cifra não poderia encaixar-se na 5a dinastia. A saga continua e a ciências físicas não conseguem provar definitivamente suas teorias.

    Na questão do carma, entendi que você ironizava os budistas, mesmo tendo sido um. Responda-me, por favor,considerando suas citações:

    1. Seus conceitos de vida ainda são budistas?
    2. Qual budismo você pertenceu?

    Se não for abuso de minha parte, explique-me seu atual conceito sobre Deus, carma e reencarnação. Preciso entender a linha de seu raciocínio, uma vez que seus textos me demonstram uma mente materialista.

    Ah, sim, você diz que a espécie humana existe há mais de 100.000 anos. Quantos, mais ou menos? Nos meus cálculos o genêro humano existe há pelo menos 15.000.000 de anos.

  10. Carlos Magno disse:

    Perdão pelo erro crasso. Keops foi da 4a. dinastia. Entretanto, as cifras são as mesmas citadas por mim.

  11. Mori disse:

    Sobre o karma, eu apenas notei que os orientais não acreditam que ele se resume apenas ao ser humano, não estava ironizando.

    Respondendo a suas perguntas, não sou mais budista. Pertenci a uma vertente budista do monge Nitiren.

    Sou ateu, penso que o “karma” se entendido de forma extremamente ampla (como o “Deus de Spinoza”) é um conceito interessante, já a reencarnação enfatiza por definição uma dualidade entre matéria e espírito, o que não me agrada. Sou sim “materialista”.

    Se vc pensa que a espécie humana existe há 15 milhões de anos e que não há evidências suficientes de que a Grande Pirâmide foi construída por Queóps, então tem idéias contrárias ao consenso científico embasado por inúmeras evidências nestas questões.

    Sugiro que organize e apresente sua evidência à comunidade científica.

  12. Carlos Magno disse:

    Apresentar evidências à comunidade científica? Quem são eles para dizer que tudo existe de acordo com suas pesquisas? Não me faça rir, amigo.

    As ciências estão cansadas de passar pelo vexame de desdizer inúmeras coisas que peremptóriamente disseram. A astronomia, então, pode ser dividida em duas fases distintas: antes da astronautica e do Hubble e depois. Quantos erros foram preciso corrigir! E quantos ainda omitem por vergonha de reconhecer afirmações milenares dos esotéricos!

    Há grandes materialistas navegadores na maionese e charlatões nas ciências que induzem incautos. Saber calcular distâncias, inventar fórmulas e usar terminologias com nomes empolados não convence ninguém de bom senso que o mundo é só matéria. Os cientistas de hoje, os bons e verdadeiros, devem muitíssimo aos esotéricos e ocultistas de outrora, embora não desejem a isto reconhecer.

    O Deus do Spinoza era IHVH, pois ele era judeu. Prefiro ao Deus Brahman, que Buda reconhecia como força universal e o Deus Brahma, o Demiurgo dos gnósticos, criador do universo visível, ou sistema solar.

    Interessante sua posição Mori. De budista a materialista. De estudioso do mundo das causas a defensor unicamente do mundo dos efeitos.

    À propósito, aqueles alemães da acunpuntura são paraguaios. Se tiver tempo farei pesquisa semelhante e com toda a certeza acharei resultados diferentes. Há muitos interesses envolvidos em tudo. Tolo quem acreditar em meia dúzia de pseudo cientistas com uma prancheta na mão fazendo perguntas capciosas.

    Aliás, por falar em ceticismo, estou pensando em criar um blog que chamaria “Desmascaramento dos “”desmascaradores”” do charlatanismo”, pois têm um bocado de oportunistas por ai nesta internet. Gente com conceitos esotéricos (sem muita convicção, diga-se) que se finge de materialista e materialista que se finge de esotérico, somente para ser notícia e por causa “de la plata”.
    Que acha, não é uma boa idéia?

  13. Mori disse:

    Carlos, se vc não dá _nenhum_ crédito à comunidade científica, então não acho que seja possível discutirmos razoavelmente. Concordemos em discordar.

    Cordial e sincero abraço.

  14. Carlos Magno disse:

    Mori:

    Você também não é razoável com os argumentos esotéricos da mesma forma como cobra para a comunidade científica. Não lhe parece um posicionamento unilateral e categórico, somente profissional?

    Talvez ainda o importune se o blog continuar a generalizar todo o esotérico como um estúpido. Abraço.

  15. […] só faz sentido, como há farta evidência de que tudo ocorreu mesmo assim, do nome do faraó Queóps incrustrado na Grande Pirâmide, às vastas cidades e mesmo cemitérios dos trabalhadores voluntários ao redor […]

  16. sabrina disse:

    Eu sou uma pessoa que gosta muito de saber de tudo sobre o Egito antigo, principalmente sobre as pirâmides, e eu tenho um sonho que é de um dia ir e visitar as piramides e saber tudo sobre elas, ha muito tempo eu venho pesqisando já sobre elas e sobre os templos, etc…
    Eu gostei muito desse artigo e creio que o meu sonho vai se realizar quero dar os meus parabens a esse artigo.

    Parabéns!

  17. […] como as várias inscrições com o nome de Quéops em uma câmara fechada no coração da obra, aberta apenas com dinamite, este é mais um detalhe […]

  18. Spammer disse:

    Há um detalhe que não parece estar contido nesta discussão.
    Existe uma controvérsia sobre os tais “hieroglifos” encontrados por Howard Vyse.
    Vyse era um explorador famoso, bancado por ricos ingleses, e que não estava conseguindo NADA de realmente importante em sua excavação na grande piramide. Explodir câmaras cuja existência já eram conhecidas não era exatamente uma descoberta.
    Aí, de repente, no último dia da expedição, que teria seus fundos cortados, Vyse descobre os “hieroglifos”, contendo um nome que se atribui a “Queops”.
    Seu nome foi então celebrado e ganhou mais financiamento.
    No entanto, já na época, alguns linguistas apontaram “erros grosseiros” no tal hieroglifo, erros gramaticais.
    De uma maneira muito engraçado, os mesmissimos erros gramaticais haviam sido encontrados em uma “gramática egípcia” publicada no ano anterior, cujo volume Vyse detinha e utilizava.
    Em suma, perco meu tempo escrevendo neste site, que não irá considerar meu comentário, pois o cético é, por definição, um contraproducente em relação à copnhecimento, para dizer que os tais “hieroglifos” foram produzidos por VYSE, e não são datados da época da construção da piramide. :)

    Resposta: Você não perderá seu tempo se visitar os links indicados no texto que comentou, que esclarecem que essa “controvérsia” é na verdade em si mesmo uma fraude do charlatão Zecharia Sitchin. Os hieroglifos não contêm erros, são vários e autênticos, reconhecidos como tal mesmo por Graham Hancock, um vendedor de mistérios que é um dos autores da teoria de 10.500AC.

  19. Shjarr disse:

    Polêmico esse assunto, mas mesmo lendo os sites citados e as demais referências continuo considerando uma fraude aqueles hieróglifos, independente do fato de quando, como e por quem as pirâmides foram construídas. Parecem inscrições num estilo pobre e mal feitas e, na minha opinião, ridiculamente desproporcionais à importância do fato.

    O faraó que tivesse construído ou reformado essa pirâmide teria pintado (ou entalhado) todas as câmaras, passagens e paredes (ocultas ou não) com hieróglifos contendo seu nome e engrandecendo seus feitos e seus deuses, aliás como sempre faziam em outros monumentos. Mas não é o que acontece. Apenas uma inscrição ridícula numa câmara lacrada que só pôde ser vista após terem dinamitado a entrada. Ilógico, na minha opinião. Não combina com o comportamento costumeiro daquelas pessoas.

    Nos templos, obeliscos, tumbas, sarcófagos, pilastras, paredes, bustos, estátuas, vasos, etc. está tudo repleto de hieróglfos, não há espaço para se desenhar ou escrever mais nada. Eles adoravam pintar ou entalhar hieróglifos em tudo que era parte.

    Como se sabe, essas expedições eram bancadas por milionários que queriam resultados. Fato semelhante ocorreu com Howard Carter que não encontrava nada significativo, até que, depois de exaustivas buscas, tirou a sorte grande e, de fato, encontrou a maravilhosa tumba de Tutankhamon.

    Também me vem à mente um trecho de um livro que me emprestaram chamado “Antes dos Tempos Conhecidos” de Peter Kolosimo. Nesse livro, o autor comenta sobre um certo “egiptologista”, convencido de que as medidas internas da Grande Pirâmide formavam um calendário, podendo ser usado para constatar fatos do passado e prever acontecimentos do futuro. Pena que o tal “egiptlogista” foi flagrando literalmente limando uma laje ou algo assim para que as medidas se adequassem às suas teorias.
    Infelizmente, o livro foi devolvido ao dono e não me lembro do nome do tal “egiptologista”.

    Mas, ao que me parece, o Sr. Vyse era adepto dessas “técnicas”.

  20. matheusCHCH disse:

    Cétiquinhos de plantão.
    Afinal no que vocês acreditam? Recomendo uma que outra leitura na área de teoria dos sistemas.

    Vocês são demasiados cartesianos, dividem tudo em pedaços arbitrariamente e tratam das partes, como se tudo fosse um sistema fechado uma máquina, um relógio. Para abrir um pouco as perspectivas recomendo leituras sobre teorias dos sistemas, sistemas abertos, auto-organização, hierarquias não lineares, homeostase, paradigma da complexidade… E principalmente a diferença entre uma máquina que continua existindo sem sua energia, e um sistema como o solar ou uma galáxia, ou um ser humano, que é dinâmico e depende de um fluxo o qual os modelos teóricos de vocês não foram feitos para e não se propõe a analisar.

    Quem perderia tempo pra construir algo tão imenso e preciso quanto as pirâmides sem um motivo prático apoiado em fenômenos comprovados.É evidente que se trata de tecnologia de ponta, a qual céticos de plantão por se encontrarem num tal século 21 pensam que podem avaliar com lógica cartesiana e dizer que isso ‘non ecziste’. Vocês são preconceituosos demais com qualquer coisa vocês querem provar o que com tudo isso? Evoluir como com isso? A luta para acabar com as crendices e pseudociências está lhes custando o bom senso, e acabem caindo de cabeça no senso comum.

    Parece que querem fazer o Del Debbio ser um charlatão para o grande público, mas provavelmente a massa já pensa assim, deixem que a mass-media se ocupe de boçalizar as pessoas. Não vejo sentido no que fazem, só vejo uma tentativa de “método científico” frustrada e gente que se diz cética mas que deve ter um modelinho de funcionamento do cosmo que dá dó nas suas mentes.

    Mas lembrando, tudo isso é só uma opnião, têm outros caras que tem outras opniões.

  21. Rob disse:

    A Construção das Grandes Pirâmides
    Em 2480 a.C. não havia nada a ser visto no deserto do Saara, nada além de uma imensidão de areia. Mas tudo estava prestes a mudar. Milhares de homens desembarcaram aqui vindos de todas as províncias do antigo Egito. Extraíram milhões de toneladas de pedras e arrastaram-na pelo deserto. Tudo para a construção do túmulo do Rei Queops. Construído conforme a crença em um código secreto e em seu poder de milagre. Por mais de 4000 anos a humanidade considerou este um dos maiores mistérios da Terra e a única das 7 maravilhas do mundo ainda preservada.
    Agora podemos desvendar o mistério de um jeito nunca antes revelado. Como as descobertas históricas e o uso de uma moderna tecnologia visual, podemos voltar no tempo e ver a Grande Pirâmide de Gizé através dos homens que a construíram, a de 1 homem em especial. Ele não é um conhecido personagem histórico, mas o relato de sua vida é baseado em fatos reais. Desde as suas jornadas as roupas que usava e a grandiosidade do trabalho que realizou. Seu nome é Nath, e esta é a sua história e a da obra para a qual devotou a sua vida.
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    Legendado
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    Formato: Avi
    Qualidade: Boa
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