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O pesquisador Robert Bernatowitcz, da
Fundação Nautilus na Polônia, enviou a série
de cinco imagens ao
projeto FOTOCAT. Foram tomadas por T.
Maciej e um amigo, Zbyszek, quando
regressavam de automóvel de uma festa de
casamento por volta das 12:30 da manhã. Segundo
o relato, o veículo parou sem causa aparente
(Maciej seria mecânico por profissão), assim
como um micro-ônibus que seguia logo atrás. Os
dois veículos ficaram parados em torno de vinte
minutos, e durante oito minutos avistaram os
movimentos de um OVNI próximo, enquanto sentiam
um forte vento.
[do
blog do projeto FOTOCAT]

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Comentário: O
reflexo do chão no suposto OVNI denuncia seu
pequeno tamanho e proximidade. O objeto tem toda
a aparência de duas tigelas de alumínio
(para salada e afins) unidas nas bordas com
fita e papel alumínio (note as bordas
mal-feitas).

O blog FOTOCAT divulgou posteriormente um
relatório da Fundação Nautilus sobre o
caso. A hipótese prosaica das tigelas lançadas
ao ar foi testada, e segundo Wojciech
Bobilewicz, não foi um grande sucesso:
"As tigelas que estávamos arremessando
ficaram terrivelmente sujas com a terra que
atingiam com força considerável. No final,
continham muitos sinais de 'contatos
imediatos com o chão' ... não fomos capazes
de lançá-las próximo o bastante para tomar
uma imagem. Mais um detalhe: enquadrar as
imagens de forma similar às originais
rapidamente provou ser inútil já que o
objeto... mal era visível! O objeto
consistindo de duas tigelas de 21
centímetros era apenas um ponto brilhante
contra o fundo escuro e isto foi
provavelmente a maior surpresa aos
participantes do experimento. Ambos
'lançadores', apesar dos conselhos, apelos e
instruções, não foram capazes de jogar as
tigelas sequer uma vez de forma que as
bordas unidas permanecessem horizontais no
ar".
O blog também citou os comentários do físico
Nick Balaskas, a quem o caso permanecia
extremamente suspeito, e os reflexos visíveis de
fato confirmavam seu pequeno tamanho. Balaskas
notou
um caso fotográfico similar em Poznan,
também na Polônia, divulgado pouco depois e
possivelmente envolvendo o mesmo uso de tigelas.
Talvez o insucesso dos pesquisadores do
Projeto Nautilus em reproduzir as
fotografias se deva a que seus lançadores sejam
especialmente desajeitados. As tigelas usadas
também podem ter sido excessivamente pesadas, ou
com uma junção pouco robusta. Ou talvez as
tigelas unidas sejam mantidas no ar, ou tenham
ao menos seu peso reduzido, com o uso de balões
de hélio em seu interior. Novos testes destas
sugestões seriam necessários.
Como está, temos um objeto voador
não-identificado com a aparência e tamanho de
duas tigelas grudadas. Resta saber como (hélio?)
e por que (fraude?) estavam voando.
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