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“Cegueira de Escolha” e como enganamos a nós mesmos

Misterios del Aire

29 de outubro de 2005 Comments (0) Views: 768 Ufologia

Niels Cristiansen, espião nazista

“A EXISTENCIA DOS DISCOS VOADORES É INCONTESTAVEL”
Fala à reportagem sobre o engenho de guerra Niels Cristiansen, espião nazista
Publicado na Folha da Manhã, quinta-feira, 16 de março de 1950
RIO, 15 – “Os discos voadores são uma realidade. Trabalhei, em 1940, na construção deles” – declarou à reportagem de um vespertino Niels Cristiansen, cientista que ajudou a desenhar o primeiro engenho de guerra dessa natureza. Engenheiro mecanico, formado pela Universidade de Breslau, na Alemanha, Cristiansen encontra-se atualmente preso na Penitenciaria Central do Distrito Federal, cumprindo a pena de 30 anos, que lhe foi imposta por crime de espionagem. O aludido cientista possui mais de cem patentes de invenções, tendo trabalhado nos laboratorios alemães nas guerras de 14 e 39. Durante o ultimo conflito, desempenhou as funções de assistente-chefe dos laboratorios de pesquisas, situados nas proximidades de Stettin, cidade onde foram manipulados os mais importantes engenhos de guerra do III Reich.
Continua: Banco de dados Folha

Nota bizarra de 1950 relacionada ao mito dos UFOs nazistas. A menção a Stettin parece estar ligada também ao fictício Miethe — vide a menção a respeito no trabalho de McClure. Curiosamente, McClure cita uma suposta entrevista com Miethe publicada na França em 1952, em que Miethe comenta “recentes relatos brasileiros de discos voadores e sua opinião de que se são vistos discos voadores, então eles seriam russos – construídos a partir do conhecimento dos três colegas capturados dele”. Basicamente a mesma história que Cristiansen contou à Folha em 1950. Esta página em espanhol parece confirmar a relação entre nosso Christiansen e Miethe. Um confirma a história do outro, ao menos.

Já que o mito dos UFOs nazistas faz relativo sucesso na ufologia brasileira, uma sugestão é que aproveitem a experiência com a Aeronáutica e façam uma campanha para que o Exército brasileiro enfim revele que os discos voadores são movidos a “petroleo ou a alcool e usam oxigenio liquido. Trabalham a jacto-propulsão”, como Cristiansen revelou e entregou em desenhos a nossos militares. Em 1950. De acordo com a Folha.

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