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15 de fevereiro de 2006 Comments (1) Views: 571 Ciência, Fortianismo, Ufologia

Relâmpagos globulares no conforto de seu laboratório

À direita, Eli Jerby e Vladimir Dikhtyar com o relâmpago globular criado em seu laboratório na universidade de Tel Aviv. O sistema criado pela dupla concentra a potência de um microondas de 600 Watts em um espaço de apenas um centímetro cúbico, injetados através de uma ponta em um substrato sólido de vidro, silício, germânio, alumínio e outras cerâmicas. Isso, sem muita surpresa, gera um ponto derretido. O interessante ocorre quando a ponta é removida do substrato, levando consigo o material em fusão, que cai como um pingo que — surpresa — se transforma em uma bola de fogo de três centímetros que dura por alguns milissegundos. Uma olhada nos vídeos da página dos pesquisadores deve ser muito mais ilustrativa — não deixe de conferir.
O trabalho foi publicado no periódico Physical Review Letter — Fireball ejection from a molten hot-spot to air by localized microwaves, em PDF. Para tudo que você sempre quis saber sobre relâmpagos globulares, e muito mais, leia Centellas o Rayos en Bola, em Perspectivas.

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One Response to Relâmpagos globulares no conforto de seu laboratório

  1. […] Visite a página do Espaço Ciência para assistir a um vídeo. A nota também foi divulgada pela New Scientist, e o trabalho será publicado no Physical Review Letters. Há quase um ano, um grupo israelense também havia produzido bolas luminosas aplicando microondas em um subtrato de silício e outros materiais, mas o método criava bolas com vida de apenas alguns milissegundos. O método pernambucano criou bolas que duram até oito segundos. Mais detalhes sobre a teoria por trás do experimento pernambucano — formulada pelo neo-zelandês John Abrahamson — podem ser lidas em Marcianitos, e para mais sobre relâmpagos globulares, o dossiê em Perspectivas contém quase tudo que você jamais poderá querer saber sobre o assunto: Centellas o Rayos en Bola. Tais dossiês atualizados serão traduzidos e publicados em português em breve. […]

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