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Que fim levaram os discos voadores?

25 de abril de 2006 Comments (2) Views: 998 Ceticismo, Ciência, Ufologia

Jean Greys, o futuro iminente

COMO A RADIAÇÃO NUCLEAR PODE MUDAR NOSSA RAÇA
Uma guerra atômica pode criar uma espécie completamente nova de ser humano. Seria amiga — ou inimiga?
“Agora escute isto, Terra! Eu sou o Homem Mutante, Homo Superior! Fui criado pelas forças de radiação de suas entranhas, da raça humana, depois de sua terrível Guerra Atômica. Sim, eu estou um passo acima e além de vocês, e sou agora seu mestre para o bem ou para o mal. Vocês me criaram em sua guerra atômica cega, selvagem e sem sentido. Só devem culpar a si mesmos se eu me revelar como seu próprio — Monstro Frankenstein!”
Fonte: Finkbuilt

Melhor que o texto é a ilustração de Kurt Schaffenberger, neste artigo de dezembro de 1953 da revista norte-americana Mechanix Illustrated. Como este blog tem fixação por ufologia, e não podemos deixar de notar como o mutante cabeçudo e careca precede o arquétipo do alien Grey. Mas as referências e coincidências não páram aí. Em particular, o mutante é muito similar à concepção artística dos aliens que supostamente pousaram na Base Aérea de Holloman (seja em 1964, 1971, ou qualquer outro ano para mais esta lenda) como exibidos no “documentário” dos anos 70, narrado por Rod Serling (de Além da Imaginação), “UFOs: Past, Present and Future”. Com a diferença de que os aliens de Holloman eram retratados como com narizes enormes.
Mas se a ilustração é mais interessante por si mesma, o texto em si remete diretamente à ufologia. Ele é de autoria de Otto Bender, nada menos que figura central na propagação das lendas sobre OVNIs nas missões Apollo.

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2 Responses to Jean Greys, o futuro iminente

  1. andrew silva disse:

    Não entro no julgamento se existe e quem criou “lenda” de ovnis em missão lunar.
    Só acho um pouco estranho ainda haver um total desinteresse ao nosso satelite,
    É curioso não termos uma imagem bem clara nítida e atual da Lua, pode parecer bobagem, mas acho curioso mesmo nunca termos
    visto onde está a “bandeira dos EUA” já que glorificam tanto e com mérito os seus feitos. Em épocas de Hubble, Pathfinder e demais superaparelhos… cadê as imagens tira-teima?
    Porque tanto empenho em colher dados de Marte e astros mais remotos? Se até poderíamos projetar uma estação lunar aqui do lado com menos gasto de energia tempo e dinheiro? Isso é fato.
    O homem foi a Lua? se foi? Porque não volta?
    Assim como nós temos a disposição fantásticas paisagens de Marte, gostaria de saber o que tem na Lua… um satélite barato orbitando à lua não dá? “GoogleMoon” seria bacana também.
    Será que esse astro é tão desinteressante e inútil assim?
    Esse tema está mais para tabu… do que lenda.

  2. Eder disse:

    “Fotografam galaxias a milhões de anos luzes e não conseguem tirar uma foto decente de um miserável módulo lunar?

    A diferença é que uma galáxia tem milhares de anos-luz de diâmetro, e o módulo lunar tem 4 metros de diâmetro.
    Existe uma coisinha que nós chamamos de resolução de imagem, é a capacidade de separar objetos em um plano. A resolução de um telescópio pode ser facilmente calculada, usando, por exemplo, o Critério de Rayleigh.

    Usando o critério (basta dividir 139,7 pelo diâmetro em mm do telescópio), descobrimos que a capacidade de resolução do Hubble é de 0,058 arco-segundos, isto significa que o Hubble só consegue ver objetos na superfície lunar que são maiores que 112 metros! Lembra que o Módulo Lunar tem apenas 4?

    O maior telescópio do mundo, que tem 11 metros de diâmetro pode ver apenas objetos na Lua que tem cerca de 24,5 metros.

    Então sim, conseguimos tirar fotos de galáxias a milhões de anos luz e não conseguimos tirar fotos de um míserável módulo lunar.”

    mas… o telescópio LRO conseguiu estas fotos:
    http://www.lucasvm.eng.br/wp-content/uploads/2009/10/a17completo.jpg

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