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Núcleo 2 - Renato Vesco, Feuerball e Kugelblitz
Kevin McClure, publicado em Fortean Studies 7,
traduzido da versão disponível on-line em Magonia
 

Um indivíduo - apenas parcialmente consciente que estava fazendo qualquer coisa do tipo - transformou os relatos da imprensa de 'foo fighters' em discos voadores de alto desempenho armados e controlados. Seu nome era Renato Vesco, um italiano que escreveu três livros em sua própria língua, apenas um dos quais foi traduzido ao inglês. Ele também teve um artigo publicado na edição de agosto de 1969 da revista masculina americana Argosy, que foi provavelmente pouco mais que uma versão mal feita de material do livro. O artigo era intitulado 'Perito Aeroespacial afirma que Discos Voadores são Arma Secreta Canadense' e na introdução da peça aparece pela primeira vez a declaração que reside no cerne da autoridade que Vesco adquiriu ao longo dos anos. Ela dizia

"Renato Vesco é um engenheiro aeronáutico completamente licenciado e um especialista em desenvolvimento aeroespacial e de ramjet. Ele freqüentou a Universidade de Roma e, antes da Segunda Guerra, estudou no Instituto alemão para Desenvolvimento Aéreo. Vesco trabalhou com os alemães nas instalações secretas da Fiat no Lago Garda durante a guerra, na Itália. Nos anos sessenta, ele trabalhou para o Ministério da Aeronáutica italiano como um agente técnico sob disfarce, enquanto investigava o mistério OVNI". [12]

É no contexto desta declaração que muitos escritores consideraram inicialmente o material apresentado por Vesco no primeiro de seus três livros, freqüentemente sem ter realmente visto o livro. Aqui estão algumas seleções principais do que Vesco diz sobre os supostos Feuerball e Kugelblitz na versão de capa mole de 'Intercet UFO'.

"outro centro, comandado por Speer e o Pessoal Técnico Geral da SS, tinha adotado a idéia de empregar "interferência de rádio de proximidade" nos muito mais delicados e conseqüentemente mais vulneráveis aparelhos eletrônicos dos caças noturnos americanos. . . Assim uma máquina voadora altamente original nasceu; era circular e blindada, mais ou menos lembrando a carapaça de uma tartaruga, e era impulsionada por um motor turbojet especial, também plano e circular do qual os princípios de operação recordavam o famoso eolípila de Hierão e que gerava um grande halo de chamas luminosas. Conseqüentemente foi nomeado Feuerball (Globo de fogo). Estava desarmado e não tinha piloto. Rádio-controlado no momento de decolagem, seguia então aeronaves inimigas automaticamente, atraído por suas chamas de exaustão e se aproximava o bastante sem colisão para destruir o rádio delas.

O halo ígneo ao redor de seu perímetro - causado por uma mistura de combustível muito rica - e os elementos aditivos químicos que interrompiam o fluxo de eletricidade na redondeza através da superionização da atmosfera nas proximidades do avião, geralmente ao redor da ponta da asa ou superfícies da cauda, sujeitando o radar H2S no avião à ação de campos eletrostáticos poderosos e impulsos eletromagnéticos (o último gerado por tubos de rádio klystron grandes protegidos com blindagem especial anti-choque e anti-térmica). Já que um arco de metal levando uma corrente oscilando com a freqüência adequada - igual, isto é, à freqüência usada pela estação de radar - pode cancelar os blips (sinais de retorno do alvo), o Feuerball era quase indetectável pelo radar americano mais poderoso da época, apesar de sua visibilidade noturna.

Além disso, os construtores do dispositivo esperavam - e suas esperanças foram correspondidas - que quando os aviões Aliados, não sabendo de sua natureza ou propósito, notassem que as bolas ígneas eram aparentemente inofensivas, eles não atirariam naqueles aparentemente enormes (por causa dos halos grandes de fogo) dispositivos "inofensivos" com medo de serem envoltos em uma explosão gigantesca. Na realidade, mais de uma vez, enquanto eles assistiam medrosos essas luzes enormes se aproximarem, os pilotos americanos pensaram que algum técnico alemão em terra estava se preparando para apertar um botão e fazer o Foo Fighter explodir.

O Projeto Feuerball foi construído primeiro no estabelecimento aeronáutico em Wiener Neustadt, com ajuda do Fluggfunk Forschungsanstalt de Oberpfaddenhoffen (F.F.O.) na medida em que o assunto era o controle de rádio do míssil (mas realmente era um míssil?) Uma pessoa que viu os primeiros vôos curtos de teste do dispositivo, sem sua aparelhagem elétrica, diz que "durante o dia parecia um disco iluminado girando sobre seu eixo e durante a noite parecia um globo ardente".

Hermann Goring inspecionou o progresso do trabalho várias vezes, porque ele esperou, como na realidade aconteceu, que o princípio mecânico também pudesse ser usado depois para produzir uma arma ofensiva capaz de revolucionar todo o campo da guerra aérea.

Quando os russos começaram a pressionar em direção à Áustria, a construção dos primeiros Globos de fogo foi continuada aparentemente em várias fábricas subterrâneas em Schwarzwald comandadas pelo Zeppelin Werke. Os tubos klystron foram providos pela seção do Forschungsanstalt der Deutschen Reichpost (F.D.R.P.) de Aach bei Radolfzell no Lago Constance, e depois também pelo F.D.R.P. de Aach bei Radolfzell em Lago Constance, e depois também pela seção F.D.R.P. Gehlberg cujos produtos, porém, não eram tão perfeitos quanto os entregados pelo F.D.R.P., um fato que causou vários Globos de fogo a ser usados simultaneamente em formação". [13] 

Expressamente identificando os relatos de luzes aéreas conhecidas em algumas partes da força aérea americana como 'Foo Fighters' como sendo evidência da maravilhosa, única e desconhecida arma secreta que ele chamou de Feuerball, Vesco parte para detalhes mais técnicos: 

"Os Foo Fighters continham uma carga de pólvora explosiva forte para destruí-los em vôo no caso de um dano sério ao sistema de orientação automático tornar impossível para os operadores o controle. Parece, entretanto, que durante a última vez em que eles foram vistos, pelo menos um voador americano abriu fogo em um Foo Fighter de uma distância segura sem obter sucesso em abatê-lo, embora ele o tivesse bem em sua visão. Um detalhe convincente este, especialmente tendo em vista o fato de que debaixo da cobertura blindada dos Foo Fighters havia uma folha fina de alumínio presa a ela (mas eletricamente separada) que agia como um interruptor. Quando uma bala perfurava a cobertura exterior, o contato entre as duas folhas era estabelecido e o fechamento conseqüente do circuito que operava o dispositivo de aceleração máximo da nave (geralmente em uma direção vertical) fazia o Foo Fighter sair voando, tirando-o do alcance de artilharia inimiga posterior." [14]

De vez em quando, Vesco inclui referências que apóiam suas afirmações, mas nunca faz isso com respeito ao Feuerball. Vamos analisar o que ele está de fato dizendo aqui, e que sentido (se qualquer) isso faz, porque, graças a Vesco, e apenas a ele, nós sabemos que este dispositivo foi projetado para atingir "interferência de rádio de proximidade"

  •   era circular e blindado, mais ou menos como a carapaça de uma tartaruga 

  •   "parecia enorme" 

  •   era desarmado e sem piloto. 

  •   era rádio-controlado no momento da decolagem 

  •   seguia aeronaves inimigas "automaticamente", atraído por sua exaustão, 

  •   aproximava-se o bastante da aeronave inimiga, sem colisão, para destruir seu rádio. 

  •   carregava grandes tubos de rádio klystron protegidos com blindagem especial antichoque e antitérmica 

  •   poderia ser usado simultaneamente em formação com outros feuerballs 

  •   continha uma carga de pólvora explosiva forte para destruí-lo em vôo no caso de dano sério para o sistema de orientação automático que tornasse impossível para os operadores o controlarem 

  •   tinha debaixo de sua coberta blindada uma folha fina de alumínio presa (mas eletricamente separada) que agia como um interruptor. Quando uma bala perfurava a coberta exterior, o contato entre as duas folhas era estabelecido e o fechamento conseqüente do circuito que operava o dispositivo de aceleração máxima da nave (geralmente em uma direção vertical) fazia com que saísse voando, enquanto o tirava da linha de fogo inimigo 

  •   tinha elementos aditivos químicos (em seu combustível?) que interrompiam o fluxo de eletricidade na redondeza através da superionização da atmosfera do avião, geralmente ao redor das pontas de asa ou superfícies de cauda, sujeitando o radar H2S no avião à ação de campos de eletrostáticos poderosos e impulsos eletromagnéticos, fazendo-o quase indetectável ao radar americano mais poderoso da época

Eu não quero me estender no ponto aqui - nós poderíamos continuar a tirar sarro por muito tempo desta besteira - mas esta não é uma descrição de qualquer coisa real. Não nos é dito qual era seu tamanho real. Nós sabemos que não tinha nenhuma asa, mas que levava um motor poderoso, duas camadas de metal para protegê-lo e ativar sua fuga quando atingido, combustível líquido (um monte, presumivelmente), tubos de rádio klystron grandes protegidos com blindagem especial antichoque e antitérmica, uma carga de pólvora explosiva forte, equipamento de controle de rádio e os dispositivos absolutamente misteriosos que interferiam com transmissões de rádio e o faziam quase invisível ao radar. Deveria então ter sido um pacote denso, pesado, com formato de tartaruga. Nós só podemos especular como desenvolvia a força de ascensão para alcançar alturas de 10.000 a 25.000 pés (a faixa dentro da qual normalmente bombardeiros voavam), a velocidades de mais de 200mph só para seguir os bombardeiros, e mais rapidamente para acelerar longe deles. 

Parece ter sido rádio-controlado na decolagem (sabe-se lá como decolava, e ainda mais como aterrissava - estes dispositivos deviam pousar e ser reutilizados?), e também durante o vôo, caso contrário por que conteria "uma carga de pólvora explosiva forte para destruí-lo em vôo no caso de dano sério para o sistema de orientação automático que tornasse impossível para os operadores o controlarem". Entre 2 e 5 milhas acima. Na escuridão. Seguindo aeronaves a aproximadamente 200mph, aparentemente por distâncias consideráveis. Nós novamente somos levados a especular como os operadores sabiam o que eles estavam controlando, o que estava acontecendo ao feuerball particular deles em qualquer determinado momento, ou que forma de controle de rádio podia, em 1943 - 1945, trabalhar com essa precisão sobre tal distância. Vesco não aborda a questão de como a direção ou velocidade de vôo (se o movimento de uma tartaruga blindada sem asas pode ser descrita com precisão como vôo) era controlada ou determinada.

Outras perguntas surgem. Como o feuerball distinguia uma aeronave inimiga de um amigável? Como deixava de seguir as chamas de exaustão? Onde ia quando parava? Por que, quando estava viajando lateralmente atrás dos motores de uma aeronave inimiga, atraída por suas chamas de exaustão, ele partia de repente "geralmente em uma direção vertical" quando abatido? Quais "elementos aditivos químicos interrompiam o fluxo de eletricidade na redondeza através da superionização da atmosfera do avião"? Como isso funcionava? Como destruía o rádio da aeronave inimiga? Onde? Quando? E como, finalmente, estes dispositivos poderiam ter voado alguma vez "em formação com outros feuerballs"?

Aqueles de vocês que sabem de verdade algo sobre engenharia aeronáutica - como se supõe que Vesco saiba - serão capazes de enunciar estas questões muito melhor do que eu. Talvez o próprio Vesco gostaria de concentrar sua mente para respondê-las: Eu certamente não posso. No momento, embora fique contente em ser persuadido do contrário, e a publicar qualquer evidência sólida para esse efeito, é minha visão que o feuerball - do qual nem mesmo Lusar nunca tinha ouvido falar - é uma fantasia. Como esta fantasia veio ser publicada, eu realmente não estou certo. Mas eu pensei por um ano ou dois como Vesco chegou a inventar estas descrições pseudotécnicas, que se originam absoluta e unicamente com ele. Eventualmente percebi que o que ele havia feito era olhar para os poucos relatos de 'foo fighters' que ele cita - da 'American Legion Magazine' e 'Amazing Stories', porque ele não teve o benefício do excelente trabalho investigativo feito por Roberts ou Lindell - e então criou dessas descrições do comportamento de tais luzes explicações técnicas especulativas que ele considerava combinar com seu desempenho relatado. A única conclusão razoável disponível a mim é que Vesco - ou um de seus obviamente descuidados editores - colocou essas descrições 'técnicas' em seu livro sabendo que não tinham base factual. Com o passar do tempo, a preguiça de autores posteriores e a inexplicável prontidão de acreditar nas maravilhas do intelecto nazista gradualmente transformaram essas especulações idiotas em fatos aceitos.

A menos que evidência forte e segura apareça do contrário, eu penso que nós podemos desconsiderar o feuerball - e seu parente ainda menos definido, o kugelblitz para o qual Vesco deu erroneamente o nome de um flak panzer em desenvolvimento em 1945 - como objetos que nunca tiveram nenhuma realidade física, e provavelmente nunca foram mesmo projetados. Acredito que podemos bem razoavelmente fazer isto com base simplesmente em conhecimentos técnicos e científicos.

Contudo Vesco continua a ser altamente influente, considerado como a principal autoridade do Eixo em desenvolvimentos secretos em aeronáutica. E, dado o seu background, sua experiência e autoridade como resumidos no artigo em 'Argosy', o que poderia estar errado com isto?

Se os leitores tivessem olhado tão longe quanto para a capa do livro de onde tais alegações vieram, teriam descoberto uma versão da autoridade de Vesco substancialmente diferente daquela dada em 'Argosy'. Ela não diz que ele, antes da Segunda Guerra, "estudou no Instituto Alemão para Desenvolvimento Aéreo". Ou que, durante a guerra, ele "trabalhou com os alemães nas instalações secretas da Fiat no lago Garda durante a guerra, na Itália".

Nem diz que "nos anos sessenta, ele trabalhou para o Ministério da Aeronáutica italiano como um agente técnico sob disfarce, enquanto investigava o mistério OVNI". Ao invés disto, diz

"Renato Vesco nasceu em Arona, Itália, em 1924. Piloto licenciado, em 1944 ele comandou a seção técnica da força aérea italiana. Em 1946-47 serviu no Reparto Tecnico Caccia. O sr Vesco é membro sênior da Associação Italiana de Aerotécnica desde 1943, e é um estudante de problemas aeronáuticos, particularmente no campo de jato-propulsão. Ele é um contribuidor de várias publicações aeronáuticas". [15]

Há claramente algo muito errado aqui. Nascido em 1924, Vesco teria 14 ou 15 anos quando a Segunda Guerra começou. Seguramente, com aquela idade, ele não tinha freqüentado a Universidade de Roma e estudado no Instituto alemão para Desenvolvimento Aéreo. Se ele trabalhava com os alemães nas instalações secretas da Fiat no Lago Garda na Itália, por que Schreiver ou Lusar não o mencionaram?

Ele realmente teria "comandado a seção técnica da força aérea" italiana com a idade de 19 ou 20 anos, e seria "um membro sênior da Associação italiana de Aerotécnica" com 18 ou 19? Certamente, se ele realmente fosse tão notável, tão importante, seu nome teria aparecido no índice ou referências de pelo menos um dos livros incontáveis sobre a guerra que eu examinei. Mas não aparece. Quem era Vesco, e o que ele realmente sabia sobre aeronave alemãs do tempo de guerra? De onde o material dele veio? 

Graças aos investigadores italianos altamente respeitados Maurizio Verga e Eduardo Russo, nós agora temos respostas claras a estas perguntas: ambos conheceram Vesco pessoalmente. Como diz Verga: 

"Vesco existe, sem dúvida alguma! . . Ele é agora um homem velho, nascido em 1924. O que se escreve dele por pessoas como Al Pinto na Internet e BBSs, assim como por Harbinson, é lixo completo. A introdução dele na tradução inglesa de 1971 de seu primeiro livro é razoavelmente precisa, embora ele não estivesse comandando nenhuma "seção técnica" na força aérea italiana. . Ele era um engenheiro aeronáutico e adquiriu um interesse em discos voadores (sempre vistos como um desenvolvimento secreto de aeronaves feitas por homens) nos anos 40. Ele publicou vários artigos (sobre armas secretas alemãs, discos voadores, aviação e outros assuntos) desde o começo dos anos cinqüenta, rapidamente tornando-se um verdadeiro cético contra a idéia então comum de visitas ET (ele comentou e explicou alguns avistamentos atribuindo-os a fenômenos atmosféricos ou convencionais). O manuscrito de seu primeiro livro estava pronto em 1956, mas ele não o publicou porque estava para ir ao estrangeiro por muito tempo, devido ao seu trabalho. Quando ele voltou nos anos sessenta, depois de coletar uma quantidade enorme de materiais adicionais, ele tinha centenas e centenas de páginas escritas depois transformadas em seus três livros. Vesco afirma que suas fontes são relatórios BIOS e CIOS datados entre 1945 e 1947, mais documentos de outros exércitos e inteligências, principalmente britânicos. Ele me falou que as "pessoas importantes" (eu acho que oficiais de alta patente da força aérea italiana e outras forças aéreas estrangeiras) contribuíram à sua pesquisa com informações e documentos ainda classificados. Ele prometeu não tornar públicos seus nomes, embora diga que a maioria deles já estão certamente mortos. Eu sei que ele tomou emprestados os relatório BIOS/CIOS que cita nos livros de alguns oficiais da FA italianos, através da biblioteca ou bibliotecas da própria Força Aérea Italiana. . É verdade ele é o único estudioso de aviação que introduziu o 'Feuerball' e dispositivos 'Kugelblitz', pelo menos até onde eu sei. Por favor, note também que 'Kugelblitz' era um nome dado a outras armas alemãs, incluindo um flak panzer. Vesco acha que as histórias de Schriever e Cia. são simples besteiras, enquanto Vril e Haunebu são pura ficção científica". [16]

A falsa e aparentemente enganosa informação biográfica provida pelos vários editores dos livros de Vesco teve sucesso em enganar muitos escritores e investigadores posteriores, e a prover apoio às falsas afirmações de outros. Como muitos outros daqueles envolvidos no mundo dos UFOs nazistas, Vesco dava uma impressão de autoridade, e essa autoridade foi aceita sem questionamento.

Parece agora que Vesco era um homem com um interesse em OVNIs feitos por homens, que era um forte opositor da hipótese extraterrestre (ETH), usada explicar muitos avistamentos de 'discos voadores'. Ele fornece, nos relatos dos feuerball e kugelblitz em um livro que nós sabemos agora foi completado em 1956, o que parece uma hipótese convincente para explicar os avistamentos bem 'físicos' e fotografias do fim dos anos 40 e começo dos 50 sem o envolvimento de astronautas e viagens interplanetárias. É uma pena que ao buscar usar seu conhecimento de engenharia aeronáutica para popularizar o que aparentemente via como uma explicação racional para um corpo de relatos e interpretações irracionais, ele apenas teve sucesso em co-fundar o mito de UFOs nazistas, um sistema de crenças vivo e em crescimento que, por pura irracionalidade e desgosto, chegou a exceder grandemente qualquer coisa daqueles primeiros dias inocentes da ufologia.

>> Núcleo 3 - Major Lusar, os Construtores de Discos, e o vôo de teste

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Índice

Introdução

  1. Núcleo 1 - Foo Fighters

  2. Núcleo 2 - Renato Vesco, Feuerball e Kugelblitz

  3. Núcleo 3 - Major Lusar, os Construtores de Discos, e o vôo de teste

  4. Núcleo 4 - W.A. Harbinson e Projekt Saucer

  5. Núcleo 5: Vril, Haunebu e Viagem Interplanetária

  6. Falsas histórias

  7. Soldados sem nome

  8. Autoridades da Terra e de outros lugares

  9. Comentários oficiais e Inteligência

  10. Enganos e Fantasias

Conclusões

 
Veja mais nesta seção
 

 
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