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Falsas histórias
Kevin McClure, publicado em Fortean Studies 7,
traduzido da versão disponível on-line em Magonia
 

Projeto Urano

Em outra análise cuidadosa de um elemento duvidoso da história UFO, Andy Roberts diz:

"Nós temos pelo menos uma fraude evidente nas estórias de foo-fighters. Por anos rumores haviam circulado de que os alemães estavam completamente cientes do fenômeno foo-fighter e que tinham um grupo especial de estudos formado para examinar o problema sob o nome de "Projeto Urano", apoiado por um grupo sombrio de nome Sonderburo 13. Isto foi detalhado primeiro em La Livres Noir De Soucoupes Volantes (O Livro Negro dos Discos Voadores - 1970) pelo ufologista francês Henry Durrant. O boato se espalhou pela Europa e eventualmente tomou forma física no idioma inglês no aclamado livro de Tim [Timothy] Good Above Top Secret onde é usado para ajudar a substanciar rumores ainda mais vagos de um estudo Anglo/Americano sobre foo-fighters. Good não conferiu seus fatos e na realidade apenas copiou as informações diretamente do livro de Durrant. 

Quando eu chequei com Durrant ele me informou que todo o caso do "Projeto Urano" era uma fraude que ele tinha inserido em seu livro precisamente para ver quem o copiaria sem checar. A fraude aparentemente havia sido revelada na França alguns anos antes, mas não tinha percorrido o caminho até ufologistas de língua inglesa. Talvez outras fraudes foo esperem por descoberta." [37] 


A 'Invasão Schweinfurt'

Esta estória envolve, bem, pequenos discos voadores em uma invasão de B-17 procurando atingir fábricas de rolamento em Schweinfurt na Alemanha no dia 14 de outubro de 1943. Foi divulgada pelo popular autor americano Frank Edwards em Flying Saucers - Here and Now [38] em 1967, mas eu entendo que a versão original glamourizada vem de um Martin Caidin, em seu livro Black Thursday publicado em 1960. Caidin relata que

"Durante o bombardeio de vários grupos, começando ao tempo que as Fortalezas chegaram ao Ponto Inicial, aconteceu um dos incidentes mais surpreendentes da Segunda Guerra Mundial, e um enigma que até hoje desafia toda explicação.

Enquanto os bombardeiros do 384º Grupo balançavam no bombardeio final depois de passar pelo Ponto Inicial, os ataques de caças pararam. Este ponto é vital, e os pilotos bem como outros membros de tripulação foram questionados extensivamente sobre a posição dos aviões caças alemães naquele momento. Todo homem interrogado estava firme em sua declaração de que "na ocasião não havia nenhuma aeronave inimiga acima".

Neste momento os pilotos e artilheiros de torre, como também vários membros da tripulação nos narizes de Plexiglas dos bombardeiros, relataram um agrupamento de discos no caminho da formação do 384ª e se aproximando dos bombardeiros. As exclamações assustadas focalizaram atenção no fenômeno e as tripulações falaram de um lado para outro, discutindo e confirmando a visão surpreendente diante deles.

Eles estavam de acordo que os discos no agrupamento eram de cor prateada, tinham por volta de uma polegada de grossura e três polegadas em diâmetro. Eles eram vistos facilmente pela tripulação de B-17, planando lentamente abaixo em um agrupamento muito uniforme. E então o 'impossível' aconteceu. O B-17 número 026 se aproximou rapidamente a vários discos; o piloto tentou evadir-se de uma colisão iminente com os objetos, mas foi malsucedido em sua manobra. Ele informou ao interrogatório da inteligência que sua asa direita "passou diretamente por um agrupamento [de discos] sem absolutamente nenhum efeito nos motores ou superfície do avião". 

Os oficiais de inteligência pressionaram seu interrogatório, e o piloto declarou mais adiante que um dos discos foi ouvido golpeando a estrutura da cauda do B-17 dele, mas que nem ele nem qualquer membro da tripulação ouviu ou testemunhou uma explosão. Ele ainda explicou que a aproximadamente vinte pés dos discos os pilotos avistaram uma massa de escombros preta de tamanhos variados de agrupamentos de três por quatro pés. O relatório SECRETO adicionou: 'Também observou dois outros A/C voando através de discos prateados sem dano aparente. Discos observados e escombros duas outras vezes mas não pôde determinar de onde vinham'.

Nenhuma informação adicional sobre este surpreendente incidente foi descoberta, com a exceção de que tais discos foram observados pelos pilotos e tripulação em missões antes, e depois, da Missão 115 de 14 de outubro de 1943. [39] 

O relato de Caidin tem a nota de rodapé "1 Memorando de 24 de outubro de 1943, do Major E.R.T. Holmes, F.L.O., 1ª Divisão de Bombardeio, Referência FLO/IBW/REP/126, para M.I.15, Escritório de Guerra, Whitehall, Londres, SW (cópia para o Coronel E.W. Thomson, A-2, Pinetree)", mas Andy Roberts investigou ativamente a referência e relata que 

"uma carta ao MoD [Ministério da Defesa] em sua Divisão 5 de História Aérea não levou a nada, sugerindo que qualquer um dos documentos pode estar no Escritório de Registros Público em Kew, Londres. Uma investigadora profissional foi despachada para tentar encontrar o documento. Ela procurou todos registros relevantes da Força aérea disponíveis (alguns ainda estão vedados por várias 'regras' com embargos para leitura de até 100 anos) mas não pôde achar nada, apesar da ajuda do pessoal lá e notando que "a referência FLO etc. não corresponde a qualquer referência no escritório de registro". 

Nos E.U.A., Dennis Stacy (então editor do MUFON UFO Journal) tinha se interessado pelo caso e seguido várias pistas, ajudado pelo Ato de Liberdade de Informação. Primeiramente o Centro de Pesquisa histórico da Força Aérea na Maxwell AFB procurou seus arquivos 8º A.F, mas não pôde chegar a nenhum registro documental do evento (de forma interessante eu tentei a mesma fonte e ainda que eles tenham me dado histórias do 415º esquadrão de Caças Noturnos e seus avistamentos documentados de foo-fighters, eles não puderam fornecer nada sobre a invasão de Schweinfurt -- estranho se os eventos de Schweinfurt são reais). 

Os Arquivos Nacionais (Washington) procuraram seus documentos, porém não encontraram nada. Uma carta ao investigador francês J. M. Bigorne dos Arquivos Nacionais declarou "Uma procura em registros da United States Strategic Bombing Survey (USSBS), European War, Target Damage File, 11a (2606), Schweinfurt, não descobriu qualquer documentação ou informação relativa a pequenos discos voadores por pilotos de B-17". Tudo isso nos apresenta um paradoxo. Se os Arquivos são bastante livres sobre alguma informação de foo-fighters por que, se realmente existem, eles deveriam ter se aborrecido em esconder o material de Schweinfurt? Até o momento três investigadores independentes durante os últimos dez anos obtiveram a mesma resposta -- nenhum dos registros de vôo para aquele dia registram o evento no livro de Caidin. Como eu vi relatórios de outros pilotos que mencionam avistamentos incomuns do tipo de OVNIs durante missões seria inconcebível para pelo menos algumas tripulações naquela invasão ter mencionado isto até mesmo de passagem -- especialmente como neste caso era obviamente algo a ser mencionado. 

Cartas em numerosas revistas de tripulação (UK & US) pedindo informação sobre a invasão foram colocadas e apesar de muitas respostas ninguém sabia de nada. Os escritores de aviação Martin Middlebrook e Chaz Bowyer que escreveram para muitos livros altamente detalhados sobre a guerra aérea e entrevistaram milhares de membros de tripulação, escreveram para dizer que nunca tinham ouvido falar do incidente, apesar de foo-fighters terem sido mencionados a eles em outros contextos. 

Dennis Stacy contatou a associação de sobreviventes do 384ª Grupo de Bombardeio e sem sem nenhum relato de OVNI surgindo foi levada ao general Theodore Ross Milton que liderou a invasão naquele dia e foi primeiro com a 91ª Formação de Grupo. Ele escreveu; "eu não recordo ver discos pretos ou ouvir falar de qualquer fenômeno estranho de qualquer membro de meu grupo". [40] 

Roberts e Stacy procuraram a fonte mais além

Martin Caidin, originador do rumor também apresenta problemas. O livro dele Black Thursday foi publicado inicialmente em 1960 e contudo cita um relatório supostamente SECRETO. Como então ele o adquiriu e por que não foi visto desde então? Com relação ao próprio Caidin, várias pessoas tentaram entrar em contato com ele sem sucesso. Tanto eu quanto o (então) editor do MUFON Journal Dennis Stacy tentamos localizá-lo através de seus editores e uma revista de OVNIs para a qual ele escreveu, mas sem proveito. Ele apareceu por último na duvidosa revista americana UFO Universe, onde aparecia na primeira página como tendo 'perseguido bogies a 20.000 pés', (um espetáculo surpreendente sem dúvida!), mas enquanto o artigo dava detalhes de OVNIs que ele havia visto depois da Segunda Guerra, filmes de OVNIs do governo, encobrimentos e o que você quiser (junto com muita promoção de seus muitos livros, inclusive romances sobre OVNIs), a invasão de Schweinfurt nunca foi mencionada. Engraçado isso, realmente". [41] 

Porém, com a tenacidade semelhante à de um terrier pela qual ele é renomado, Roberts continuou procurando, e em setembro de 2000 finalmente encontrou, no Escritório de Registros em Kew, 

O documento em que Caidin obviamente baseou seu relato. Lê como se segue. Toda a ortografia e pontuação está no original [NdoT: A ortografia original é perdida na tradução]. O arquivo onde o documento pode ser encontrado é: AIR 40/464. Na parte superior direita do documento está um selo de borracha que dá detalhes de circulação para: 

1. Col Kingman Douglas 
2. A.I.3. ? (W/Cdr Smith) 
3. A.I. 2. ? (W/Cdr Heath) 

(Nota do autor: o ? se refere a uma pequena mancha ou letra que eu não posso decifrar, embora pudesse ser muito bem 'para' [to]. Também o plano de fundo do selo no qual o anterior foi escrito diz: 

"Recebido 17 Out 1943 
"Cópias enviadas a A.I.8 (E.U.A.)) 

O resto do documento é como segue: 

EKG. TELEGRAMA EN CLAIR 4112 
Recd. AMCS. 171129a hrs Oct.43 

Para - OIAWW, OIAJX, OISHL, HBC, AMY,. 

De - OIPNT 

IMPORTANTE - CONFIDENCIAL 

8 AC 0-1079-E 
Anexo a Relatório de Inteligência MIssão Shweinfurt 16 outubro 1943 

Grupo 306 reporta cartuchos 20mm parcialmente não explodidos encrustados no painel da cabina do piloto do A/C número 412 com os seguintes números 19K43. O Oficial de Artilharia do Grupo acredita o aço que compõe o cartucho é de qualidade inferior. O Grupo 348º reporta um agrupamento de discos observado no caminho da formação perto de Schweinfurt, na ocasião não havia nenhum E/A acima. Os discos foram descritos como de cor prateada - uma polegada de grossura e três em diâmetro. Eles estavam planando lentamente abaixo em um agrupamento muito uniforme. A/C 026 não pôde evitá-los e sua asa direita passou diretamente por um agrupamento sem absolutamente nenhum efeito nos motores ou superfície do avião. Um dos discos foi ouvido golpeando a cauda, mas nenhuma explosão foi observada. A aproximadamente 20 pés destes discos uma massa de escombros preta de tamanhos variados em agrupamentos de 3 a 4 pés. Também observados 2 outros A/C voando através dos discos prateados sem dano aparente. Observados discos e escombros 2 outras vezes mas não pôde determinar de onde vieram. 

Cópias para: - 

P.R. & A.I.6. 
D.B.Ops 
Sala de guerra 
D.A.T. 
A.I.3. (E.U.A.) (Ação 2 cópias) 

Presumivelmente Caidin deve ter visto uma cópia deste documento de um dos destinatários americanos. . . O selo de Borracha claramente declara que foi recebido no dia 17 de outubro, atecedendo a referência de Caidin em sete dias. Mas o número grande de canais pelos quais documentos passaram poderia ser a razão para esta confusão e agora que o documento original foi localizado eu não penso que nós precisamos mais nos ater à referência original. Eu não encontrei nenhum registro da maioria do pessoal listado. Porém um Líder de Esquadrão Heath estava envolvido nas investigações do Reino Unido dos 'foguetes fantasma' escandinavos. 

Ele conclui 

Pelo menos nós sabemos agora que a referência de Caidin existe! Além disso realmente há pouco para dizer. Os objetos informados são intrigantes, mas não completamente mistificadores. Havia muitos tipos de artilharia anti-aérea [Flak] usada pelos alemães na Segunda Guerra e vários arquivos no PRO se referem a artilharia colorida, artilharia que lançava fragmentos incomuns e assim por diante. Esta explicação torna-se ainda mais provável pelo fato que o 'F.L.O.' na referência de Caidin significa 'Oficial de Ligação Artilharia Anti-Aérea', sugerindo pelo menos que o Ministério de Ar estava tratando isto dentro de um contexto de artilharia anti-áerea. Os objetos também poderiam ter sido algum tipo de 'janela' jogada pelos alemães em uma tentativa de prejudicar o radar ou comunicação de rádio entre a tripulação de ar. A explicação sobre o que os objetos pequenos eram é agora mais uma tarefa de um historiador aéreo que é para um ufologista. O que está claro do relato original é que os discos, embora incomuns, não eram claramente nenhum tipo de 'nave' sob controle inteligente ou propositado ou perigoso à aeronave ou tripulação. 

Em minha opinião estes objetos não pertencem à categoria de avistamentos chamados 'foo-fighters', tanto pela sua descrição física como pelo seu comportamento e características. Embora freqüentemente juntado a relatos de foo-fighters eles são claramente diferentes. Esta história foi um apoio de escritores OVNI durante as últimas três ou quatro décadas. Agora nós temos clarificação adicional e eu acredito que este mistério particular está mais ou menos resolvido. 

Andy Roberts é mais caridoso à versão exagerada e redefinida de Caidin que eu, mas Caidin não está nem um pouco perto da insensatez dos que criaram o segundo bloco (liberado em 1998) dos documentos 'Majestic 12'. Não obstante, Nick Redfern e Jonathan Downes apresentam uma cópia de uma seção destes documentos tolos, que diz 

"Interferência aérea em aeronave militar demonstrou a habilidade de observar nossas operações de ar em condições de guerra e tempo de paz. Durante a guerra mais de 900 incidentes quase de colisão [near-miss] foram informados por pilotos aliados e tripulações em todo o teatro de operações. Um dos encontros de quase colisão mais dramáticos aconteceu no dia 14 de outubro de 1943, 8º AF Missão 115 sobre Schweinfurt, Alemanha, tripulações de B-17 informaram muitas formações de discos prateados voando abaixo das formações de B-17. Várias vezes durante a missão de bombardeio foram vistos objetos grandes seguindo os discos nas formações. Ao contrário de relatos prévios, nenhuma falha nos motores ou dano de estrutura foi relatado. Depois da rendição de da Alemanha, pilotos de caça GAF foram interrogados pela inteligência da AF relativos a Missão 135. GAF não teve nenhuma aeronave sobre nossos bombardeiros naquele momento." [42] 

Eu nunca achei toda a idéia 'MJ-12' crível, mas pelo menos a primeira liberação de documentos estava preparada com suficiente cuidado para provocar discussão significante. Este exagero ridículo de um conto já elaborado torna a segunda liberação de documentos parecer absurda. Eu também apontaria que o mito de UFOs Nazistas e o MJ-12 são essencialmente incompatíveis: se os americanos já tivessem ganho a habilidade de construir discos voadores de alto desempenho dos alemães, por que teriam ficado tão excitados sobre discos ET acidentados? E por que todos aqueles portentosos documentos da 'primeira liberação' não os mencionam de forma alguma? 


O Projeto Massey

Redfern e Downes continuam dando publicidade a outra alegação feita por Frank Edwards, pouco antes de seu relato da Invasão de Schweinfurt. Apesar de estar ciente dos resultados negativos da pesquisa conduzida tanto por Andy Roberts quanto Tim Good, eles dizem

"Até onde concerne o Governo britânico, há evidência forte para mostrar que foram feitas investigações extremamente rigorosas sobre o fenômeno Foo Fighter por um time de elite do Ministério do Ar e operações da RAF". [43] 

Eles citam Edwards

"Já em 1943, os britânicos haviam montado uma pequena organização para colher informação sobre estes objetos. Estava sob a direção do Tenente General Massey, e tinha estado até certo ponto inspirada pelos relatórios de um espião que era em realidade um agente duplo, trabalhando sob as ordens do Prefeito de Cologne. Ele tinha confirmado que os Foo Fighters não eram dispositivos alemães, o que é claro os britânicos sabiam que eles não eram. O Ministério do Ar britânico, em 1966, disse-me que o projeto Massey foi terminado oficialmente em 1944. Talvez seja apenas coincidência que o agente duplo foi exposto e executado pela primavera de 1944". [44] 

Três problemas surgem imediatamente. Tim Good estabeleceu, de uma fonte segura, que não havia nenhum Tenente General Massey. Quase todos os relatos de foo fighters datam de 1944 em diante, assim não está claro porque "investigações extremamente rigorosas" deveriam começar em 1943 e deveriam terminar em 1944. E o que diabos estava fazendo um espião sendo controlado pelo Prefeito de Cologne? Segundo a evidência, o 'Projeto Massey' soa como uma completa e deliberada fraude. 


Discos acidentados e engenharia reversa 

Nick Redfern faz muito de evidência limitada sugerindo que houve um acidente de nave voadora extraterrestre na Terra desde 1900, ainda mais que apenas um. Porém, ele não esteve pouco disposto em sugerir que os Nazistas tiveram acesso a um ou mais discos voadores acidentados, e realizaram engenharia reversa de sua tecnologia. Supostamente, foi assim que eles puderam desenvolver tais discos voadores sofisticados! É claro, ele não está sozinho ao fazer sugestões deste tipo, mas eu nem devo precisar notar que quando a evidência sugere que a Alemanha não teve nenhum disco voador sofisticado, então não há nada o que explicar. De qualquer maneira, Redfern conclui dos relatórios de inteligência bastante desesperados e geralmente bastante improváveis que ele coletou: 

"Se. . os dados relacionados em memorandos oficiais do FBI dos anos quarenta, cinqüenta e sessenta são precisos, como os nazistas foram capazes de desenvolver tecnologia que, anos depois, ainda estava desafiando os melhores da América? Como mostrarei a seguir, há bases sólidas para acreditar que vários veículos extraterrestres se acidentaram na terra em solo americano nos anos quarenta. É passar dos limites especular que um evento semelhante poderia ter acontecido em território nazista vários anos antes? Se tal evento de fato ocorreu, e os alemães puderam assimilar os rudimentos da tecnologia, isto ajudaria bastante a explicar o desejo contínuo deles em aperfeiçoar um disco voador artificial. A verdade pode se revelar muito mais estranha que se imaginou anteriormente". [45] 

Bem, é sim passar dos limites, mas isso não detém Corso de relatar, em 'The Day After Roswell', o que ele e o General Twinning haviam desejado saber depois de inspecionar o disco acidentado em Roswell 

"No mínimo, Twinning havia sugerido, a nave de forma crescente parecia tão desconfortavelmente com as asas alemãs Horten que nossos aviadores tinham visto ao término da guerra que ele teve que suspeitar que os alemães haviam descoberto algo sobre o qual não sabíamos. E suas conversas com Wehrner von Braun e Willy Ley em Alamogordo nos dias depois do acidente confirmaram isto. Eles não queriam ser considerados como verruckt, mas intimidados que houvesse uma história mais profunda sobre o que os alemães haviam criado. Não, a semelhança entre a asa Horten e a nave que eles haviam recolhido não era nenhum acidente. Nós sempre quisemos saber como os alemães puderam incorporar tal tecnologia avançada no desenvolvimento de suas armas dentro de tão pouco tempo e durante a Grande Depressão. Eles tiveram ajuda? Com uma capacidade de aceleração e manobrabilidade que nunca tínhamos visto antes, esta nave manteria os engenheiros de aeronave americanos ocupados durante anos apenas incorporando o que você poderia ver nos desenhos imediatos". [46] 

Enquanto nós estivermos nesta fronteira da realidade que aceita a realidade da queda em Roswell e sua carga de entidades mortas ou possivelmente vivas, eu tenho que mencionar a análise do escritor polonês Zbigniew Blania-Bolnar em Alien Encounters de abril de 1998. Contando a nós que "... o Exército americano do pós-guerra teve a sua disposição um número considerável de foguetes V2, vários protótipos de V3 e V4, e aproximadamente 30 kugelblitzes de tipos diferentes", ele conclui que a entidade morta na queda em Laredo (a queda em Laredo?) era "um macaco de laboratório usado pela Força aérea em uma experiência secreta". E, é claro, "se um kugelblitz testado se acidentou em Laredo, então um objeto semelhante poderia ter se acidentado em Roswell". [47] 

Nenhuma das sugestões de que os alemães realizaram engenharia reversa de naves aliens acidentadas antecede as estórias de engenharia reversa de Lazar e Lear. Três mais já vieram à luz. Em seu livro 'Sightings"UFOs', Susan Michaels relata que o escritor Jan Van Helsing (um contato do círculo interno do 'Projeto Montauk') 

"descreve a descoberta de um disco acidentado na Floresta Negra em 1936 e diz que esta tecnologia foi tomada e combinada com a informação que a Sociedade Vril tinha recebido através de canalização e foi feita em um projeto adicional chamado Haunebu". [48] 

Também há um relato de um acidente na Itália em 1933, os detalhes e informações sobre ele teriam sido feitos conhecidos a Mussolini, que ajudou Belluzzo em seu projeto e desenvolvimento. [49] E na 'Maratona OVNI de Gdansk' de outubro de 1997, foi anunciado que havia ocorrido um acidente na Polônia no verão de 1938, em Czernica. Evidência e destroços recuperados do acidentes foram confiscados pela Alemanha Nazista depois da invasão da Polônia no próximo ano, e a informação assim acumulada foi usada na construção das naves 'Haunebu' e 'Vril'. [50] A popularidade atual [do tema] da engenharia reversa é tal que eu espero ver mais relatos semelhantes.

>> Soldados sem nome

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Índice

Introdução

  1. Núcleo 1 - Foo Fighters

  2. Núcleo 2 - Renato Vesco, Feuerball e Kugelblitz

  3. Núcleo 3 - Major Lusar, os Construtores de Discos, e o vôo de teste

  4. Núcleo 4 - W.A. Harbinson e Projekt Saucer

  5. Núcleo 5: Vril, Haunebu e Viagem Interplanetária

  6. Falsas histórias

  7. Soldados sem nome

  8. Autoridades da Terra e de outros lugares

  9. Comentários oficiais e Inteligência

  10. Enganos e Fantasias

Conclusões

 
Veja mais nesta seção
 

 
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