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Published on julho 22nd, 2012 | by Kentaro Mori

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Debate com Benjamin Radford nesta sexta-feira (27/07) – Auditório Folha

br at holy love  paranormal destaques ceticismo

A Folha de São Paulo promove nesta sexta-feira (27), às 15h em seu auditório, um debate sobre ciência, ceticismo e ateísmo com Benjamin Radford, editor adjunto da revista Skeptical Inquirer, publicação do Comitê para Investigação Cética (CSI), organização fundada em 1976 por cientistas, acadêmicos e divulgadores de ciência incluindo Carl Sagan, Isaac Asimov, Stephen Jay Gould, James Randi e Martin Gardner, entre outros.

Radford é um dos principais investigadores da organização, tendo conduzido pesquisas apoiadas na ciência em fenômenos como supostos psíquicos, fantasmas e casas mal-assombradas, exorcismos, milagres, OVNIs, reencarnação, círculos no trigo e muitos outros tópicos. Como autor, publicou seis livros e centenas de artigos, mantendo colunas em sítios on-line como LiveScience.com e Discovery News, tendo colaborado também em publicações como o Wall Street Journal, New York Times e Wired.

Ele será entrevistado por Reinaldo José Lopes, editor de “Ciência+Saúde” da Folha, Kentaro Mori, editor do site “Ceticismo Aberto“, e pela plateia.

Haverá tradução simultânea para todos os participantes que necessitarem.

Para participar, basta se inscrever pelo telefone (11) 3224-3473, das 14h às 19h, ou enviar nome, RG e telefone para o e-mail [email protected], indicando o evento com Benjamin Radford no dia 27/07.

DEBATE SOBRE CETICISMO COM BENJAMIN RADFORD
QUANDO Sexta-feira (27/07/2012), às 15h
ONDE Auditório da Folha
ENDEREÇO Alameda Barão de Limeira, 425, 9º andar, metrô Santa Cecília, São Paulo
QUANTO Grátis

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65 Responses to Debate com Benjamin Radford nesta sexta-feira (27/07) – Auditório Folha

  1. Macc says:

    Debate? Porque não convidaram um epistemólogo da ciencia para debater ele?
    Só para ver até onde o ceticismo a la Randi consegue justificatificar “com toda sua erudição” a validade de sua postura filosófica e o alcance metodologico cientifico do que faz.
    E pq o “debate” é da Folha de São Paulo e não de um departamento da USP? Que piada, depois Querem que acreditemos que esse movimento é a “pura cientificidade”…
    Querem uma verdade:, “ceticismo moderno” é só para pegar leigos, quem quiser que participe do programa de auditório, aposto que o Marcelo Gleiser vai!

    • Mori says:

      Nós já participamos de eventos na USP, em 2009, na disciplina de metodologia científica:
      http://www.slideshare.net/morik/ceticismo-aberto
      E já foi realizada uma jornada de palestras sobre pensamento crítico também na USP.
      O debate com Radgford é aberto à participação da plateia. Contamos com sua presença, “Macc”, para dirigir questionamentos pontuais e relevantes ao convidado, uma das figuras principais do principal grupo cético no planeta.

      • Macc says:

        Mori, olhei o slideshare, é muito interessante, mas com todo respeito não era a isso que eu me referia.
        Respeito que o grupo de vcs tenha dado um “seminário” em algm momento da “disciplina de metodologia científica do curso de Licenciatura em Geociências e Educação Ambiental no IGc-USP” sobre “o que é e o que faz o site Ceticismo Aberto”, mas o que eu gostaria de ver é um debate aberto e critico com autoridades da epistemologia científica (no departamento certo) sobre a validade teórico-metodologica de um mevimento cetico. É claro que para isso acontecer, a universidade deve julgar que o “ceticismo moderno” tem de ter alguma relevância para a ciencia.
        Que eu saiba, Paul Kurtz por exemplo é um reacionario muito ultrapassado (que fundou associações particulares pois na universidade não conseguiu impor sua filosofia),
        pai de um humanismo-secular de direita (fundametalismo que acredita ainda em progresso materialista e outras baboseiras) e de linhas dogmáticas como a eupraxsophy (cientificismo religioso), tudo muito pueril e para falar a verdade sua filosofia e suas premissas metodológicas não sobreviveram as criticas relatvistas da ciencia (que por sinal é a linha teórica cientifica hoje).
        Em qual universidade se ensina Paul Kurtz como filosofia da ciencia??? Quando citam é apenas para mostrar como pensava ingenuamente os racionalistas criticos da metade do sec XX, ou seja já era!
        Não quero de maneira nenhuma desvalorizar o evento de vcs não… só fiz uma critica construtiva, queria ver um debate de verdade, se puder apareço por lá.
        A primeira pergunta que eu faria é essa: Como a teoria cetica é recepcionada nas universidades hoje (pela ciencia contemporanea) pois que não me surpreende de não haver um debate de verdade entre o Sr. Benjamin Radford e um epistemólogo academico??? Para mim o ceticismo moderno é feito de praticões que fundam sociedades civis e clubes (revistas e propaganda) voltados para o publico leigo, falam que tem o aval da ciencia, que a representam mas no entanto não conseguem defender suas posições nas universidades.
        Mas posso estar errado…mas não é um seminário que vai me convencer.

    • Paulo Trin Junior says:

      Macc, você se refere ao Marcelo Gleiser? Aquele que afirmou categoricamente no programa do JO SOARES a pouca probabilidade de existir vida extraterrestre inteligente? Segundo ele, caso existissem, eles, os ETs, já deveriam, desde há muito, terem entrado pessoalmente em contato com alguém de alguma famosa universidade, especialmente um físico em seu laboratório ou departamento.
      Espero que não seja na hora do almoço…

    • Paulo Trin Junior says:

      Macc, você se refere ao Marcelo Gleiser? Aquele que afirmou categoricamente no programa do JO SOARES a pouca probabilidade de existir vida extraterrestre inteligente? Segundo ele, caso existissem, eles, os ETs, já deveriam, desde há muito, terem entrado pessoalmente em contato com alguém de alguma famosa universidade, especialmente um físico em seu laboratório ou departamento.
      Espero que não seja na hora do almoço…

      • Macc says:

        Pois é Paulo,
        Existe uma “categoria de cientistas” que são escolhidos pelo establishment para serem os porta vozes da educação científica. Infelizmente todo mundo sabe que o papel destes é apenas fazer propaganda para manter o poder da ciencia como uma narrativa confiável perante os formadores de opinião (ou seja, apaziguar as controvercias cientificas frente ao grande publico apresentando a ciencia como uma coisa uniforme, as teorias como verdades e os cientistas como heróis desinteressados).
        É um fenômeno mundial desde que a ciencia existe, haja puxa-saquismo paradigmático, só no jô Soares e no Fantástico mesmo. Quem não se delicia quando o Marcelo Gleiser aparece na telinha para contar a verdade “que todo mundo deveria acreditar” sobre como o universo surgiu, como evoluímos, ou como os dinossauros foram extintos?
        Normalmente tais senhores defendem o neohumanismo e o secularismo combatendo todas as vozes distoantes que vao de encontro aos interesses dos governos, ou seja, reproduzem o discurso “cético” (que como sabemos tá mais para dogmatismos e desinformação.
        Quem se beneficia desses Contos de Fadas? É só prestar a atenção ao que eles NÃO dizem…

  2. Andre says:

    Perfeita colocação Macc.

    Ceticismo dentro da ciência é um completo contrassenso pela origem, etimologia e filosofia da ciência no q diz respeito ao q se destina tal área do conhecimento.

    Tenho reservas quando determinadas linhas de pensamento dentro do ceticismo são praticamente transformadas em dogmas e pior, quando se aproximam da tecnocracia.

    • Mori says:

      Andre, sua segunda frase não ficou muito clara. A qual área do conhecimento se refere? À própria ciência? O ceticismo praticado por Radford foi definido, entre outros, pelo fundador da própria organização de que faz parte, o professor de filosofia da SUNY Paul Kurtz. É o ceticismo científico.
      Por favor, derrube essa rejeição desinformada e conheça melhor o pensamento crítico e movimento cético organizado. O evento com Radford é uma oportunidade, todos estão convidados.

  3. Alex Nunes says:

    Parabéns Mori! Tenho certeza que será um excelente debate. Críticas vazias e a ausência de argumentos só aumentam a necessidade de termos mais eventos iguais a esse.

    • Macc says:

      Criticar profundamente o que? Cade a teoria? O movimento cético só tem manifestos e regras positivistas, retorica já ultrapassada pale ciencia.

      • Alex Nunes says:

        Criticar profundamente pessoas que nem vc, que não apresentam argumentos e nem fatos contra o ceticismo. Apenas mostra sua opinião pessoal até com um certo rancor! Vc praticamente descreveu os céticos como pessoas que enganam os leigos e que rejeitam o conhecimento científico. E ainda disse que fez uma “crítica positiva”!

      • Macc says:

        Caro Alex, chorar e me xingar tão pouco vai esclarecer nada; e já que vcs sempre pedem evidencias e posições científicas, reintero minhas perguntas:
        - Cadê a teoria contemporanea que consegue defender as premissas epistemes do “ceticismo moderno” que vcs pregam dentro da ciencia?
        - Cadê o “debate” universitário de alto nível e de vanguarda?
        - Onde está o ceticismo (humanismo moralista) de P. Kurtz nos curriculos de ciencia?
        - Onde estao as autoridades do movimento cetico que publicam sobre metodologia científica?
        - Afinal, CADÊ CIENCIA (de “verdade” cmo vcs gostam de encher a boca), no que vcs fazem?
        Sem isso, o ceticismo nunca vai sair de clubinhos de leigos, de seminários no colégio, de livros para velhinas, de sites para quem não entende nada de ciencia (mas pensa que sabe).
        Assim, o que se conclui de algo que se diz uma coisa que não é? Segundo o ceticismo de vcs só há duas explicações para esse tipo de “fraude”: ou é uma seita para ganhar dinheiro ou para se iludir e masager a propria ignorancia e frustração com o mundo.

        Obs. Embora vc não tenha conseguido perceber meus argumentos, o principal é: Cadê a relevancia, a defesa e a proficiencia do “ceticismo moderno” na ciencia teórica atual (vindo de autoridades epistemes é claro)?

  4. Nuvvem Branka do laddo says:

    Que pena que será na Folha. Tantos auditórios em São Paulo para isso, porém será justamente lá.
    Infelizmente por questões particulares não posso por meus pés dentro do prédio sóbrio da Folha.
    E apesar de ter ótimos bares que servem excelentes cafézinhos ali ao redor.
    -
    É… quando sei por antecedência de bons programas, infelizmente, sempre têm bloqueios para minha participação.
    -
    Mas deixo aqui algumas colocações para o debate cético da Folha:
    Ceticismo e cienticifismo andam lado a lado?
    Ser cético é suficiente, é necessário, para a ciência?
    O método experimental está baseado em qual matemática? Na moderna matemática dos infinitéssimos do cálculo moderno? Mas essa matemática é suficiente para os céticos? Pois com quais conjuntos de números os céticos trabalham, com os dos números reais, ou o dos inteiros?
    Se a própria matemática moderna se baseia no infinito, como propor soluções céticas finitas?
    Etc.

    • Macc says:

      De qualquer forma, o que é que vem fazer aqui esses americanos?
      Vender livros, é claro!
      Interessante, pois…
      …Segundo a filosofia do “ceticismo científico”, se tá ganhando grana divulgando alguma ideia é porque é fraudador!!!

  5. Macc says:

    kakakakkaka… imagina botar matemática nesse angu…., a matemática do caos (que é dos anos 1960!) já derrubou a premissa Laplaceana sobre a previsibilidade do mundo e os ceticos ainda são positivistas…kakakaka

  6. Fabio says:

    Diálogo insólito entre irmãos gêmeos, um crente e um cético:

    Crente: “para onde vai a cegonha depois de entregar o bebê?”
    Cético: “para a cueca do papai, naturalmente.”

  7. Ary says:

    O que aconteceu com você kentaro. Por que demorou tanto tempo p postar alguma coisa?!!!! Você sabia q tem fans q esperam por você ??!!!! Até logo

  8. Alex Nunes says:

    “Macc”, aonde vc viu xingamento contra a sua pessoa nos meus comentários? Eu apenas acho que vc está sendo um tanto “fundamentalista” nas suas colocações. O ceticismo não é uma coisa inútil só porque VOCÊ acha isso!!! Qual o problema de haver um debate sobre ceticismo ? Nenhum!
    O ceticismo atrasa o desenvolvimento científico ? Claro que não!
    Foi através do questionamento que muitos cientistas provaram que a “criação” não foi obra de um “deus”.

    • Macc says:

      Tá bem Alex… vou explicar de outra maneira: Se eu sou “fundamentalista”, me fundamento na epistemologia da ciencia ATUAL, contemporanea, essa que já derrubou todos os argumentos em favor de uma leitura positivista e determinista do mundo, do “controle” e da “verdade” do conhecimento, essa que não acredita mais (pois provou isso) que a ciencia é algo diferente de qualquer ideologia. Quem pensava que a ciencia é uma forma neutra e garantida de saber a verdade do mundo deveria morar no sec XIX!!!
      O tripé do pensamento ocidental moderno: RAZÃO + VERDADE +OBJETIVIDADE já caiu nos circulos científicos desde a metade do sec XX.

      O que quero te dizer é que o ceticismo de internet, de clubinhos, de revistas, de palestras na Folha, é uma piada, é desatualizado em teoria cientifica pelo menos uns 50 anos, é uma forma de pensamento que não sobreviveu as criticas e a história, não passa de um movimento neohumanista politico e moralista que é financiado por interesses tecnocratas (o ceticismo moderno é muito útil sim, para quem o criou); por isso as universidades não ensinam e não se interessam em debater mais tais ingenuidades.
      E vc tem razão, não há nada de mau em debater ceticismo nos eventos do movimento cético, o que não concordo é que vcs se intitulem REPRESENTANTES DA CIENCIA; também sugeri que chamasem um epistemólogo “de verdade” para haver um debate “de verdade”, e que fosse numa universidade já que vcs dizem ue representam tais ideias, o lugar é lá. Foi só isso.

      Obs: A história das ciencias está cheia de exemplos onde o “dogmátismo disfarçado de ceticismo” atrasou o desenvolvimento das ciencias. Não sou religioso, mas não é verdade que os cientistas provaram que não existem forças sobrenaturais a ciencia só trabalha com (materia e energias conhecidas), eles apenas criaram explicações do mundo com premissas que não precisavam de fenomenos externos, isso não quer dizer que tais explicações estão corretas, podem estar errados… qualquer teologo ou filosofo de 5ª categoria sabem que ciencia e religião partem de logicas e de experiencias totalmente diferentes e que não se pode validar uma a partir da logica da outra, tenha paciencia…

      • semi-vazio says:

        Certo! vç está muito preocupado com dogmatismos filosóficos pois um relativista tem verdades como pura e asquerosa subjetividade, então que se “fodam as verades científicas sobre as leis da natureza e suas teorias” porque o desconstrucionista que é desconstrucionista só sabe considerar tudo no mundo instituição dogmática. Apenas porque a filosofia cientificista afirma ter verdades seguras sobre o funcionamento da natureza graças a experimentação científica.
        Quanto ao passionismo científico e filosófico dos leigos e entusiastas que os “cega” “da verdade ou da falta dela(seguindo sua filosofia cheia de dúvidas!)”, é bem interessante mostrar ao colega que apesar do relativismo e a imprevisibilidade da matemática do caos imperar nas instituições hoje é obviamente uma questão de conveniência como sempre para os estados e seus governos afinal a gente de toda nacionalidade em todo lugar hoje em dia, consequentemente com tantos credos num país só o relativismo político sempre vem bem a calhar com toda aquele pensamento colcha de retalhos. Se a ciência não o entusiasma é porque certamente o colega nunca participou de uma feira de ciências na escola e nunca sonhou em ser engenheiro ou cientista, até mais!

      • Nevi says:

        What!!!
        desculpe, entendi muito pouco do que vc disse…
        O reativismo trabalha com criticas sobre “a forma em que o conhecimento é formado (epistemologia)”, o empirismo e o positivismo sao formas ultrapassadas de se fazer ciencia, nao porque sairam de moda, mas porque nao sobreviveram a critica, que diz isso nao sou eu, mas a propria academia. Nesse sentido, a matematica do caos veio substituir um antigo paradigma (newtoniano) que nao resolvia os problemas das proprias observações. Aconselho a estudar mais a historia da ciencia e as teorias atuais sobre o que ė ciencia.
        agora, reduzir a discussao sobre ciencia a suas expectativas cultivadas em feiras de ciencias?… Ou do desejo de ser engenheiro! What…what…

      • cheio de dúvidas says:

        macc, como eu ouvi falar muito de voçê eu vim expôr uma discussão minha com um evangélico num fórum e queria a sua opinião, a discussão taí:
        teus ateus ,são inimigos D DEUS mais se não fosse ele ,ñ existiría nem o feijão Q vc come ” vcs são fracos ,muito fracos ,o mundo e suas iluzões fazem a cabeça de qualquer um ,primeiro me respondam D ond veio o sol ,a lua ,e d ond vem a agua Q vcs bebem ,e pra ond éla vai ,porQ éla? nunca acaba ,homens de pouca fé ,o da D vcs estão chegando ,abrç a todos e q Deus tenha piedade de um grão de areia Q são referent ao planeta ,………
        Da matéria.
        E de onde vem a matéria?
        Que eu saiba veio do Big Bamg.
        Ede onde veio/ausou o Big bang?
        Uma reação.
        Que reação?
        Uma das mais antigas, se não a mais antiga reação física que a ciência supõe.
        Sim, mais isso não responde de onde tudo veio ou o que criou tudo. Então me responda o que realmente criou tudo?
        Suponho que deva ter ocorrido um provável momento inicial para todo o universo, não significando que este seja a única coisa que exista e se existe alguma outra coisa ou tenha pré-existido, a ciência ainda não sabe
        o que é, por isso apenas podemos fazer suposições e afirmações hipotéticas.

  9. Alex Nunes says:

    Kentaro, esse debate vai ser disponibilizado em audio ou vídeo ?

  10. Animal says:

    Realmente, eu gostaria de ver uma discussão de algum tópico entre céticos, deveriam na maioria das vezes deixar de lado os zoadores que aparecem aqui como o Macc, tá tão na cara que o objetivo dele é zoar, e mais nada, é uma perda de tempo responder as desinformações postada pelo mesmo.

    • Macc says:

      Animal, na falta de respostas a sua solução é a que sempre me agrada mais pq fica na cara o amadorismo do ceticismo moderno… foge foge….

      • Macc says:

        kakakaka, ótimo… vai CRER em quem hoje?

        Pois é, e isso é que me irrita, os ceticos de internet levam a CIENCIA como se fosse uma mãezona que só fala a verdade. E o pior, acreditam exatamente nos cientistas que estão no poder, que servem ao estado (o Paizão) kakakaka…
        Ou então, quendo querem ser “neutros” citam um MC positivista lá do sec XIX, que já foi sabatinado até perder a linha e ninguem acredita mais funcionar…
        Da-lhe George Orwell !!!!!… Acordem, ciencia é religião!

      • Sergio Moreira says:

        Só faltava essa…As Olavets aqui no Ceticismo…
        Olavo só pensa em conspiração, não compreende o evolucionismo, é homofóbico e por aí vai. Sua existência tem sido de grande irrelevância. Deveria ter continuado sendo astrólogo.

      • Macc says:

        Esse é seu argumento, kakakaka,
        Vai procurar umas Sergevets lá na padaria onde vc é o rei dos xéticos sabe-tudo.

  11. juliana says:

    repito a pergunta do alex nunes. quem não puder assistir ao debate presencialmente vai poder assistir de outra forma?

  12. Fiscal says:

    Sinto informar aos caros Foristas, que o tópico será interrompido.
    Motivo: O Sr. Macc está “desviando o debate” querendo utilizar-se de subterfúgios conceituais epistoles que nos remetem a profundos questionamentos a cerca do nosso entendimento sobre o que é ciência; e como precisamos o, a, hã, preservar os arquivos para que futuros foristas os achem interessante; considerem esse debate encerrado.

  13. Nuvvem Branka do laddo says:

    Pois é fiscal…
    Tem um Blog do Paulo Henrique Amorim, o Conversaafiada, que chega a ter mais de mil comentários em certos posts. Com 500 para cima são vários.
    Quem sabe haverão futuros investigadores da história que irão elogiar isso, ao invés de repudiar. Pois no mínimo são provas de real participação opinativa popular, e não de omissão ou repúdio argumentativo do povo.
    Claro que existem problemas técnicos em alguns sites e seus provedores. Mas tenho esperança que isso possa sempre ser contornado, se for o caso aqui.
    Pois esgotar naturalmente um tema ou debate intelectual e cultural por gradativa falta ou esgotamento de idéias e argumentação é perfeitamente aceitável, mas por questões de projetada impaciência de possíveis leitores futuros é um tanto quanto indigesto e estranho.

  14. Paulo Trin Junior says:

    “Subterfúgios” como os de Macc parecem fazer falta aqui…

  15. Macc says:

    Para voltar ao post:
    Alguém foi no debate do Benjamin Radford?

    Como foi, contem mais, não pude ir, não moro na capital. E aí, teve controvérsias?; que ocorreu de interessante e quais foram as pérolas?

  16. Paulo Trin Junior says:

    Céticos, ao contrário dos que muitos “crentes pentecostais” e demais grupos religiosos pensam, estão longe, muito longe de formarem um grupo ideológico homogêneo, tal qual os céticos dogmáticos e absolutistas imaginem serem.

    • Fiscal says:

      Isso é o que o Sr pensa. Já estamos nos organizando em nível mundial; eu mesmo tentei ir ao debate do Sr. Benjamin com intuito de propor uma corrente internacionalista, organizada sob o nome de Ceticos Unificados. Tremei inimigos…

      • Paulo Trin Junior says:

        Você se manifesta como devoto e membro de uma nova seita ou ordem mundial. Parece-se muito com um tio meu, membro da Igreja Internacional da Graça de deus. Ele também evoca tremedeira nos outros quando questionado.

  17. Paulo Trin Junior says:

    AUDITOR FISCAL …
    Você se manifesta como devoto e membro de uma nova seita ou ordem mundial.
    Parece-se muito com um tio meu, membro da Igreja Internacional da Graça de deus.
    Ele também evoca tremedeira nos outros quando questionado.

    • Fiscal says:

      Muito engraçado o Sr…. Dr. Trin.
      Mais uma provocação dessas e serei obrigado a lhe estigmatizar continuadas vezes pela alcunha de TROLL.
      A técnica estigmatizadorijujutsu foi desenvolvida e somente pode ser utilizada por nosso segmento intelectual. Estou sendo paciente com o Sr…. Dr. Trin.

  18. Magno says:

    O ceticismo que deveria ser uma prática saudável do indivíduo, tornou-se mais uma seita das tantas que existe.

  19. lu says:

    Desculpem as bricadeiras de fiscal e o tamanho dos post, é só pra sacudir com o povo…
    Em um contexto de lutas internas surgiram na Grécia duas correntes filosóficas representando duas posições antagônicas: os sofistas e os Socráticos.
    Os sofistas eram materialistas, procuravam explicar a realidade concreta e sensível; distinguindo natureza e sociedade conceberam a idéia de que “ o homem é a medida de todas as coisas”…
    A aristocracia reagiu a esta forma de abordagem da realidade, e essa reação atingiu o próprio rumo da ciencia e do pensamento ocidental.
    O novo rumo foi dado por Sócrates e principalmente Platão, consistia em uma aristocratização do saber, no desviar a atenção das coisas externas ao homem para centrar nas internas, morais e psicológicas.
    Que tipo de abordagem dos problemas foi privilegiado pela cultura ocidental para servir de fundamento ao desenvolvimento do pensamento?
    Os sofistas ou os socráticos? hehehe
    a lógica aristotélica e sua forma de abordagem da realidade é a que foi privilegiada por nossa cultura como sendo a melhor e que ainda hoje norteia nossos atos e nosso pensamento; sua concepção hierarquizada e dicotomizada (bem x mal, verdadeiro x certo, sentimento x razão) do mundo foi promovida e valorizada pelas classes dominantes, que viram nela excelente meio de aperfeiçoar seus instrumentos de poder.
    Na estrutura mental grega o sujeito do conhecimento é passivo, a realidade é cncebida como uma presença, a fixação dos conceitos é categorial e a experimentação é probatória.
    Quando comparamos as características do pensamento racional elaborado na antiguidade clássica com as características da ciência moderna… seriam as mesmas?
    A supervalorização da apreensão racional como única forma de conhecer o mundo constitui um desafio a ser superado em nossa cultura…

    • Paulo Trin Junior says:

      Sim, interessante preleção (conceitual-didático-pedagógica), porém … o que tem a ver com a pergunta de MACC sobre a palestra e os comentários de MAGNO, FISCAL, NUVVEM BRANKKA DO LADDO e os meus?

      • lu says:

        Posso não ter alcançado meu objetivo, que foi coadunar com todos os posts do macc, anteriores ao citado por você; mais ainda instrumentalizar e reforçar a abordagem sugerida por ele.
        Por quê?
        Porque entendo ser esse o ponto mais importante de qualquer processo compreensível; esta ou aquela forma de tratar o objeto está intimamente ligada à própria estrutura mental da sociedade em determinada época (desculpe se torno-me repetitivo), o que se depreende no âmbito das questões propostas por macc senão um chamado a construção de uma conciencia critica? E nessa direção pretendi também, instigar o c0onhecimento da origem de nosso pensamento, já que o passado coexiste dentro de nós.
        E penso também Dr. Trin, que em uma análise mais ampla, a discussão intrínseca em meu comentário, permeia os posts dos colegas ciatdos.
        Nuvem,
        O fato de você não ter identificado precisamente meu posicionamento, não transforma necessariamente meu post em algo evasivo…
        Prolixo tento não ser, (mas sempre tenho a sensação de que o texto está incompreensível; certamente isso denota que não tenho a mesma facilidade que o amigo para escrever, apelo para sua compreensão)
        Impessoal; tentarei ser menos
        As reflexões geradas são minhas e como já disse, elas (na minha visão) englobam inclusive o assunto do post.

      • Macc says:

        Lu, depois da fase “fiscal” que foi absolutamente desastrosa, gostei das ultimas reflexões que são muito válidas (não sei porque ainda implicancia de alguns, nem quero saber)…

        É muito importante lembrar a história das ciencias (história social e filosófica) para mostrar que uma corrente de pensamento não é a VERDADE só porque tem muita gente que acredita nela, ou porque o estado a apoia, o conhecimento sobre algo é muito mais do que decorar manuais ou promover demonstrações e supostas provas materiais.

        Eu tinha postado um ótimo link (na minha opinião) sobre o “ceticismo”, sua concepção e limites lógicos:http://problemasfilosoficos.blogspot.com.br/2010/06/ceticismo.html
        ….mas ninguém comentou, vale a pena ler.

  20. Fabio says:

    Que tal discutirmos a industrialização do saber?

    • Macc says:

      Seria ÓTIMO tópico a INDUSTRIALIZAÇÃO DO SABER!!! “recomendo a leitura de “Contra o Método” de Paul K. Feyerabend:

      ….Um tema para o qual o autor dá grande atenção em “Contra o Método” é a educação científica que, sob a égide dos métodos empiristas, inculcaria nos pesquisadores um conjunto de regras de “boa conduta”, universais e atemporais.
      Para Feyerabend, pela maneira com que os professores ensinam ciência, levam na à uniformização, e “é possível, assim, criar uma tradição que se mantém una, ou intacta, graças à observância de regras estritas, e que, até certo ponto, alcança êxito.” 116 Em busca de “objetividade” e de “racionalidade”, esta educação, na visão do autor, embotaria a imaginação, o senso de humor e as crenças pessoais dos jovens pesquisadores. Fabricaria clones em série, operários especializados, máquinas que pensam “bem”, padronizadores dos produtos de uma ciência que se transformou em INDÚSTRIA.

      Ainda que concorde que esta pedagogia, de certo modo, permita algum sucesso, questiona se é desejável sustentá-la, na medida em que os mecanismos que dela derivam conduziriam à negação de todo senso crítico. Esta prática dogmática deveria, na visão do autor, ser “exorcizada”, pelo menos, por dois motivos básicos. Primeiro: em confronto com um mundo a explorar, complexo e desconhecido, nossos métodos podem, no máximo, nos permitir descobrir alguns fatos isolados, mas não os mistérios mais profundos da natureza. Segundo: o ensinamento por “castração” e massificação em nossas melhores escolas impede que se cultive um “individualismo” que favoreça o surgimento de seres humanos bem desenvolvidos. Portanto, o apoio à tradição, ao direito exclusivo dela de manipular o conhecimento e ter como conseqüência que todo resultado obtido por outros métodos seja prontamente eliminado, deve ser colocado em questão. A resposta que o autor dá para esta questão é “um firme e vibrante não”. Não se deveria apoiar esta tradição, na medida em que, na sua concepção, ela não nos no colocaria “abertos para as opções, sem restringi-las de antemão, [...] não pode ser conciliada com uma atitude humanista”. A possibilidade de se descobrir os mistérios da natureza exigiria, assim, a rejeição de padrões universais e metodologias rígidas.
      Feyerabend se opõe aos epistemólogos indutivistas e falsificacionistas afirmando que, cada um a sua maneira, se esforça para determinar um método universal e atemporal que garanta o avanço do conhecimento científico. Entretanto o exame do processo histórico revela o caráter simplista de suas análises e do perigo de suas pretensões normativas. A história da ciência mostraria, segundo o autor, que a riqueza da ciência, sua fecundidade e seu desenvolvimento, dependem muito mais da inventividade daqueles que efetivamente a produzem do que dos teóricos que tentam amarrá-la com as regras de uma metodologia “absolutista” e “doutrinal”.
      Contra as metodologias “doutrinais”, o autor propõe uma teoria anarquista do conhecimento: o anarquismo teórico ou epistemológico que difere não só do seu homônimo político, mas também do ceticismo. Difere do anarquismo político, por exemplo, na medida em que este, afirma Feyerabend, possui uma “ingênua e quase infantil confiança na ciência”.

      Recomendo fortemente a leitura, principalmente ao “Inter-céticos” de plantão.
      Ler mais em: http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/9607/9607_6.PDF

      • semi-vazio says:

        Resumindo o que o macc explicou sobre o pensamento de Paul Feyerabend:
        “é inevitável que os discursos das pessoas permaneçam completamente desconectados”. E por isso ele veio botar terror aqui no site do ceticismoaberto (que aliás é o melhor site sobre ceticismo/ateísmo do brasil) porque é um pós-estruturalista/relativista sedento em combater a verdade anti-metafísica da crença racional, como se estivesse(como todo relativista) buscando a incompreesível verdade metafísica do universo, e enquanto não acha continua pondo em dúvida todas as verdades ridicularizando o mecanicismo cartesiano e o absolutismo cético tanto clássico como moderno, só porque nosso mundo do século xx em diante é governado pelas dúvidas extremas da verdade trazidas pelas filosofias relativistas encucadas com os problemas da física e cosmologia.
        No fim, só as novas descobertas da “metódica instituição” e futuras conclusões das filosofias “certinhas e cheias de si pra não dizer religiões não metafísicas” num futuro incerto poderão por fim a bagunça do relativismo e seus fervorosos desconstrucionistas feito macc e lu.

    • Macc says:

      Semi-vazio, se ta mais para “todo vazio”,

      Eu não vim combater o pensamento positivista e racional de ninguém, o que eu vim fazer aqui foi:

      DENUNCIAR A AFIRMAÇÃO ABSURDA DE QUE CIENCIA É O MESMO QUE “POSITIVISMO” E “RACIONALISMO” FEITA EM SITES DE INTERNET QUE ESTÃO PRESTANDO UM DESSERVIÇO A EDUCAÇÃO PÚBLICA.

      OU QUE O CETICISMO É O MESMO QUE “POSITIVISMO” E “RACIONALISMO”.

      ESSAS SÃO FALÁCIAS ENORMES!
      FAÇO ISSO PELO BEM DA CIENCIA QUE ESTÁ SENDO USADA.

      OU TAMBEM COMBATO A AFIRMAÇÃO POLÍTICA DE QUE A LÓGICA MODERNA É A UNICA LOGICA POSSIVEL DAS CIENCIAS.

      Já há 50 anos, estamos num ambiente teórico científico metodológico pos-moderno, onde se descobriu que a ciencia não pode mais cultivar verdades, onde a objetividade não existe, a pluralidade metodológica é a unica solução e a neutralidade politica da ciencia é uma ilusão.

      Ou seja: Se combato alguma coisa, é interresse de um grupinho que está afirmando que a ciencia só possui um método e uma lógica (a deles é claro). Com isso aproveito e coloco os neo-humanistas e suas politicas tecnocratas no lugar onde eles realmente estão: Fora da ciencia atual!

      obs: Da metade para frente, o seu texto não faz sentido…(cheio de erros e contradições) recomendo que tente se explicar sem tentar falar bonito se não consegue.

  21. Nuvvem Branka do laddo says:

    Prezado,a Lu,
    De dialética e prolixidade o mundo já está cheio, sua contribuição é desnecessária.
    Este espaço, porém, seria enriquecido de forma positiva com uma contribuição sua menos impessoal e evasiva. Ou será que ainda não consegues gerar suas próprias reflexões sobre o assunto em pauta neste post?
    E ainda que elas possam tender para esse ou aquele lado, para mais ou menos acerto. Estaremos prontos a combatê-las, negativá-las ou apoiá-las.
    -
    Que o Sol do bom saber ilumine seus pensamentos!

  22. Nuvvem Branka do laddo says:

    Abaixo seguem apenas considerações pessoais…
    Sobre textos prolixos, espero contribuir e não dizer besteiras.

    Todo texto que quer falar de um assunto, mas é feito de vários pequenos parágrafos, cada um trazendo idéias e + idéias, acaba tornando confusa sua hipótese e conclusão.

    Aquela velha fórmula de três parágrafos, para lançar um argumento, com início, meio e fim bem identificáveis, para mim sempre é mais apetecível. E menos peripatética – em que muitas vozes (questionamentos) se pronunciam, ou querem se pronunciar, ao mesmo tempo.

    PS: Entretando, claro que há verdadeiros mestres da sofística, dialética, prolixidade, principalmente acha visto certos políticos e juristas, suas falas e seus textos. Aqui no Brasil há vários deles. E isso me faz refletir sobre algo… a meu ver o lugar em que mais falta faz inúmeros céticos não é na ciência brasileira, mas na nossa política.

  23. Macc says:

    Bom, percebi que eu fiquei argumentando sobre a epistemologia contemporanea sem postar referencia, então, para quem não conhece as criticas atuais que desconstróem a “ciencia” como um empreendimento “descritivista” e “realista” de formação de conhecimento, e não entendeu minhas colocações sobre a critica atual contra as posturas Metodistas da ciencia (da fragilidade do racionalismo e empirismo do método), recomento a leitura de:

    “Scientific Rationality: The Sociological Turn”, de David Bloor (BLOOR, D. “The Strengths of the Strong Programme”, Scientific Rationality: the Sociological Turn, J.R. Brown (ed), Edited by Reidel Publishing Company, 1984.)

    Nesse link, tem o capítulo I que é bem didático (em ingles): http://shodhganga.inflibnet.ac.in/bitstream/10603/1627/7/07_chapter%201.pdf

    É uma boa leitura para se entender o impacto que tiveram os programas de investigação em filosofia e sociologia da ciencia nos ultimos 50 anos.

    bon appetit

    • semi-vazio says:

      Ao negar a verdade, o relativista nega o direito de sustentar qualquer afirmação. É por isso que ele é inconveniente, sempre ficando à margem, nunca jogando o jogo. Macc gosta das “guerras da verdade”.

      • Nevi says:

        Engano seu,

        Ao negar a “possibilidade de existir verdades”, eu nāo deixo de sustentar afirmaçoes, muito pelo contrário, eu defendo a sustentaçao de infinitos pontos de vista, cada um tendo a mesma importancia.

        Sustentar verdades é uma postura politica colonialista de origem eurocentrica, que queria empurrar sua logica moderna para o mundo, a ciencia foi uma ferramenta dessa logica por muito tempo com o positivismo logico, até este ser desmascarado na metade do sec XX, hoje já esta praticamente liberta.

        Se vc nao sabe o que é relativismo epistemico, o melhor nao postar nada para nao passar vergonha.

  24. João Santos says:

    O pedaço mais elementar do mais simples elemento ainda não foi totalmente elucidado, digo, o átomo de hidrogênio ainda tem lacunas a serem destrinchadas, mesmo com o colossal acelerador do CERN. Mas continuamos a observar uma plolífera casta de senhores da verdade absoluta. Oh! eu vos adoro Senhor Homo Sapiens !

  25. João Santos says:

    Oooopss! “PROLÍFERA” – o asno zurrando por clemência…

  26. João Santos says:

    O ASNO, após toda uma vida de meditação, acabou descobrindo que o ridículo capim é mais inteligente e generoso que ele. Mais inteligente porque já resolveu definitivamente seu problema alimentar e mais generoso porque, embora saiba que o ASNO precisa devorá-lo para sobreviver, não desenvolveu pernas para escapar do seu predador, pois o mataria de fome.

  27. semi-vazio says:

    uau macc é um super computador a serviço do desconstrucionismo então fala sabichão o que é verdade e o que não é para vç?

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