Ciência Stanford_Prison

Published on agosto 30th, 2009 | by Kentaro Mori

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Os 20 experimentos mais bizarros da história

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Alex Boese, prévia de Elephants on Acid
tradução autorizada, cortesia do “blog dukaramba

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Para pesquisar meu novo livro, Elephants on Acid (algo como “Elefantes com LSD”), eu vasculhei arquivos científicos buscando pelos mais bizarros experimentos de todos os tempos — o tipo que é estupenda e completamente estranho… o tipo que o faz pensar “como alguém pode conceber fazer uma coisa assim?”.
Listados abaixo estão vinte destes experimentos. Você encontrará todos eles (e em torno de 80 outros) discutidos em maior detalhe em meu livro em inglês, publicado no mês de novembro de 2007 pela editora Harcourt. A Kirkus Reviews o chama de “um dos melhor livros para leitura no banheiro sobre ciência/história de todos os tempos”.
Há muito mais no livro do que é apresentado aqui. Você pode comprá-lo agora na Amazon.

1 – Elefantes e LSD

O que acontece se você der LSD a um elefante? Numa sexta-feira, dia 3 de agosto de 1962, um grupo de pesquisadores de Oklahoma decidiu descobrir.

Warren Thomas, diretor do zoológico municipal, aplicou 297 miligramas de LSD em Tusko, o elefante. Dois outros cientistas, Louis Jolyon West e Chester M. Pierce, da faculdade de medicina da Universidade de Oklahoma, o acompanhavam.

A dose usada corresponde a 3 mil vezes a dose típica utilizada em seres humanos. É a maior dose de LSD jamais administrada a um ser vivo.

Posteriormente os cientistas explicaram que a experiência foi planejada para descobrir se o LSD induziria o elefante ao estado de musth (um frenesi temporário que alguns machos às vezes experimentam durante o qual se tornam extremamente agressivos e secretam uma substancia de odor desagradável pelas glândulas temporais). Alguns críticos, no entanto, alegam que não passou do desejo de satisfazer uma curiosidade doentia.

Seja lá qual foi a razão do experimento, ele não saiu como planejado. Tusko reagiu como se tivesse sido picado por uma abelha. Trombeteou por seu cercado por alguns minutos e então caiu de pernas para o ar. Horrorizados, os pesquisadores tentaram revivê-lo, mas cerca de uma hora depois o elefante estava morto. Os três cientistas concluíram constrangidos “Parece que elefantes são altamente sensíveis aos efeitos do LSD”.

Nos anos que se seguiram houve controvérsia acerca da causa da morte do animal. Alguns alegavam que não foi o LSD o causador do óbito, mas sim as drogas utilizadas para tentar reanimá-lo. Então, vinte anos depois, Ronald Siegel, da Universidade de Los Angeles, decidiu dar fim ao debate administrando a mesma dose de LSD a dois outros elefantes.

Ao invés de injetar o LSD, Siegel misturou a droga na água. Quando administrado dessa forma o LSD parece não ser fatal aos animais. Os elefantes não só sobreviveram como permaneceram calmos. Ficaram vagarosos, balançando para frente e para trás e emitiram ruídos estranhos parecidos com chios e trinados, mas em algumas horas já estavam de volta ao normal.

Entretanto, Siegel observou que a dosagem que Tusko recebeu pode ter excedido o limiar de toxicidade, de forma a ser impossível precisar a causa da sua morte.

A polêmica continua.

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2 – Obediência

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Imagine que você é voluntario para um experimento científico. Quando você chega ao laboratório descobre que os pesquisadores querem que você mate uma pessoa. Você protesta, mas os cientistas são categóricos “O experimento requer que você faça isso”. Você concordaria e mataria a pessoa?

Quando perguntados sobre o que fariam em uma situação semelhante quase todos respondem prontamente que obviamente se recusariam a cometer o assassinato. Mas o famoso Experimento da Obediência de Stanley Milgram, conduzido na universidade de Yale na década de 60, revelou que essas pessoas estão erradas. Se o pedido for feito de maneira adequada, quase todos nós cederíamos e nos tornaríamos assassinos obedientes.

Milgram disse aos voluntários que eles faziam parte de um experimento para determinar o efeito da punição no aprendizado. Um dos voluntários (que era na verdade um ator em cooperação com Milgram) faria o papel do Aprendiz e tentaria memorizar uma série de palavras. Os outros voluntários (os voluntários reais) acompanhariam a leitura com um gabarito e dariam uma descarga elétrica no argüido a cada vez que ele errasse. A cada resposta errada os choques aumentavam 15 volts de potência.

O experimento começava. O aprendiz errava propositalmente e logo a potência do choque chegava a 120 volts. Nessa altura o aprendiz começava a chorar e a reclamar da dor. Em 150 volts o aprendiz começava a gritar de dor e a implorar pra que o deixassem sair. É claro que era tudo atuação, mas os voluntários, que nada sabiam, começaram a hesitar e perguntaram aos pesquisadores o que deveriam fazer. A resposta era sempre a mesma “O experimento requer que você continue”.

Milgram não tinha nenhum interesse nos efeitos da punição no aprendizado. O que ele queria na verdade era saber quanto tempo as pessoas demorariam para se recusar a apertar o botão de choque. Será que permaneceriam obedientes à autoridade dos pesquisadores a ponto de matar alguém?

Para a surpresa de Milgram, mesmo podendo ouvir os gritos agonizantes do aprendiz que vinha da sala ao lado, dois terços dos voluntários continuaram a pressionar o botão até atingir a potência máxima de 450 volts, quando o aprendiz caiu em um silencio assustador, aparentemente morto.

Alguns dos voluntários tremiam e suavam, enquanto alguns riam histericamente, mas continuaram a apertar o botão. Mais perturbador ainda: quando os voluntários não podiam ver nem ouvir o aprendiz a cooperação era de quase 100%. O que os olhos não vêem o coração não sente, afinal.

Posteriormente Milgram comentou “Eu diria, com base em milhares de pessoas que observei durante os experimentos e na minha própria intuição, que se um sistema de campos de extermínio como os da Alemanha nazista fosse implantando nos Estados Unidos, seria possível encontrar trabalhadores e encarregados pelo seu funcionamento em qualquer cidade de médio porte do país”.

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3 – O cachorro de duas cabeças de Demikhov

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Em 1954 Vladimir Demikhov chocou o mundo quando revelou uma monstruosidade cirurgicamente criada. Um cachorro de duas cabeças.

Ele criou a criatura em um laboratório localizado nos arredores de Moscou, onde enxertou a cabeça, ombros e pernas frontais de um filhote no pescoço de um pastor alemão.

Demikhov preparou uma apresentação diante de repórteres de todo o mundo. Jornalistas suspiravam enquanto as duas cabeças se debruçavam para beber simultaneamente em uma tigela de leite e estremeciam enquanto o leite da cabeça do filhote pingava do tubo desconectado de seu esôfago.

A União Soviética ostentou o cachorro como prova da proeminência médica da nação.

No decorrer dos quinze anos seguintes Demikhov criou um total de vinte outros cachorros de duas cabeças. Nenhum deles viveu por muito tempo, sendo vítimas inevitáveis das conseqüências de rejeição de tecido. O recorde foi de um mês.

Demikhov explicou que os cachorros faziam parte de uma série de experimentos que tinham o objetivo de descobrir uma técnica para o transplante de coração e pulmão humanos.

Em 1967, o cirurgião sul-africano Christian Barnard foi o primeiro a transplantar um coração, mas Demikhov é amplamente reconhecido como o seu precursor.

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4 – A iniciação de comportamento heterossexual em um homossexual masculino

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Em 1954 James Olds e Peter Milner da Universidade de McGill descobriram que a região septal é o centro de prazer do cérebro. Estímulos elétricos nessa região produzem sensações de intenso prazer e excitação sexual.

Os cientistas demonstraram sua descoberta inserindo fios no cérebro de um rato e mostrando que quando o rato descobria que podia se proporcionar prazer pressionando um pedal (que envia um estímulo elétrico para o cérebro) ele passava a pressionar o pedal compulsivamente, mais de duas mil vezes por hora.

Em 1979, Robert Heath da Universidade de Tulane concebeu uma aplicação ainda mais original para a descoberta de Olds e Milners. Heath decidiu testar se o repetido estímulo da região septal poderia transformar um homossexual em heterossexual.

Heath se referia a seu paciente homossexual como B-19. Eletrodos de teflon foram inseridos na região septal do cérebro de B-19 para a qual eram enviados estímulos cuidadosamente controlados.

Em pouco tempo o jovem começou a relatar indícios de motivação sexual. Heath então improvisou um aparelho que permitia que o paciente B-19 se auto-estimulasse.

B-19 logo se tornou obcecado com o botão do prazer. Em uma sessão de três horas pressionou o botão 1.500 vezes até o ponto que, segundo Heath, “estava sofrendo de uma euforia subjugante e teve que ser desconectado”.

A essa altura a libido de B-19 estava tão em alta que Heath decidiu iniciar o último estágio da experiência no qual B-19 seria apresentado a uma parceira.

Com permissão judicial Heath providenciou o encontro de B-19 com uma prostituta de 21 anos em seu laboratório. Os dois foram deixados a sós em uma sala e por mais de uma hora B-19 não fez nada. Quando a garota de programa tomou a iniciativa, no entanto, B-19 correspondeu e os dois transaram.

Pouco se sabe sobre a vida de B-19 depois disso. Heath declarou que o homem voltou à antiga vida de prostituição homossexual, mas que também teve um caso com uma mulher casada.

Heath concluiu que o “tratamento” foi parcialmente bem sucedido, mas nunca mais tentou converter outros homossexuais.

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5 – A cabeça de um cachorro

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O que pode ser mais terrível que criar um cachorro de duas cabeças? Que tal manter a cabeça de um cachorro viva SEM o seu corpo?

Desde a Revolução Francesa, quando a guilhotina enviou milhares de cabeças rolando para cestas, cientistas se perguntam se seria possível manter uma cabeça viva sem o corpo, mas foi só em 1920 que alguém conseguiu uma resposta.

O médico soviético Sergei Brukhonenko criou uma máquina primitiva que exercia as funções do coração e do pulmão à qual ele batizou de “autojetor”. Com o auxílio do aparelho ele conseguiu manter viva a cabeça de um cachorro.

Brukhonenko exibiu uma cabeça viva de cachorro em 1928 diante de uma audiência de cientistas internacionais no Terceiro Congresso de Fisiologistas da URSS.

Para provar que a cabeça sobre a mesa realmente estava viva ele a fez reagir a estímulos. Brukhonenko bateu com uma marreta na mesa, e a cabeça hesitou. Lançou luz em seus olhos, que piscaram. O médico chegou ao ponto de alimentá-la com um pedaço de queijo, que imediatamente caiu pelo tubo esofagueal do outro lado.

A cabeça de cachorro foi assunto de discussões em toda a Europa e inspirou o dramaturgo George Bernard Shaw a dizer “Estou tentado a ter minha própria cabeça cortada de forma que eu possa continuar a ditar peças e livros sem ser importunado por doenças, sem ter que me preocupar em me vestir e comer, tendo como única ocupação a criação de obras primas das artes dramáticas e da literatura”.

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6 – Homem Macaco

Por décadas circularam rumores acerca de experiências soviéticas com o intuito de criar um híbrido entre o homem e o macaco através do cruzamento de chimpanzés com humanos. Mas foi só após o colapso da União Soviética e a abertura dos arquivos russos que os rumores foram confirmados.

O Doutor Ilya Ivanov era um especialista em biologia reprodutiva veterinária mundialmente reconhecido. Em 1927 ele viajou para a África a fim de pesquisar meios de criar um híbrido.

Suas pesquisas não foram bem sucedidas, em grande parte graças à equipe do laboratório na Guiné Ocidental onde ele trabalhou. Temendo as conseqüências, Ivanov teve que esconder de seus companheiros o real propósito de suas pesquisas. A necessidade de conduzir o experimento em segredo tornou impossível obter resultados positivos, embora tenham sido registradas duas tentativas bem sucedidas de inseminar chimpanzés fêmeas com esperma humano.

Frustrado, Ivanov eventualmente voltou à União Sovi�
�tica trazendo consigo um orangotango, batizado de Tarzan, com quem ele esperava dar prosseguimento a suas pesquisas.

Anúncios foram feitos em busca de voluntárias para carregar o filho do macaco e, surpreendentemente, algumas mulheres se interessaram. Mas o orangotango morreu e Ivanov foi enviado para um campo de prisioneiros, dando fim à sua pesquisa.

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7 – O Experimento da Prisão de Stanford

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Philip Zimbardo queria descobrir porque as prisões são lugares tão violentos. Seria pela natureza violenta dos prisioneiros ou pelo efeito corrosivo da estrutura de poder característica do lugar?

Para descobrir, Zimbardo criou uma prisão falsa no porão do departamento de psicologia da Universidade de Stanford. Aos voluntários, todos com ficha criminal limpa e resultados normais em exames psicológicos, foram designados aleatoriamente os papeis de prisioneiro ou de guardas. Seu intuito era de não interferir por duas semanas e observar como eles interagiriam.

O que aconteceu em seguida virou lenda.

As condições sociais na prisão de mentira deterioraram-se com uma velocidade incrível. Na primeira noite os prisioneiros encenaram uma revolta e os guardas, se sentimento ameaçados pela insubordinação, reagiram com dureza. Inventaram formas de impor a disciplina usando métodos como revistas aleatórias durante as quais os prisioneiros eram deixados nus, minimizar os privilégios do banheiro, abuso verbal, privação de sono e de comida.

Sob essa pressão os prisioneiros começaram a ruir. O primeiro desistiu apenas trinta e seis horas depois, gritando que se sentia “como se estivesse queimando por dentro”. Dentro dos seis dias que se seguiram outros quatro prisioneiros desistiram, um dos quais sofria de erupções na pele por todo o corpo causadas pelo estresse. Ficou claro para todos eles que os novos papeis estavam rapidamente se tornando mais que apenas um jogo.

Até mesmo Zimbardo se sentiu seduzido pela psicologia corrosiva da situação. O médico começou a ter delírios paranóicos de que os prisioneiros estariam planejando uma fuga e chegou a contatar a polícia real. Felizmente, a essa altura o pesquisador percebeu que as coisas haviam ido longe demais. Apenas seis dias haviam se passado e os estudantes felizes e saudáveis haviam se tornado prisioneiros deprimidos e guardas sádicos.

Zimbardo convocou uma reunião no dia seguinte e disse que todos podiam ir pra casa. Os prisioneiros restantes se sentiram aliviados, mas os guardas ficaram nervosos, estavam se acostumando e gostando do novo papel.

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8 – Expressões faciais ao decapitar um rato

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Em 1924 Carney Landis, um estudante de psicologia na Universidade de Minnesota, desenvolveu um experimento para descobrir se as emoções evocavam expressões faciais características. Por exemplo: há uma expressão que todos usamos para demonstrar choque? E uma expressão para demonstrar nojo?

A maioria dos voluntários do experimento de Landis eram colegas de faculdade. Ele os levou até seu laboratório e pintou linhas em seus rostos para poder observar melhor os movimentos de seus músculos faciais. Em seguida os voluntários eram expostos a uma variedade de estímulos projetados para provocar uma forte reação psicológica.

Landis registrava cada reação com fotografias. Os voluntários tinham que cheirar amônia, olhar fotografias pornográficas e enfiar a mão em um balde cheio de sapos pegajosos. O clímax da experiência era quando Landis entregava-lhes uma bandeja com um rato vivo e pedia-lhes que o decapitasse.

A maioria resistia ao pedido, mas no fim, dois terços dos voluntários fizeram o que lhes foi pedido. Diante da resposta negativa do um terço que se recusou a obedecer, Landis pegou a faca e decapitou o rato ele mesmo.

O experimento demonstrou o grande desejo e disposição das pessoas de obedecerem aos pedidos dos pesquisadores, a despeito do quão bizarro os pedidos possam ser, antecipando os resultados da experiência de Milgram em quase 40 anos. Entretanto, Landis nunca percebeu que a obediência dos voluntários era muito mais interessante que suas expressões faciais. O cientista se manteve fixo em seu objetivo, mesmo não tendo obtido sucesso em encontrar um padrão de expressões.

9 – O médico bebedor de vômito

Até onde você iria para comprovar uma teoria? No começo do século 19 Stubbins Ffirth, um estagiário de medicina na Filadélfia, foi mais longe que a maioria das pessoas. Bem mais longe.

Tendo observado que a febre amarela se alastrava durante o verão, mas desaparecia durante o inverno, Ffirth conclui que não se tratava de uma doença contagiosa. Segundo sua teoria a doença seria causada por um excesso de estimulantes como o calor, comida e barulho.

Para provar seu ponto de vista Ffirth se prontificou a mostrar que por mais que fosse exposto à febre amarela, ele não a contrairia. Inicialmente o estudante de medicina fazia pequenas incisões em seu braço e derramava sobre elas vômito colhido de pacientes com febre amarela. Ele não ficou doente.

Então ele pingou um pouco de vômito em seus olhos. Fritou um pouco da substancia em uma frigideira e inalou o vapor. Colocou um pouco em uma pílula e a ingeriu. Finalmente começou a tomar copos cheios de vômito puro. Mesmo assim não ficou doente.

Ffirth finalizou seu experimento untando-se com outros fluidos de pacientes de febre amarela: sangue, saliva, suor e urina.

Com a saúde intocada Ffirth considerou sua teoria provada. Infelizmente ele estava enganado. Hoje sabemos que a Febre Amarela é muito contagiosa, mas é preciso que a transmissão seja feita diretamente através da corrente sanguínea, geralmente pela picada de um mosquito, para causar a infecção. Ainda assim, considerando tudo que Ffirth fez pra se infectar, é um milagre que tenha permanecido vivo.

10 – Lavagem cerebral benéfica

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O Dr. Ewen Cameron acreditava ter encontrado uma cura para a esquizofrenia. Sua teoria era de que o cérebro poderia ser reprogramado para ser saudável através da imposição de novos padrões de pensamento.

Seu método consistia em fazer os pacientes usarem fones
de ouvido e ouvirem mensagens tocadas repetidas vezes por dias ou até mesmo semanas. Ele chamava o método de “condução psíquica”, mas a imprensa o batizou de “lavagem cerebral benéfica”.
Durante a década de 50 e o início da década de 60 centenas dos pacientes do Dr. Cameron na Allan Memorial Clinic em Montreal, se tornaram suas cobaias inconscientes – tendo ou não esquizofrenia. Alguns pacientes deram entrada na clínica com problemas simples como ansiedade causada pela menopausa para se verem sedados com barbiturato, amarrados a uma cama e forçados a ouvir por dias a mensagens como “As pessoas gostam de você e precisam de você. Você confia em si mesmo”.

Em uma ocasião, para testar a técnica, Cameron fez os pacientes dormirem com drogas enquanto ouviam à mensagem “Quando você avistar um pedaço de papel, você irá pegá-lo”. Posteriormente ele os levou a um ginásio vazio, no meio do qual havia um pedaço de papel. Cameron observou com alegria que muitos dos pacientes foram direto até o pedaço de papel para pegá-lo.

A CIA se interessou pelas experiências de Cameron e passou a financiá-lo, mas eventualmente a agência concluiu que os experimentos eram um fracasso e cortou a verba. O próprio médico declarou que os experimentos haviam sido “uma viagem de dez anos pela estrada errada”.

No final da década de 70 um grupo de ex pacientes de Cameron processou a CIA pelo apoio dado a seu trabalho e conseguiram, em um acordo extra judicial, um ressarcimento em dinheiro cujo valor é desconhecido.

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11 – Transplante de cabeça de macaco

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A revelação do cachorro de duas cabeças de Vladimir Demikhov em 1954 desencadeou uma disputa bizarra entre os dois super poderes da época: EUA e URSS.

Determinado a provar que os seus cirurgiões eram os melhores do mundo, o Governo Americano passou a financiar o trabalho de Robert White, que então trabalhava em uma série de cirurgias experimentais em seu centro de pesquisas cerebrais em Cleveland, resultando no primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo.

O transplante ocorreu em 14 de março de 1970. White e seus assistentes levaram horas para remover cuidadosamente a cabeça de um macaco e transplantá-la para um corpo novo. Ao despertar e descobrir que seu corpo havia sido trocado, o macaco fulminou White com os olhos e brandiu-lhe os dentes.

O animal sobreviveu um dia e meio antes de sucumbir a complicações da cirurgia. As coisas poderiam ter sido piores pra ele, no entanto. White observou que, do ponto de vista cirúrgico, teria sido mais fácil implantar a cabeça ao contrário.

O médico imaginou que se tornaria um herói, mas o público ficou extremamente chocado com a experiência. A despeito da rejeição, White prosseguiu com uma campanha em busca de fundos para financiar a pesquisa para um transplante de cabeça humana.

Ele viajou o país na companhia de Craig Vetovitz, um quase quadriplégico, voluntário para ser o primeiro a ser submetido ao procedimento. Embora ainda não tenha acontecido, Robert White ainda espera realizar a cirurgia.

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12 – O touro de controle remoto

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Parado sob o sol quente em uma arena em Cordova, Espanha, Jose Delgado, um pesquisador de Yale, encarava um touro imenso. O animal tomou distância, e arremeteu contra o cientista, ganhando cada vez mais velocidade. Delgado, embora aparentemente indefeso, não expressava medo. Quando o touro estava a poucos centímetros, o cientista sacou um controle remoto e apertou um botão. O aparelho enviou um sinal para um chip implantado no cérebro do animal que imediatamente parou, bufando algumas vezes e, em seguida, se afastando pacificamente.

O experimento de Delgado na arena foi uma demonstração da habilidade de seu “stimoceiver” de manipular o comportamento. O stimoceiver era um chip de computador, operado via controle remoto, que poderia ser usado para estimular diferentes regiões do cérebro do animal. Tais estímulos produziam uma variedade de efeitos, incluindo o movimento involuntário dos membros, a indução de emoções como amor ou ódio e inibição de apetite.

É de se surpreender que um experimento que parece tanto ficção cientifica tenha ocorrido em 1963. Durante as décadas de 70 e 80 os pesquisadores da área de estímulos elétricos do cérebro foram desaparecendo, estigmatizados pela idéia de que seus experimentos poderiam controlar a vontade e os desejos das pessoas.

Recentemente a área tem entrado e evidência novamente com relatos de ratos, pombos e até mesmo tubarões controlados por controle remoto.

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13 – O macaco e a criança

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A história está repleta de relatos sobre bebês criados por animais. Na maioria destes casos as crianças continuam a agir como animais mesmo quando reintegrados à sociedade. O psicólogo Winthrop Kellogg se perguntou o que aconteceria em uma situação contrária. E se um animal fosse criado por humanos como igual? Ele agiria como um deles?

A fim de responder a essa questão em 1931 Kellogg levou uma chimpanzé de sete meses para sua casa. A macaca, chamada Gua, foi criada por ele e por sua esposa como se fosse humana e tratada exatamente da mesma forma que tratavam Donald, o filho de 10 meses do casal.

Donald e Gua brincavam juntos, comiam juntos e eram ambos submetidos a testes regulares para registrar seu desenvolvimento. Em um desses testes Kellogg suspendeu um biscoito no teto da sala e cronometrou quanto tempo seus “filhos” levavam para pegá-lo.

Gua geralmente se saía melhor nesse tipo de testes, mas em termos de aquisição de linguagem seu desempenho foi frustrante. A chimpanzé parecia não conseguir assimilar a capacidade de fala. Surpreendentemente o mesmo parecia acontecer com Donald. Nove meses após o início do experimento suas habilidades de comunicação não eram muito melhores que a de Gua.

Quando um dia o garoto demonstrou fome emitindo um “latido” semelhante ao que Gua usava para pedir com
ida, o casal decidiu que o experimento havia ido longe demais. Donald evidentemente precisava de amigos de sua própria espécie e em 28 de março de 1932 Gua foi enviada de volta para o centro de primatas. Nunca mais se ouviu falar dela.

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14 – “Minhas unhas são terrivelmente amargas”

Numa noite de verão de 1942 o Professor Lawrence Leshan se encontrava parado na escuridão de uma cabana em um acampamento no norte do estado de Nova Iorque. À sua frente um grupo de garotos dormia. Leshan começou então a repetir em voz alta “Minhas unhas são terrivelmente amargas. Minhas unhas são terrivelmente amargas”.

Hoje esse tipo de comportamento poderia colocar alguém em um hospício ou na prisão, mas Leshan não era louco nem criminoso. Ele estava conduzindo um experimento de aprendizado durante o sono. Todos os garotos haviam sido diagnosticados como roedores de unha crônicos, e Leshan queria descobrir se a exposição noturna à sugestão negativa sobre roer unhas poderia livrá-los do hábito.

Inicialmente o pesquisador usou um fonógrafo para transmitir a mensagem. O aparelho repetia a mensagem 300 vezes por noite enquanto os garotos dormiam. Mas cinco semanas após o início do experimento o fonógrafo quebrou. Leshan improvisou ficando parado no escuro e recitando a mensagem ele mesmo.

Ao fim do verão Leshan examinou as unhas dos garotos e concluiu que 40% deles haviam parado com o hábito. O efeito de sugestão durante o sono parecia ser real.

A conclusão foi posteriormente contestada, entretanto. Em 1956, em um experimento na Faculdade de Santa Monica, William Emmons e Charles Simon utilizaram um eletro encefalograma para se certificarem que os voluntários estavam realmente dormindo antes de enviar a mensagem. Os efeitos da sugestão desapareceram.

15 – A eletrificação de cadáveres humanos

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Em 1780 o professor de anatomia italiano Luigi Galvani descobriu que uma fagulha de eletricidade poderia fazer os membros de um sapo morto se moverem. Logo cientistas de toda a Europa estavam repetindo seu experimento. Mas não demorou muito até que se cansassem de sapos e decidissem tentar um animal maior. O que aconteceria se um cadáver humano fosse eletrificado?

O sobrinho de Galvani, Giovanni Aldini, viajou pela Europa oferecendo espetáculos de revirar o estômago. Sua mais celebrada demonstração ocorreu em 17 de janeiro de 1803 quando ele aplicou os pólos de uma bateria de 120 volts ao corpo do assassino executado, George Forster.

Quando Aldini introduziu fios na boca e nas orelhas do morto, os músculos de sua mandíbula se agitaram e seu rosto se contorceu em uma expressão de dor. Seu olho esquerdo abriu como se para observar seu carrasco. Para o grand finale Aldini prendeu um fio em sua orelha e outro em seu reto. O cadáver de Forster iniciou uma dança repugnante. O London Times escreveu “Pareceu aos desinformados da platéia que o cadáver estava sendo ressuscitado”.

Outros pesquisadores conduziram experiências semelhantes na esperança de reviver os mortos sem sucesso.

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16 – Vendo através dos olhos de um gato

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Em 1999 um grupo de pesquisadores liderados pelo Dr. Yang Dan, um professor de neurobiologia na Universidade da Califórnia, anestesiou um gato com pentotal de sódio e o prendeu firmemente a uma armação cirúrgica. Em seguida colaram receptores feitos de metal em seus globos oculares e o forçaram a olhar para uma tela que mostrava repetidamente cenas de árvores balançando ao vento e um homens usando uma camisa de gola rulê.A experiência que lembra a lavagem cerebral mostrada em Laranja Mecânica era na verdade uma tentativa de entrar no cérebro de outra criatura e ver diretamente através de seus olhos.

Os pesquisadores inseriram eletrodos no centro responsável pelo processamento da visão do gato. Os eletrodos mediam a atividade elétrica das células cerebrais e transmitiam essa informação para um computador que a decodificava e transformava em imagem. As mesmas imagens que o gato observava na tela eram transferidas, através de seus olhos, para o computador no outro lado da sala.

O potencial comercial da tecnologia é ilimitado. Câmeras que gravam através dos olhos, fotografias tiradas com um piscar de olhos, espionagem. Use a imaginação.

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17 – Desestimulando sexualmente perus

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Perus machos não são muito exigentes. Dê a um peru qualquer coisa parecida com uma fêmea que ele vai tentar acasalar com ela satisfeito.

Esse comportamento intrigou Martin Schein e Edgar Hale da Universidade da Pensilvânia, e os fizeram questionar qual seria o estímulo mínimo necessário para excitar um peru. A fim de descobrir, os dois pesquisadores embarcaram em uma série de experimentos que envolveram remover, pedaço por pedaço, partes de um modelo criado para parecer com uma fêmea até que o macho perdesse o interesse.

Cauda, patas e asas foram todas removidas, mas ainda assim a ave amorosa caminhou em direção ao modelo e tentou copular. Os pesquisadores continuaram a remover partes do modelo até que restou apenas sua cabeça presa a uma estaca. Surpreendentemente o macho continuou a mostra grande interesse. Na verdade, ele preferia a cabeça presa na estaca que o corpo sem a cabeça.

Cabeças de animais reais funcionavam melhor, mas na ausência de uma o macho não hesitava em cortejar a cabeça feita de madeira que os pesquisadores providenciaram.

Procurando saber se o comportamento se repetia em outras aves domésticas os pesquisadores experimentaram a mesma idéia com galos. Suas observações podem ser encontradas no artigo “Efeitos de variações morfológicas de modelos de galinhas na resposta sexual de galos”.

18 – “Você iria para a cama comigo hoje à noite?”

Alguns dos homens que caminhavam tranquilamente pelo campus da Universidade da Flórida em 1978 foram abordados por uma bela mulher que dizia: “Eu tenho observado você. Te acho muito atraente. Você iria para a cama comigo hoje à noite?”.

Os rapazes provavelmente pensaram que se tratava de seu dia de sorte, mas na verdade eles estavam tomando parte involuntariamente num experimento criado pelo psicólogo Russell Clark.

Clarck convenceu os estudantes de seu curso de psicologia social a ajudarem-no a descobrir qual sexo seria mais receptivo a uma oferta sexual de um estranho. A única maneira de descobrir, segundo ele, seria ir para a rua e observar o que aconteceria em uma situação real. Instruídos por ele alunos e alunas saíram pelo campus fazem a proposta
a estranhos.

Os resultados não surpreenderam. Setenta e cinco por cento dos homens aceitaram a proposta (e aqueles que recusaram, em sua maioria, alegaram que eram casados ou tinham namorada).

Das mulheres abordadas, no entanto, nenhuma aceitou. Na verdade, grande maioria se sentiu ofendida e exigiu que o rapaz se afastasse.

Inicialmente o experimento de Clark foi rejeitado pela comunidade psicológica como sensacionalista, mas eventualmente ganhou aceitação e admiração por mostrar o quão discrepantes são as atitudes sexuais de homens e mulheres. Hoje é considerado um clássico.

19 – Eletrocutando o filhotinho

Quando Stanley Milgram publicou os resultados de seu experimento da obediência em 1963, a comunidade científica ficou abalada. Alguns pesquisadores acharam difícil acreditar que as pessoas pudessem ser tão facilmente manipuladas e iniciaram uma busca por algum erro de julgamento que Milgram possa ter cometido.

Charles Sheridan e Richard King teorizaram que talvez os voluntários estivessem colaborando por terem percebido que tratava-se de uma encenação. Para testar essa possibilidade os dois pesquisadores resolveram refazer o experimento original adicionando um novo elemento. Ao invés de usar um ator eles usariam uma vítima real que seria eletrocutada de verdade. Obviamente a experiência não poderia ser feita com uma pessoa, então eles decidiram utilizar um filhotinho.

Sheridan e King disseram aos voluntários – estudantes de um curso de psicologia – que o cachorro estava sendo treinado para distinguir entre uma luz forte e uma fraca. Ele teria que se posicionar à esquerda ou à direita dependendo do tipo de luz. Se ele se posicionasse de maneira errada o voluntário teria que pressionar o botão para dar o choque. Assim como no experimento de Milgram o choque aumentava em 15 volts a cada resposta incorreta, mas dessa vez o filhote realmente recebia o choque.

À medida que a voltagem aumentava o filhote começava a latir, depois a pular inquieto e, finalmente, a uivar em dor. Os voluntários ficaram aterrorizados. Andavam pra frente e para trás, ofegando e gesticulando com as mãos para tentar mostrar ao cachorro onde ele deveria se posicionar. Muitos choraram. Ainda assim a grande maioria, 20 dos 26 voluntários, continuaram a pressionar o botão até a voltagem máxima.

Curiosamente todos os seis estudantes que se recusaram a pressionar o botão eram homens. Todas as treze mulheres a participar do experimento obedeceram prontamente até o fim.

20 – A batida do coração durante a morte

Em 31 de outubro de 1938, John Deering deu a última tragada em seu cigarro, sentou-se em uma cadeira e deixou que um guarda colocasse um capuz negro sobre sua cabeça e pregasse um alvo em seu peito. Em seguida o guarda prendeu eletrodos em seus pulsos.

Deering era voluntário em um experimento, o primeiro do gênero, no qual teria seus batimentos cardíacos gravados enquanto era fuzilado por um pelotão de execução. A idéia foi do médico da prisão, Dr. Stephen Besley, que achou que o condenado à morte poderia prestar um serviço à ciência em seus últimos segundos de vida.

O eletrocardiograma mostrou que, apesar da aparente calma, o coração de Deering batia muito acelerado com 120 batidas por minuto. Quando o xerife deu a ordem para que atirassem o coração de Deering subiu para 180 batidas por minuto. Quatro balas atravessaram seu peito, arremessando-o contra a cadeira. Uma dos projeteis perfurou o lado direito de seu coração. Por quatro segundos o órgão teve espasmos. Logo depois teve mais espasmos. Então o ritmo caiu gradualmente até que, 15.4 segundos após o primeiro tiro, parou.

No dia seguinte o Dr. Besley descreveu a experiência à imprensa: “Ele parecia calmo. Mas o eletrocardiograma mostrou que sua aparente placidez escondia as verdadeiras emoções dentro dele. Ele estava morto de medo”.

- – -

De Elephants on Acid, Alex Boese.

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71 Responses to Os 20 experimentos mais bizarros da história

  1. Juan says:

    Certas experiências podem parecer cruéis. Mas ajudam e muito os cientistas em busca de encontrar a cura de doenças e formular respostas a respeito dos estranhos comportamentos humanos.

    • pedro says:

      podem parecer cruéis? então pq vc mesmo não faz um bem à humanidade e à ciência, deixando ser cobaia de experimentos como esses?

      • Ryann K. says:

        Porque para isso foram feitos os prisioneiros no corredor da morte. rs

        Cadaveres gratuitos.

      • Anti-moralismo says:

        Faz tu um favor, e pára tu e tda tua família de usar tdos os produtos farmacêuticos e manobras médicas criados apartir dessas “crueldades” q tás criticando como se fosses alguém além de um grande ignorante despreparado

    • ANONIMO says:

      Queiria saber se fosse com voce
      o q vc faria
      se te deiasen sem corpo mas almesmo tenpo vivo seu monstro
      te chipasem e contralasen vc
      por contrle remoto em?

      • Mostra desconhecimento sobre a ciência e vem com essa moral religiosa, aposta que é cristão. Bem, no dia que seu filho tiver problemas cardíacos e precisar operar, espero que o leve na igreja, e não num hospital. Pois lá é lugar de quem acredita na ciência. Só quero ver o milagre la da igreja salvar teu filho..

    • João says:

      Faça assim então..doe sua família…seus animais….doe-se para que possamos fazer experimentos…a nosso bel prazer…para talvez, quem sabe, um dia no futuro….várias pessoas possam usufruir de algum benefício….ou até mesmo conforto….

    • Nazaré Lima says:

      Desde que estas experiências sejam feitas com humanos não com os pobres animais.Ai sim sou a favor!

  2. Darkman says:

    muito boa a matéria.
    gostaria de saber se alguem já ouviu falar na experiência em que um homen foi amarrado e os cientistas informavam a ele que uma artéria sua seria cortada( sei la colocado uma agulha) e ele ouviria seu sangue pingando em um balde até morrer quando na verdade ele somente ouvia água gotejar.

  3. Daniel says:

    “Certas experiências podem parecer cruéis. Mas ajudam e muito os cientistas…”

    E muitas dessas experiências parecem cruéis e são totalmente inúteis.

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  5. Pingback: Os 20 experimentos mais bizarros da história | Alessandrolândia

  6. Mago da Mente says:

    19 – Eletrocutando o filhotinho:

    “(…)Curiosamente todos os seis estudantes que se recusaram a pressionar o botão eram homens. Todas as treze mulheres a participar do experimento obedeceram prontamente até o fim.”

    Esta foi a frase que mais me chamou a atenção, não sou cientista mas venho observando o comportamento feminino há anos. Eu já uspeitava de que as mulheres possuíam um “gene da submissão” e elas são muito mais sujeitas a obediência cega do que os homens, em outras palavras, as mulheres foram feitas para servir e obedecer. Já ouviram dizer que “Toda mulher é submissa.” ?

    Este tipo de experiência alimenta ainda mais a minha teoria. Gostaria de ver uma matéria ou experimento a respeito da submissão feminina.

    • misógino says:

      Acho que isso tem muito mais a ver com um gene de crueldade que um gene de submissão.

    • Peri says:

      Que eu saiba temos os mesmos genes que as mulheres. Levando em conta que a maneira com que homens e mulheres costumam ser criados é BEM diferente, parece mais provável que a submissão e obediência maior exercida por muitas mulheres é algo aprendido, e não biológico. Comportamentos violentos, agressivos ou desobedientes costumam ser muito mais recriminados pela sociedade quando levados a cabo por homens do que do que comportamentos da mesma natureza exercidos por mulheres. Mulheres criadas de outra maneira muitas vezes agem de outra maneira, mais rebelde, vide inúmeras feministas (umas famosas, outras não) e revolucionárias, como Dandara e Olga Benário Prestes. Então não fale tanta baboseira machista!

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  8. Luciano says:

    Tantos experimentos só mostram uma coisa: O homem ainda é um monstro inescrupuloso ao submeter os que ele erroneamente chama de seres inferiores da criação para satisfazer seu ego fantasiado de interesse científico. Espero sinceramente que tais eventos não ocorram nos dias de hoje, ou ao menos com maior respeito aos nossos irmãos menores. O único caminho é o amor, o restante vem por consequência.

  9. Davily says:

    Post excelente, muita informação curiosa e interessante em um só lugar.
    Tem experiências que são realmente interessantes, mas muito cruéis, na verdade td isso é uma grande experiência, da pra ver até que ponto o Homem pode chegar pra provar sua teoria. Somos muito sentimentais por um lado, e absurdamente frios por outro.

  10. Pingback: Veja de Tudo » Blog Archive » As 20 experiências mais bizarras

  11. Pingback: Você acredita em tudo que vê? «

  12. kadok says:

    Bizarro msm! hehehe ^^
    Mas algumas devem ser mals necessários. ^^

  13. Um aspecto que liga muitas destas experiências bizarras é o alto teor especista. Me parece que “cientistas” buscavam muito mais uma fama chocante sobre seu experimento do que realmente formular soluções para a sociedade.

    • Somebody Anybody says:

      Olha Vinicius, eu serei franco que é um pouco dos dois; é uma busca pela fama SIM, porém ao mesmo tempo é um pouco da curiosidade inata do ser humano com recursos; cientistas e bebês são criaturas semelhantes: querem saber de tudo, perguntam tudo, questionam tudo e se possível, tentam tudo. Normalmente a cabeça de um cientista é forrada de hipóteses e se você dá recursos coisas assim surgem.
      Quanto a formular soluções; soluções nascem de conhecimento que é primogênito dos conceitos. Experimentos – por mais bizarros que sejam – geram um conceito sobre alguma coisa. Quer um exemplo? Tomemos como base o exp. do peru; aparentemente saber que perus transam com qualquer coisa que tenha cabeça de fêmea é tão útil quanto a bicicleta ao peixe, mas, se um dia estivermos por alguma razão com um déficit mundial de excitação masculina causando um colapso populacional humano do qual industrias de viagra não conseguem suprir, tentar por essa regra “peruana” em humanos pode ser uma solução. Todo conhecimento é útil, até que chegue a vez dele.

  14. M. says:

    Essas experiências não passam de uma série de coisas absurdamente desnecessárias, em especial as feitas para provar a superioridade hora russa hora americana, para que o ser humano prove a sua capacidade e não seja considerado mentiroso quando apenas fala sobre tal assunto. Eu me pergunto por que os animais não podem tentar fazer algo assim com as pessoas, afinal há muito mais para ser descoberto em um cérebro humano, já que o mesmo é considerado tão superior.

  15. Junior21 says:

    e triste sim, mas tudo pelo conhecimento, sem o qual muitos de vcs estariam mortos ou nao teriam acesso, quem diz que essas experencias sao inuteis, ta de brincadeira, aquela do transplante e muito cientifico.

    • A experiência de troca de cabeça, foi uma das causas do desenvolvimento de soros anti rejeição de tecidos, hoje totalmente importantes para transplantes de órgãos e de sangue, que acabou salvando minha vida no passado. Devo tudo a esses homens.
      Espero que o filho de quem não gostou da matéria precisa fazer transplante de órgãos um dia. Quero ver a cara de hipócritas que farão.

  16. carlos says:

    Mago da mente,muito boa a sua teoria de submissão das mulheres,mas minha mulher nao gostou muito……….rsrsrsrsrs.

  17. Roz says:

    Uau, todas as mulheres são submissas, a mais pura verdade, afinal mulheres sempre foram consideradas iguais aos homens e nunca na história na humanidade foram condicionadas a obedecer já que praticamente não tinham outra escolha alem de se casar e ter filhos por séculos, por tanto a obediencia não pode ser um traço condicionado por uma sociedade que ainda é extremamente machista.

    Se fosse assim ainda haveriam traços de machismo na sociedade. Da pra acreditar nisso? hehehe… Idéia louca.

  18. Arion says:

    Tudo isso só mostra que o ser humano não é tão racional como dizem.
    Simplesmente fazem atrocidades, crueldades, transformam seres vivos em aberrações somente parar satisfazer seu próprio ego.
    E onde está Deus numa hora dessas???

    • Pois é né, cade Deus numa gora dessas, quando seu filho precisa de ajuda. Ainda bem que o Satanás ensinou (sarcasmo) o ser humano sobre ciência, agora podemos criar remédios, antibióticos, transplante, transfusão de sangue etc. Espero que você sofra um acidente horrível e escolha, is num milagre milagroso na tua igreja, ou pro hospital. Quero ver o tamanho da sua fé e da sua hipocrisia.

    • Guilherme says:

      Na verdade, isso mostra que o homem é sim racional, pois está sempre tentando descobrir e aprender mais e mais, diferente de animais, que apenas vivem.

      • Stéphanie says:

        Isso na verdade mostra que você acaba de deixar explícito que, o ser humano é mais importante do que um animal. Puxa, você não é um animal também? A nossa importância não é maior do que a dos animais, acho eu, muitos têm essa ideia na cabeça de que somos superiores, e por isso podemos tirar a liberdade dos animais… Triste.

  19. Nestonha says:

    kkk… Mulheres Submissas! Me pergunto eu com minha cabeça de vento a brisar o que uma lésbica ou gay teriam de conclusivo. Submissos, nem tanto ou em cima do muro? Huhauhea Decerto alguns diriam que “mutantes” como tais ( olha o processo! ) não entram no quesito humanóide. Hahaha… Vou fazer o teste do gay com tendência a desmunhecar ou não! Ou melhor, da lésbica querer brincar ou não de judô. Bem verdade que devem sim provar que o ‘AMOR’
    o qual a sociedade prega seja uma simples fachada para justificar determinadas atrocidades amais que não a cúpula com fins reprodutivos. Opções:
    1)Penso, eu homem cupulo com otro igual, logo é o amor! Isso parece doentio. Ou não?
    2) Já Homem cupula mulher, logo é o amor tb!
    Porém com sentindo de preservação. “Meu filho, morro por ti!” …porém… isso é visto como angulo certo quanto já criada uma minima sociedade já que o natural de qualquer animal que não civilizado (so conheço o homem eos Avatares nesse quesito hahaha), é cupular entre um e otro sem interesse de se enraizar( leia sentimento de posse).

    Concluo que a denotação “Amor” é uma ferramenta usada pela sociedade como tentativa de justificar uma dada crença, expressão ou fundamento afim de padronizar um meio comum.

    Essa herança vem desde o inicio do monoteísmo, quando o homem criou o único Deus, após seus lacuniosos momentos solitários pastoriando suas ovelhas, o fez desenvolver o ideal que o mesmo ocorria com ele, logo:
    Para um rebanho sempre haverá um pastor, e para um bando de pastores haverá um único ser supremo!

    Caramba! E tudo começou com a discussão da submissão feminina! Não camaradas não usei drogas pra viajar assim…huhuhuhu

  20. num interessa says:

    “Certas experiências podem parecer cruéis. Mas ajudam e muito os cientistas…”

    “E muitas dessas experiências parecem cruéis e são totalmente inúteis.”

    E outras tantas além de cruéis são extremamente idiotas e as pessoas que a realizam são muito…. mas muuuuito mais idiotas !!!!!!!!!

    Em vez de dar choque no pobre filhotinho, que tal fazer uma experiência dando choque no saco do cientista? Nessa, até eu apertava o botão até o fim!!!!

  21. Pingback: Os 20 experimentos mais bizarros da história « "Reality Show" – é isso que estamos vivendo…

  22. mimi says:

    aff…eu sou mulher e jamais faria atrocidades a um animal, mesmo que me mandassem ou me forçasem, eu nunca o faria. =/

  23. Pingback: 5 Experiências 2 Nações «

  24. Tarik Cesar Oliveira says:

    Os Psicologos estam esquecendo que vivem em uma sociedade, textes como aquele do “Você iria comigo para cama hoje” não podem ser reduzidos apenas a ideia de Homens são assim e mulheres são assim, cada sociedade tem papeis sociais diferentes para homens e mulheres. Em outras sociedades poderiam ter obtido resultados diferentes, deve se ter também uma analise Sociológica dos individuos.

  25. Filipe Weiss says:

    O fato de boa parte destes experimentos não ter alcançado resultados conclusivos e ter contribuído pouco para o avanço da ciência mostra a importância do respeito ao método científico que é pregado atualmente. Ele é mais lento, dificulta a aplicação da genialidade (visto que o erro é visto como insucesso, quando muitas vezes o erro é o sucesso acidental do experimento), porém, evita que certas ideias imbecis sejam praticadas.
    Um experimento que muito me impressiona é o Tuskegee. Ele não é bizarro em sua natureza, apenas visa a avaliar o curso natural de uma doença; contudo, saber que, nos EUA, no século XX, pós-Segunda Guerra, pacientes sucumbiam perante a Sífilis sem tratamento (o experimento continuou após a descoberta e solidificação do tratamento para erradicação do Treponema pallidum)… é realmente impressionante.
    O mais importante de se seguir o método científico é o fato de que, assim, ele pode ser contestado e, portanto, se imune a estas contestações, tornar-se uma verdade.
    Afinal de contas, de que vale uma teoria que, apesar de parecer evidente, não pode ser comprovada cientificamente?

  26. Gere says:

    Tenho uma dúvida a respeito do transplante de cabeça. É necessário cortar a medula ao separar a cabeça do corpo original. Tem como ao ligar a medula da cabeça na medula do novo corpo fazer com que o animal controle os membros do novo corpo? Porque pelo que eu sei lesões na medula não podem ser reparadas.

  27. lucas says:

    cada vez mais eu percebo a falta de respeito que o “homem” tem para com seus parentes evolutivos!! experiências malditas como essas mostradas só provam uma coisa: o ser humano é inescrupuloso e egoísta!
    dizem que experiências como a de arrancar o corpo de um cachorro e deixar a cabeça funcionando foram um avanço à medicina!!
    quer ver como a história muda?
    experiências horríveis também foram feitas com seres vivos pela Alemanha nazista! só tem um detalhe, os seres vivos eram crianças judias! experiências como injetar tinta azul no olho de uma criança pra ver se a cor muda… absurdo né?
    tem mais… quebrar a perna de uma criança várias vezes no mesmo lugar só para saber quantas vezes o osso se regenera… legal também né?

    o que? ficou abismado? mas não é para o avanço da medicina?
    HIPÓCRITAS!

    VAMOS PENSAR BEM!! O ser humano tem sim capacidade de testar algo que possa fazer bem à ele sem torturar outras criaturas, é só pensar um pouquinho mais!

    fica a minha opinião!

  28. Vanlaus says:

    vc acho q muitas coisas hoje que sabemos é por causa de uma ciência normal?
    sim,é crueu mais ce naum fosse isso ce acho que muitas coisas que sabemos nao seria possivel sem isso!!

  29. anão says:

    “Curiosamente todos os seis estudantes que se recusaram a pressionar o botão eram homens. Todas as treze mulheres a participar do experimento obedeceram prontamente até o fim.”

    Hoje sabe-se que o nucleo que conecta o prazer ao uso da força da autoridade nas mulheres é bem mais desenvlvido nas mulheres do que nos homens.
    Essa é aminha hipotese.
    Bem como disse um outro comentário acima, “as mulheres são amis submissas.”
    POrém acreditar na minha tese significa acreditar que seja possivel que elas estvissem tendo prazer ao eletrocutar um cusco (cachorro)

  30. Tico says:

    “Acho que isso tem muito mais a ver com um gene de crueldade que um gene de submissão.”

    I couldn’t agree more.

  31. rafield o nerd says:

    PORQUE PODEM FAZER ISSO COM OS ANIMAIS ESSES CIENTISTAS SÃO RUINS SEM CORAÇÃO E CONSCIENCIA, COITADO DOS CACHORROS PRAQUE MATAR MUITOS CACHORROS PARA SAUVAR A VIDA DO MAUDITO SER HUMANO, EU ACREDITO MUITO EM DEUS E ACREDITO QUE OS ANIMAIS SÃO COMO NOS SERES HUMANOS O CACHORRO POR EXEMPLO ELE SEMTE AMOR, DOR, FOME, CARINHO, ELES NÃO RACIOCINÃO COMO A GENTE POIS ELES NÃO FALÃO NEM TEM UMA MÃO PARA TRABALHAR, ELES SÃO COMO PESSOAS DEFICIENTES

    • R. says:

      Os cientistas não são ruins. Duvido que se você pudesse ir até o fim para satisfazer sua curiosidade, se você não iria. Lembre-se que ao dizer “maldito ser humano”, você está incluso.

  32. . says:

    ^
    |

    quanta ignorância, pelo menos desliga o caps e aprende a escrever direito (y)

  33. Denis says:

    Excelente a matéria! Já tinha lido antes, mas sem todas essas referências externas… Parabéns pelo site, faziam bem uns cinco anos que não acessava, achava que tinha terminado assim como o STR. Todo o trabalho está de parabéns!

  34. Críticas destrutivas não nos farão compreender os experimentos descritos aqui. Hoje, temos experimentos tão quanto cruéis e no entanto, quase ninguém sabe.

  35. Leandro says:

    Isso é só uma parcela do que sabemos do passado. Fico assustado em pensar em outras possibilidades, e até mesmo em nossos dias o que estão fazendo por aí. :S

  36. Martin Juan says:

    Hoje em dia ele fazem coisa pior. Só que não é publicado para o povão.

  37. Bianca says:

    Realmente, os humanos apresentam idéias banais! São totalmente inexcrupulosos, pq naum se contentam com a vida, do jeito q ela é? Se nós não fossemos tão ambiciosos de tornar a nossa sociedade cada vez mais “desenvolvida” quem sabe, a humanidade não sofresse com tanto mal! Doenças, poluição, desastres naturais? Não seria muito mais simples não termos inventado tudo isso, do que tentar hoje desesperadamente achar uma cura pra tudo isso? Câncer, cada vez mais frequente devido aos alimentos que ingerimos, do ar que respiramos? Pra que encontrar uma cura, se sabemos muito bem que devemos cuidar da nossa saude desde já? Os automóveis, que mais se pode considerar como uma arma, somos simplesmente seres estúpidos, e descontamos agora nossos erros, nesses pobres animais! Pra que tanta covardia? Se acham realmente necessário o uso de cobaias, por que vcs próprios não se candidatam a um? Sacrificam suas vidas por um bem comum? não é isso que pensam? ninguém peguntou para o pobre animasl se ele gostaria de participar de show de horrores, não importa se são animais irracionais, mas possuem os mesmos sentimentos familiares, dores, emoções! Bando de estupidos. PS: Não estou generalizando, existem aqueles que ainda se salvam nessa sociedade tão banal em que vivemos, me desculpe pela ignorancia.

  38. Andrea L. Diniz says:

    Tantos experimentos só mostram uma coisa: O homem ainda é um monstro inescrupuloso ao submeter os que ele erroneamente chama de seres inferiores da criação para satisfazer seu ego fantasiado de interesse científico. Espero sinceramente que tais eventos não ocorram nos dias de hoje, ou ao menos com maior respeito aos nossos irmãos menores. O único caminho é o amor, o restante vem por consequência.

    REPITO A FRASE DO LUCIANO, ASSINO EMBAIXO E FAÇO DELA MINAH PRECE, UM DESEJO QUE POSSA SER REALIDADE!!

    Andrea.

  39. victorino says:

    pessoas que fazem isso são um lixo organico…Pessoas que concordam ou ser uma cobaia são piores que um lixo.Eu me pergunto para seres pateticos com eles, para que estão no mundo.Para ajudar a destruição chamada de “TERRA ” ou ” inferno” pessem sobre isso e vamos mudar,mesmo que seja pouco isso vai ajudar no futuro,talvez….Ou esse planeta esta amaldiçoado pelo lucifer, e não governado pelo deus…

  40. Joice says:

    Não precisa ser um geio da psicanalise pra notar que o que mais tinha nesse hall de cientistas eram curiosos. Digo mais curiosos doentes.
    Bom como a pesquisa de obediencia mostrou o que falamos e pensamos que somos capazes de fazer é diferente da realidade pricipalmente a frente de uma possibilidade unica.
    Bom, o que realmente mem incomoda é a mascara de arrogancia usada por muitas autoridades para fundear essas experiencias. Por favor, nem cientistas nem politicos tavam pouco se lixando pros beneficios humanos desses projetos, isso foram consequencia. O que importava era matar a curiosidade e massagear os egos de quem conduzia os experimentos alem de demonstrar possibilidades de grandezas pra quem financiava.

  41. ana paula says:

    tudo em nome da ciência. que ridículo!
    discutem entre si e não veem que as vitimas somos nos.
    mas por que se importar são só seres humanos ?que mal ha?
    daqui a pouco pode ser o filho,a mãe,o pai e ate mesmo você ,ou eu?ah;qual e?isso não e importante.
    tudo em nome da ciência!!!!!!!!.
    esse grito ecoa a seculos .e nos meros cidadãos desprovidos de conhecimento enredados em governo positivista.que nos torna
    não mais que vira latas,quietos e obedientes e quando ousamos granir ,somos punidos e o medo dessa punição nos anestesiou .e criou essa sociedade doente ;leprosa com chagas purulentas ;e o que e pior nem sabe disso .pobre sociedade da qual sou parte.
    só me resta fazer um pedido ,faça sua parte e construa um pais melhor ? ação e o que eu cobro de você façamos jus aos caras pintadas ,lutemos pelo que e nosso.
    o governo não dita,a ciência não dita e ponto final.
    quem dita as regras somos eu e você que vivemos e passamos o que eles experimentam.

  42. renan says:

    o teste de “Obediência” na verdade é teste de maldade eu vi uma reportagem
    refazendo esse teste vendo ele em video eu acho que mataria sim

  43. Pingback: Você seria capaz de matar alguém? • Aquecendo a Barriga

  44. Vanny says:

    Tudo que o ser humano faz são por 3 coisas básicas que ele faz desde um bebê: Curiosidade, amor e conhecimento.
    A maioria dos cientistas são loucos sim no que fazem, mas é pelo simples fato de amarem o que fazem, e esse amor se tornar obsessivo e até prejudicar outros, mas também não deixa de ser uma evolução nas áreas científicas.
    Psicologia , por exemplo… Você vê hipnose por aí, e realmente funciona, eu mesmo já fiz. O fato é : precisa-se de alguém para testá-las.
    Precisa-se de alguém pra testar tudo, física e psicologicamente falando. E não vou falar de remédios e nem nada disso, até porque eu já estou falando de ciência…
    Então parem de dózinha e encarem a realidade de vocês serem humanos CURIOSOS TAMBÉM !

    • Walter says:

      Antes de ser curioso você precisa ser racional.
      Por que você não pula de uma ponte para ver se dói? Por que você sabe que dói e que isso não geraria benefício algum para alguém. Quando você realiza um desses testes, você se mostra um megalomaníaco, egocêntrico, e o pior de tudo, um ESPECISTA com máscara de conhecimento.

  45. Rodrigo Prado says:

    Engraçado tantas pessoas dizendo que é ridículo e tals! Acho até mesmo desumano alguns desses experimentos…mas sem eles a humanidade poderia estar em extinção…Um exemplo disso são as vacinas, onde vcs acham que foram testadas, quantas pessoas vocês acham que morreram nessas pesquisas; e realmente vocês acreditam que seria possível a vida hoje, com toda essa globalizaçao sem elas?
    Pois é, hipocrisia mata…cuidado!

    • Walter says:

      Estes processos científicos foram importantes naquela época, mas hoje existem DEZENAS de métodos alternativos onde vidas de animais não precisam ser desperdiçadas. Fora que é de uma grande ignorância utilizar animais que têm o organismo diferente do nosso quando se pode utilizar pessoas, por própria vontade ou dando algum benefício (como por exemplo diminuição de tempo de prisão ou perdão nos casos de condenados a morte).
      A utilização animal em experimentos NÃO É MAIS NECESSÁRIA,
      Parem de argumentar que “se não fossem esses experimentos blá blá blá”, esse período já passou, quem vive de passado é museu.
      IGNORÂNCIA MATA, CUIDADO!!!

  46. Walter says:

    Estes processos científicos foram importantes naquela época, mas hoje existem DEZENAS de métodos alternativos onde vidas de animais não precisam ser desperdiçadas. Fora que é de uma grande ignorância utilizar animais que têm o organismo diferente do nosso quando se pode utilizar pessoas, por própria vontade ou dando algum benefício (como por exemplo diminuição de tempo de prisão ou perdão nos casos de condenados a morte).
    A utilização animal em experimentos NÃO É MAIS NECESSÁRIA,
    Parem de argumentar que “se não fossem esses experimentos blá blá blá”, esse período já passou, quem vive de passado é museu.

  47. Nark says:

    As pessoas confundem o passado com o Presente.. julgam a crueldade mais na quela época não tinham conhecimento de nada e nem tecnologia para estudos..Mais nada da Ciência é jogado fora tudo é renovado porém com grandes Sacrifícios como foi nessa época.. Mais com esses estudos Ja avia na quela época descoberto coisas que ninguém sabia e agora passou em gerações e sabemos mais ainda sobre a respeito do que antes. tudo mudou então não esquentem a cabeça porque passado é passado e o presente agente faz agora..

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