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25 de junho de 2004 Comments (4) Views: 2167 Fortianismo, Geral

A Grande Esfinge: Alinhamento Cósmico

A Grande Esfinge: Alinhamento Cósmico



Construída há mais de 4.000 anos, as mais diversas fantasias já foram inventadas a respeito da Grande Esfinge. Muitas lidam com seu posicionamento e alinhamento em relação a constelações, pólos, continentes… Mas no terceiro milênio, a profecia se cumpre. A Grande Esfinge contempla o círculo sagrado que domina o mundo.



A Esfinge venera a Pizza Hut, construída à sua frente, a algumas centenas de metros ao norte.



Localizada no segundo e terceiro andar (no térreo há também a KFC), permite uma visão quase perfeita face a face com este monumento milenar.



Os Antigos Egípcios sabiam que a Era da Pizza chegaria.

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4 Responses to A Grande Esfinge: Alinhamento Cósmico

  1. cesar moreira pinto disse:

    Mori, que tal fazer uma análise MATEMÁTICA sobre o texto a seguir. Saliento que não estou tendo a possibilidade de colocá-lo na lista da UFOBURNS, não entendo porque. Somente recebo as mensagens mas não consigo respondê-las. Tembém seu endereço em ENIGMASONLINE me retornou. Estranho né?!
    Bem, segue o texto para você e seus leitores, mas não vale ser tendencioso, ok? Senão puxaremos sua orelinha.

    INDAGAÇÕES SOBRE UMA TECNOLOGIA ESQUECIDA

    A RELAÇÃO DE SER OU NÃO ser GEOPOLÍMEROS OS BLOCOS MONOLÍTICOS

    DO COMPLEXO ARQUITETÔNICO DAS PIRÂMIDES

    O enigmático Egito aparece aos olhos do pesquisador por volta de 7000 anos atrás, já organizado, com seus panteões religiosos completamente delimitados, com leis, sistemas burocrático-administrativos, sistema militar e grandes vias de comunicação dotadas de postos de vigilância e de contrôle. Surge com uma arquitetura de ponta para a época, uma arte peculiar, leis morais e uma teologia místico-religiosa impressionante; ou seja, o Egito aparece bruscamente, porém já “velho”. Não conhecemos o seu desenvolvimento; não temos provas arqueológicas ou de outro tipo suficientes para explicar tal fenômeno. É evidente que o Egito teve origem e um desenvolvimento paulatino em relação a sua evolução como um estado, porém não o conhecemos; só temos notícias da sua decadência, a partir da IV dinastia. Esse é um enigma a ser desvendado no futuro das pesquisas. Já há um outro relativo a sua tecnologia, ou seja, até o presente momento não foram encontrados restos de máquinas(se as houve), ferramentas ou métodos que revelem as suas técnicas mais desenvolvidas. Provavelmente, isso se deve, em parte ao fato de que na antiguidade, a temática era religiosa e não comercialmente utilitarista como é o caso atualmente. Para um egípcio não importava o método ou o instrumental utilizado, o importante era a finalidade religiosa do empreendimento. Os instrumentos possivelmente tinham este valor: um valor instrumental descartável, não essencial. Provavelmente também se levava em conta o perigo que a divulgação para fins dúbios e não religiosos poderia causar a utilização destas “técnicas”… Do Egito, só se conhece, tanto a nível tecnológico como cultural, uma civilização em “involução”. Conhecemos a sua decadência a partir da IV ou V dinastias; ela se caracteriza por uma curva que desce e cuja origem se perde na noite dos tempos. Seguindo nossas indagações continuaremos com as referentes à Grande Pirâmide, “supostamente” construída na IV dinastia; um incomparável exemplo de uma tecnologia esquecida.

    Uma tecnologia egípcia…copiada ou apreendida!?!

    Indagações Sobre a Construção da Grande Pirâmide

    Quanto a Talha das Pedras:

    Os blocos de revestimento da Grande Pirâmide têm um erro no paralelismo das suas arestas de 0,05mm/m e uma separação entre eles de 0,05mm, ou seja, um contato tal que nem sequer a água podia passar pelas junções. O erro óptico angular é de 2”, o qual é comparável à precisão da lente telescópica do Monte Palomar, no Estados Unidos. O erro de paralelismo do sarcófago de Xesóstris III, em granito, é de 0,03mm/m, índice que representa, hoje, o limite das nossas possibilidades, já que o coeficiente de dilatação das pedras a 20ºC é de 0,3mm/m/ºC, ou seja ao trabalhar a pedra, temos que contar, de antemão, com essa variação, alheia as nossas máquinas. “O polimento era tão perfeito que as pedras refletiam imagens.”

    Transporte dos Blocos:

    Ao Transportar um bloco da Grande Pirâmide para o museu de Nova Yorque, foram utilizados guinchos e cabos de aço que deixaram profundas marcas nas pedras. Nos blocos da Grande Pirâmide não há sinal dos cilindros que supostamente os transportaram. Até que os mesmos surgissem naquele local da construção, como que viajado pelo ar ou coisa parecida… A Grande Pirâmide tem 8 milhões de toneladas. Vamos ver o número de dias que os egípcios necessitariam para construí-la, partindo do princípio de que o peso médio de cada bloco é de 10 toneladas e que conseguiriam colocar 10 blocos por dia, coisa aliás muito difícil. Então, o peso total diário seria de 10 blocos, pesando 10 toneladas cada um, o que é igual a 100 toneladas colocadas por dia. Se dividirmos 8.000.000 de toneladas da Grande Pirâmide pelas 100 toneladas/dia, obteremos os dias de que necessitariam para construir a pirâmide atribuída a Quéops: 80.000 dias, que divididos por 365(1 Ano) dias, darão 200 anos. Parece-nos um pouco insólito: um Faraó enterrado na sua suposta tumba já em cinzas. Outro problema é o da quantidade de gente que seria necessária para transportar um grande bloco por rios, vales e montes, puxando simples cordas. No Egito, há rochas de 200, 500 e até mais de 1000 toneladas, supondo que 1 homem consiga arrastar, em condições normais e durante várias horas, 50kg e se ao dividirmos as 500 toneladas de um bloco pelos mesmos 50kg, seriam então necessários 10.000 homens para puxar esse monólito. Se admitirmos que puxavam o bloco em filas de 4, formariam então filas de 3Km de comprimento cada uma, o que parece ser uma aberração. No Egito Antigo não se conhecia o cabo trançado de cobre, latão, ferro ou qualquer outro tipo de metal segundo as pesquisas até o presente momento. Usava-se para isto a Fibra da Palma do Nilo como cabo de arrasto.

    Sendo assim, calcula-se que, para que a Fibra da Palma do Nilo resistisse a 500 toneladas de tração, ela teria que ter uma espessura de 4m de diâmetro por 3km de comprimento. Isso significa que ela pesaria tanto quanto a próprio bloco a ser puxado. Assim, quanto mais peso, mais homens; quanto mais homens, mais cabos; quanto mais cabos, mais peso; quanto mais peso, mais homens e assim por diante, ou seja sem equilíbrio ou solução. Além disso, o Egito não dispunha de tanta gente para esses empreendimentos. Suponhamos que teria, nessa época,

    4 milhões de habitantes, 1milhão no Alto Egito, outro no Médio Egito e 2 milhões no Baixo Egito. Disporia então na média de aproximadamente 2 milhões de habitantes com condições físicas para construir as Pirâmides, sendo que desses 2 milhões provavelmente a metade seria de mulheres, restando-nos assim 1 milhão de pessoas do sexo masculino dos quais uns 200.000 seriam deslocados para a função de policiar os trabalhadores e a população, já que se supõe que eram escravos na sua grande maioria e que trabalhavam coagidos neste empreendimento, sendo assim seriam necessários muitos soldados vigiando a situação devido ao fato de que um trabalhador naquela época com um pedaço de pau e uma pedra na mão era tão hábil quanto um soldado ou um guerreiro com uma lança. Continuando o raciocínio, teria de haver

    aproximadamente uns 500.000 soldados protegendo as fronteiras ou em campanhas militares, já que o Egito estava sempre em constantes disputas territoriais contra os Hititas, Núbios, Citas e por aí a fora… Restam-nos então 300.000 trabalhadores escravos de efetivo, sendo que possivelmente 90.000 desses talhavam os blocos nas “pedreiras”, uns 120.000 transportavam-os, e provavelmente outros 90.000 para levantar todo o gigantesco complexo arquitetônico…

    Parece-nos ainda assim, que esta quantidade seria insuficiente para tamanha operação, mesmo que supostamente seja atribuída o tempo de construção do projeto, em torno de 20 anos.

    E mesmo que o tempo de construção fosse de médio prazo, como fazer para suprir, abastecer e manter uma enorme quantidade de pessoas envolvidas em um mesmo empreendimento por mais de 10 anos, naquela época e naquelas condições a que os egiptólogos atribuem. Enfim, temos que repensar com franqueza e a mente aberta sobre quantas certezas temos e quantas são as nossas dúvidas quando falamos desta civilização que transcendeu a todas as outras no seu tempo…

    Abraços

    Nelson M. Pinto / Cesar M. Pinto

  2. marcelo disse:

    Tá sem resposta o tema anterior até hoje? rsrsrsrsrsrs
    É… tem coisa que deixa toda certeza (e ceticismo) com incertezas rsrs. Nada no mundo é tão carto, nada tão pontual e o homem é homem pela dúvida que ele trás consigo.
    Marcelo

  3. Orlando McDemas disse:

    É realmente muito simples sermos céticos ou seja facíl,dificil é acreditarmos verdadeiramente em algo,e independente do que os outros pensem,continuarmos convictos em nossas crenças!!!Falei…

  4. Rob disse:

    National Geographic – Os Enigmas da Grande Esfinge
    O Natgeo exibe na sua “Semana Especial: Os Segredos da Antiguidade” o documentário “Os Enigmas da Grande Esfinge”. Nele, discute-se como as ações do homem e as forças da natureza ameaçam destruir a Grande Esfinge. Para salvá-la, os cientistas precisam descobrir como e por que ela foi construída. Sonhos alucinógenos, sacrifício humano e alinhamento solar são algumas das pistas para a solução dos enigmas da Esfinge e para o resgate desta maravilha da humanidade.
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    Formato: Avi
    Audio: Dublado
    Qualidade: Boa
    Tamanho: 290 MB
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