“Foi quando ele começou a declarar que não só acreditava em fenômenos paranormais, como ele próprio era um paranormal e que sabia fazer coisas incríveis como materializar pedras, transpirar perfumes pelas mãos, entortar talheres entre outros coisas. Nesse ponto resolvi pesquisar sobre essa pessoa e descobri que ele morava aqui em Santos! Não tive dúvida, encaminhei à lista do CA um convite para nos encontrarmos para que ele pudesse demonstrar o que alegava fazer”.
Continua em: O Bruxo de Santos

Um maravilhoso exemplo de ceticismo investigativo, exercido com respeito e seriedade. Uma pena que o “paranormal” fosse o que resultou ser, mas isso não diminui o mérito da ação.

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