gemeosmengeledsa

É um título digno de um livro de ficção, e a história mirabolante pelo visto bem deve ser. Em “Mengele: o Anjo da Morte na América do Sul”, o jornalista argentino Jorge Camarasa defende que o médico nazista Josef Mengele seria o responsável pela alta incidência de gêmeos na cidade de Cândido Godói no Rio Grande do Sul. A história foi notícia pelo mundo, principalmente através de tablóides britânicos.

Enredo surpreendente, há pouca base para defendê-lo e muita para questioná-lo. A BBC Brasil cita o o geneticista Sérgio Danilo Pena, professor titular de Bioquímica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), segundo o qual a tese levantada pelo livro é "patética".

"As experiências nazistas, além do enorme custo humano, nunca produziram resultado com veracidade científica. (…) Em Minas Gerais, também há uma cidade com alta incidência de gêmeos e Mengele nunca passou por lá", disse Pena.

O Estado também consultou mais especialistas igualmente céticos, assim como o Terra. Internacionalmente, a New Scientist também citou a geneticista Ursula Matte, que pesquisou a “cidade dos gêmeos” em 1994 e descobriu evidências de que o fenômeno teria raízes genéticas.

De especial relevância é notar que o nascimento de gêmeos a taxas acima do comum continuaram ocorrendo mesmo muito após a morte de Mengele, na década de 1990. “Que tipo de manipulação de longa duração poderia ter sido perpetrada?”, pergunta Matte.

Tudo sugere fatores genéticos e não uma interferência externa na década de 1960 por um criminoso de guerra.

Comments

  1. Esqueçam essa estória deste psicopata chamado Mengeli. Nem cientista ele era, de verdade. Que homem da ciência é este, que injeta corante nos olhos de víttimas indefesas, pra ver se muda de cor, colocava pessoas nuas no frio congelante, para ver o quanto resistiriam e outras maldades? Qualquer imbecil sabe no que dá essas monstruosidades, né? Essa coisa não passava de um psicopata sádico. e não faria esta maravilha da natureza que acontece em Cândido Godói.
    ISTO É OBRA DE DEUS. PARABÉNS, CANDIDO GODÓI!

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