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  1. Ricardo, não sou um cético profissional, mas várias coisas saltaram aos olhos ao ver este vídeo. Aí vai uma pequena análise amadora mas que achei interessante:

    1º: Perceba que em quase todo o momento a área com o “duende” é focalizada pela camera, mesmo que as pessoas se desloquem; e mesmo quando a camera se move, ainda assim pouco se afasta do “duende”.(Vi semelhança no comentário deste vídeo http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=868)

    2º:Veja que o “duende” está encostado na parede como um boneco(engraçado,não?), meio caído de lado. E interessante: no 6º segundo, percebe-se que ele senta-se, mas volta a se encostar, como se dissese “Ops, não é a minha cena, foi mal!”

    3º:Uma pergunta: como tanta gente não poderia perceber um objeto daquele tamanho encostado numa parede no meio da sala, bem do lado daquela “coisa” iluminada? Se tivesse no meio de outros objetos do mesmo tamanho, até daria para entender, mas naquele local a parede estava bem vazia e iluminada!

    4º:Ele “decola” semelhante a um boneco com um fio amarrado às costas (não diga!). Ele chega até a balançar um pouco.

    5º: Bem, eu estranhei um pouco a reação das pessoas. Achei um pouco “panico precipitado”, pois mal viram o “duende” e já começaram a gritar e correr, como se já soubessem de antemão o que era. Creio que a reação mais natural da curiosidade humana seria a de se afastar um pouco, estranhar o objeto, e só depois correr!

    Bem, tudo isso, aliado à má qualidade da gravação e a um certo jogo de luzes no local, é suficiente (acho)para se fazer uma fraude digamos, interessante, usando objetos simples como um boneco, um fio de nylon e uma camera de celular. Enfim, espero ter sido esclarecedor, ou ao menos convincente!

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