Clique na imagem para conferir o original em sua glória de 12 megapixels e mais de 2 Mb de tamanho. Como o próprio nome do arquivo confessa, é uma imagem “photoshopada”, editada digitalmente, em que a coluna de apoio foi apagada. Isto é, o disco é bem real, apenas não é voador. A imagem é especialmente interessante porque, à primeira vista, parece completamente digital. Ou, pelo menos, esta é a impressão que tive ao vê-la. O disco pareceu algo pequeno, ou artificial, ou de toda forma, qualquer coisa menos um disco real de tamanho considerável naquele cenário. Mas, repetindo, o disco é real e deve ter vários metros de tamanho, ainda que eu não saiba exatamente o que seria — não é uma caixa d’água, e estou inclinado entre uma torre de luz ou de som.
Anos de exposição a filmes com computação gráfica podem ter criado uma falsa noção do que é real ou não, mesmo ao cético. Mas confiar apenas em seus olhos e um “feeling” do que é real ou falso não é uma atitude nada cética, ainda que seja para professar sua descrença em algo.
Um outro exemplo de como nosso “feeling”, nossa intuição, mesmo “cética”, pode ser falha são as imagens tomadas com lentes móveis. Simplesmente porque têm diferentes partes com focos diferentes, e porque estamos acostumados a ver tais efeitos em fotografias de objetos pequenos, temos a impressão de que mesmo cenários grandes são apenas miniaturas. O fascinante é que tal efeito por ser aplicado mesmo a uma imagem comum, digitalmente. Também parecerá uma miniatura, simples assim.
Não confie em seus olhos, principalmente se for um cético.
[via alt.binaries.ufo.files, enviada por “Ringo”]

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