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OVNI Gigante fotografado por Satélites?

A Perda da Phobos-2

15 de agosto de 2009 Comments (28) Views: 5961 Ceticismo, Fortianismo

O Pilar de Ferro de Delhi

"No átrio de um templo em Délhi, Índia, encontra-se um pilar construído com pedaços de ferro soldado, que há mais de 4.000 anos está exposto às intempéries, sem que mostre o menor vestígio de ferrugem: pois está livre de enxofre e fósforo. Temos aí uma liga de ferro desconhecida, proveniente da Antigüidade". – Erich von Däniken – Eram os Deuses Astronautas?

Ao ler atentamente o trecho acima uma pessoa pode ficar confusa: se a coluna é de ferro "livre de enxofre e fósforo" e está no átrio de um templo em Nova Délhi, como pode ser uma "liga de ferro desconhecida da Antigüidade"? Felizmente, nós não precisamos (e em verdade não devemos) nos limitar ao traficante de mistérios suíço.

O pilar de ferro de Delhi tem em realidade pouco mais de 1.500 anos de idade. Com inscrições indicando que louvava o rei Chandragupta II (373-413), acredita-se que havia originalmente em seu topo uma imagem do deus hindu Garuda (deus-pássaro). O pilar revela o notável estado de desenvolvimento da metalurgia indiana da época dos Guptas (300-500), porém como diversos estudos demonstraram, não há nada de sobrenatural nele — ele não é de "ferro 100% puro" nem é uma "liga de ferro desconhecida da Antigüidade".

As explicações para o pilar de ferro estar de pé por mais de 1.500 anos dividem-se em duas categorias: as condições ambientais e o material do pilar.

Já em uma edição da Nature de 1953 estava publicado um trabalho de JC Hudson onde amostras de aço e zinco foram expostas ao tempo em Delhi, perto do pilar, e também em outros locais para uma comparação. As amostras em Delhi mostraram pouca corrosão. Durante a maior parte do ano, a umidade relativa na área é inferior a 70%, por meses significativamente inferior. Durante a maior parte dos últimos 1.500 anos o ar também não esteve contaminado por dióxido de enxofre.

O trabalho do professor Ulick Evans pode chamar mais a atenção. Publicado em 1960, em parte da pesquisa pedaços do pilar de Delhi foram expostos a um ambiente industrial moderno poluído — e corroeram-se rapidamente. Assim, o ambiente onde está o pilar é um dos fatores determinantes para que ele ainda esteja de pé.

Por outro lado, seu material também é um dos fatores. Ao contrário das precisas informações de Däniken, ele contém fósforo e muito pouco enxofre, levando a um ferro mais resistente à corrosão (mas, como constatado, não tão resistente assim). A baixa quantidade de enxofre parece se dever ao uso de carvão vegetal ao invés de mineral para a siderurgia, enquanto a adição de fósforo parece intencional. Dizer que ele "não apresenta nenhum sinal de ferrugem" é enganoso, pois parte da resistência à corrosão do pilar deve-se justamente à ferrugem superficial, que forma um filme de superfície passiva (similar ao que ocorre no "aço inox", que em verdade oxida superficialmente).

Infelizmente o pilar de ferro de Delhi não é um artefato da metalurgia Atlante ou um presente alienígena inexplicável. É uma combinação feliz de um ambiente apropriado e uma liga de ferro bem-feita, mas não incrivelmente avançada. Em verdade, o pilar não é nem mesmo o único artefato de metal da época dos Guptas que resistiu até hoje.

Dizem que traz sorte abraçar o pilar de costas. Se você é um traficante de mistérios, abrace a lenda do inexplicável pilar de ferro indiano que não enferruja sem olhar para qualquer referência séria. Pode trazer algum dinheiro.

– – –

Referências

– J.C. Hudson, Nature, 1953, Vol. 172, pg. 499.
– U. Evans, The Corrosion and Oxidation of Metals: Scientific Principles and Practical Applications, 1960, St. Martin’s Press, pg. 508
– J.C. Chaudari, Joswa, 1957, Vol. 5, No.1
– K. Daeves, Stahl und Eisen, 1940, Vol. 60, pg. 245.

Como citado em

Ashoka Pillar – alt.folklore.urban & Urban Legends 
Delhi Pillar – alt.folklore.urban & Urban Legends 
THE CORROSION RESISTANT DELHI IRON PILLAR – Dr. R. Balasubramaniam

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28 Responses to O Pilar de Ferro de Delhi

  1. […] crucial é adicionada. Infelizmente, é assim com todos os outros casos que já conheci. O pilar de ferro de Délhi está sim enferrujado, a Grande Pirâmide possui o nome do faraó Quéops inscrito várias vezes em […]

  2. ADILSON SANTOS disse:

    É com profunda infelicidade que volto á este site onde pululam idiotas e inferiores intelecto-morais aos borbotões para , defenestra-los didaticamente.

    O Mobralino proprietário do referido sítio, fala em ” Num templo de Delhi “, devo esclarecer que a Coluna de Ferro em questáo , está localizada em um lugar chamado Qutab Minar , que nada mais é que uma espécie de
    Monumento em homenagem ás vitórias militares do Imperio Akbar na Índia do século XIII . Náo tem nada de Templo , batráquio .

    Outra informaçao é que eu estive no local nos anos de 2002, 2006 e 2009 , e posso afiançar que NÁO EXISTE NENHUMA OXIDAÇAO
    NO REFERIDO PILAR , Ao contrário do que late o protozoário deste nauseabundo sítio infestado de pseudo céticos adestrados.

    Se o propriétário do Sítio , ao invés de repetir de forma autómatica o que sítios estrangeiros voltados ao ceticismo dogmático zurram , tentasse pelo uma vez em sua miserável vida pensar por si mesmo ( apesar de saber que isto é uma impossibilidade matemática ) , saberia que as condiçoes atmosféricas de Delhi sáo identicas por exemplo ás das Grandes e poluidas cidades do Mundo hoje em dia e
    o Pilar continua a náo se oxidar , desmentindo idiotas como ele .

    Uma outra questáo é, já que é tão facil reproduzir o artefato , pois sua tecnologia é sabidamente conhecida , até pelos primevos habitantes da India, por que náo vemos esta maravilha disseminada no nosso dia a dia ??

    Como , já havia dito , estarei sempre de prontidáo para destruir pseudo sabichóes da Internet , tais quais os deste sítio fugitivo desde tenra idade das Hostes escolares mais elementares .

    • Daniels disse:

      Parece que nuncas fostes numa escola. O que há de milagre num simples poste de ferro antigo. Temos espadas e outros artigos do inicio da idade do ferro que estão em museus e resistem até hoje, e nem por isso são um milagre.
      Pense antes de ofender aos leitores do site que, pelo menos a maioria, não acredita em infantilidades como alienígenas, fantasmas, chupa-cabras, e nem são seguidores das sandices do hoteleiro suiço.
      Se você está criticando o artigo é porque provavelmente acredita no surgimento milagroso do pilar não?
      Porque será que extraterrestres viajariam uma distância de anos-luz para trazer uma porcaria de um poste? porque já que o material é inoxidável e misterioso só poder ter sido trazido de outro planeta não? percebestes que não há como responder essas perguntas sem cair no ridículo.

      • Riko Aguiar disse:

        Muito bom, mas diga-me, filho, como datar uma peça de metal com precisão? Mesmo os supostos 1500 anos parecem-me bastante tempo; então me responda você ou qualquer um que esteja lendo isso: como, com ferramentas simples, misturar elementos químicos com precisão e fabricar uma peça inteira com este material em uma fornalha rustica de barro? Somente aquele que apresentar explicação de forma clara e específica tem credito para criticar as ideias de Daniken. Eu não as concordo nem discordo, só acho estupidez tachar uma nova ideia de falsa, baseado apenas em dogmas religiosos e ceticismo cientifico.

      • Marcelo disse:

        Nossa !!! Eu não sabia que era tão fácil fundir uma peça de ferro de sete metros de altura. É o mesmo que criar uma espada de oitenta centímetros.

        Obrigado, vou avisar às indústrias de ferro fundido que elas não fazem o mesmo por má vontade e não por não possuírem a técnica necessária a esse feito tão simples e corriqueiro.

    • Daniels disse:

      Você chama o dono do site de mobralino e idiota, mas não consegue nem acentuar e pontuar um texto corretamente! hilário isso.

  3. Solares disse:

    Hahahahahahahahahaha
    Valeu ADILSON..
    O dono desse site é realmente “…Ao contrário do que late o protozoário deste nauseabundo sítio infestado de pseudo céticos adestrados.””””

    Hahahahahaha

    Chupa essa !!!!!!

  4. FranklinPriante disse:

    é triste que pessoas gastem seu tempo criticando Erich von daniken,um dos maiores especilistas em ufo arqueologia, a ciencia que estuda fenomenos relacionados á presenças de seres de outras galaxias, daniken ao escrever seus livros conseguiu dar muitas respostas para os fenomenos extra terrenos, entre eles as visoes do profeta Ezequiel dos “anjos” querubins.
    Quanto ao pilar de ferro de delhi é um misterio que deve ser estudado por ufo arqueologos da mesma estirpe de daniken porque, se pessoas desqualificas como as que se viu acima continuarem a insistir em serem mais preparadas que os devidos especialistas estarão levando todo o tempo e conhecimento dos grandes cientistas por água abaixo!!!

  5. Sandro Albuquerque disse:

    Estive em Delhi e especialmente para visitar o Qutab Minar ou Qutub Minar como é mais conhecido. Realmente o pilar apresenta pouca oxidação, mas devido a produtos bastantes corrosivos que os zeladores do local passam no pilar para que o mesmo fique limpo. Inclusive tirei até fotos deles passando o produto e solicitando que as pessoas aguardassem o termino da limpeza.

  6. Sandro Albuquerque disse:

    Quanto a não existir oxidação gostaria de perguntar ao Adilson se ele vistoriou o pilar ao extremo para fazer tal afirmação. Até porque é proibido subir no pilar, somente é possível abraçar e tirar fotos.

    Eu vi pontos bem pequenos de oxidação e como estava de posse do meu binóculo pude observar também no topo do objeto alguns pontos maiores. Tanto que quando estive lá nas férias de julho de 2009 eles tinham colocado uma cerca com aproximadamente 1,50cm de altura para evitar que as pessoas se aproximassem do pilar para que o produto não lhes causasse algum dano. Inclusive tirei uma foto com o aviso em inglês.

    Tenha santa paciência…

  7. Sandro Albuquerque disse:

    Fotos com alguns pontos de oxidação bem nítidas.
    http://www.hostimageonline.com/images/pilardefer.jpg

    Foto da cerca. Essa foto foi obtida em um site de uma pessoa que foi em novembro de 2008. Posteriormente a encontrei em 2009 e passamos a nos comunicar via msn.
    http://www.hostimageonline.com/images/amigadevia.jpg

  8. terramarart disse:

    Por mais que haja oxidação… Pelo tempo que se encontra lá, ainda constitue um mistério não?

  9. joão barbosa dos santos neto disse:

    Adilson Santos, voce deve ser ZEUS, irei cuidar-me para não ser atingido por um raio!

  10. diogo disse:

    Tenha santa paciencia uma vírgula meu amigo… É claro que, independente da existencias desses pequenos pontos de oxidação, pela “idade” do pilar é impressionante o seu estado de conservação. Não deixa de ser assombrosamente intrigante.

    Mistério…

  11. […] // ]]> O trabalho do professor Ulick Evans pode chamar mais a atenção. Publicado em 1960, em parte da pesquisa pedaços do pilar de Delhi foram expostos a um ambiente industrial moderno poluído — e corroeram-se rapidamente. Assim, o ambiente onde está o pilar é um dos factores determinantes para que ele ainda esteja de pé. Por outro lado, seu material também é um dos factores. Ao contrário das precisas informações de Däniken, ele contém fósforo e muito pouco enxofre, levando a um ferro mais resistente à corrosão (mas, como constatado, não tão resistente assim). A baixa quantidade de enxofre parece se dever ao uso de carvão vegetal ao invés de mineral para a siderurgia, enquanto a adição de fósforo parece intencional. Dizer que ele “não apresenta nenhum sinal de ferrugem” é enganoso, pois parte da resistência à corrosão do pilar deve-se justamente à ferrugem superficial, que forma um filme de superfície passiva (similar ao que ocorre no “aço inox”, que em verdade oxida superficialmente). Infelizmente o pilar de ferro de Delhi não é um artecfato da metalurgia Atlante ou um presente alienígena inexplicável. É uma combinação feliz de um ambiente apropriado e uma liga de ferro bem-feita, mas não incrivelmente avançada. Em verdade, o pilar não é nem mesmo o único artefacto de metal da época dos Guptas que resistiu até hoje. Dizem que traz sorte abraçar o pilar de costas. Se você é um traficante de mistérios, abrace a lenda do inexplicável pilar de ferro indiano que não enferruja sem olhar para qualquer referência séria. Pode trazer algum dinheiro. Adaptado de : Cetiscismo Aberto, fenomenum […]

  12. […] e pesquisado boa parte das supostas provas que apresentou, concedendo que várias delas, como o pilar de ferro de Delhi, não seriam realmente um mistério “e podemos esquecer sobre essa coisa”, o clímax chega […]

  13. sou capaz de apostar disse:

    AUshuhjiUHUSDHUHSduhsaduhuahs

    Os comentários nesse site são os mais sem noção que já vi.
    Deverias criar um site só com as bizarrices que aparecem aqui. kkkkkk

  14. digo disse:

    Vocês que insistem em dizer que é um mistério: não leram a porra do post nao?!

  15. Henrique Finco disse:

    Prezados, a coluna de ferro de Delhi é feita de ferro com 100% de pureza. Não há nenhuma molécula sequer de qualquer outro elemento químico, como comenta o físico russo Yuri Filakov no livro “La novena cifra decimal”, encontrável em http://fialkov.multima.net/books/La-Novena-Cifra-Decimal/raw-text/index.html.
    Hoje em dia, com a tecnologia que dispomos, só é possível produzir ferro 100% puro em laboratório – e mesmo assim em pequenas quantidades. A coluna de Delhi permanece um mistério. Há quem advogue, como o próprio Fialkov, que ela seria parte de um meteorito…
    É importante ressaltar que não existe nenhum objeto (natural ou produzido pelo homem) que seja composto com 100% de pureza, seja de cobre, prata, ouro, alumínio, zinco, ou qualquer outro metal (o que também vale para os não metais). Ou seja: não existem elementos 100% puros, a não ser a pequeníssima produção feita em laboratório, para fins de pesquisa, o que é feito com custos altíssimos, o que inviabiliza sua produção em larga escala.
    Por outro lado, qualquer objeto produzido com metais 100% puros (seja qual for o metal), Ed extremamente resistente a qualquer tipo de corrosão, como físicos e químicos mundo afora já o demonstraram.
    Recomendo uma leitura deste livro de Yuri Fialkov para os interessados em saber mais. Ele está escrito em espanhol, o que certamente não será um dificuldade para vocês.
    Saudações, de Henrique Finco, Professor Doutor da Universidade Federal de Santa Catarina.

  16. Sebastião Alves disse:

    Quem tem consciência da existência dos aliens, não acredita em aliens. Acreditar é muito vago. Há pessoas que acreditam até em Deus e só ouviu que Ele existe. Não aceitar a existência dos extraterrestres com todas as evidências, mas aceitar a existência de Deus sem evidência alguma, a não ser o testemunho dos Hebreus que não apresentam nenhuma prova, é ter a mente bem estreita. Deveriam parar de assistir novelas, BBB, ouvir sertanejo universitário, pagode e outra pragas do tipo, e dar espaço para o pensamento. Estão bitolados desde a infância “menino, papai do céu ta vendo!”

  17. lorair disse:

    tá difícil!!!!!, a ignorancia humana é uma coisa assobrosa, se apegam em erros de portugues, em como as pessoas cuidam da limpesa de seus monumento, em até mesmo quem ensinou Deus a pilotar(matéria acima) , É MUITA TOLICE JUNTA, deveriam estar com CAIMBRA no cérebro pra pensar assim, AVANTE PESQUISADORES E UFÓLOGOS, sem as materias de voces, estas pessoas que criticam morreiam de tédio por suas mentes vazia, e visões limitadas, qualquer coisa que o governo ou religiosidades queira que eles acreditem eles ACREDITARM.

  18. lorair disse:

    POVO DO PLANETA AZUL,
    Os experimentos neste planeta nos primórdios da evolução humana deixaram um rastro anomalias genéticas na vida animal em geral, códgos que estão escondidos nos gene de cada um, um breve indício:
    – é totalmente natural a cídrome de Gigantismo?
    – é natural que criança venha ao mundo com aceleração na idade, que as células não se reprodusa mais rápido que a velocidade em que morram, ainda na fase da infancia (carácteristica de idoso)
    – uma ICÓGLITA, se viemos exclusivamente da evolução do macacos duas pergutas:

    * porque existe ainda hoje macacos sem evolução? não era pra existir em nosso meio homens em transições para o eréctos?

    * se a evolução é natural porque existe tribus vivendo como ha seus antepassados? há por que ainda não ouve contatao com homen branco!!!!!! ENTÃO CHEGAMOS A UM CONSENSO???
    PARA QUE NÃO ESTARMOS IGUAIS A ELES FOCE NESSESÁRIO QUE OUVESSE UMA INTERVENÇÃO EM ALGUN PONTO DA HITÓRIA DA NOSSA EVOLUÇAO NÃO É?!!
    isso é só aponta do gelo nágua.

  19. edson zampiri disse:

    o problema em questão é que alguns para demonstrar seu conhecimento outros sua crença ou seu vocabulario apurado so provam sua idiotice

  20. SERGIO DE OLIVEIRA disse:

    Interessante essa discussão sobre esse monumento indiano. Não precisam ofenderem-se sobre o assunto, por que, com certeza ele continuará lá por muitos séculos ainda.
    Não descarto a fonte de informações deste texto, mas existe realmente um mistério sobre a confecção do material. A prova sobre o tema encontra-se nas diversas opiniões sobre o assunto.
    Acho que o que realmente incomoda estes especialistas é o fato de existir um artefato tão antigo que desafia o orgulho do conhecimento técnico científico moderno. Irritantemente essa estrutura polêmica está lá, e continuará a desafiar as mentes de intelectos orgulhosos, que não admitem que alguma cultura muito mais antiga e, o que é pior, localizada em um país ainda em desenvolvimento, segundo os padrões econômicos adotados, tenha sido evoluída o suficiente para deixar esse suvenir de lembrança de sua era dourada.
    Nem os indianos sabem a origem daquilo. Ninguém sabe dizer. Existe apenas fábulas e deduções esporádicas com aparência científica. A prova disso está nos diversos artigos sobre o tema, cada qual com uma versão diferente.
    A única informação precisa que possuímos da história tem apenas 5 mil anos e olhe lá. E nem há discussões sobre isso, pois existem os documentos que podemos ver no museu, como exposto pela colega acima.
    Também sou cético sobre a existência de civilizações extraterrenas. E me pergunto qual a lógica de se deixar um pedaço de ferro de lembrança se você nunca irá voltar para ver e, pelas astronômicas distâncias existentes no universo a fora, fica muito complicada esta história de fazer turismo pelo cosmo. Cada um acredite no que quiser. Eu prefiro acreditar que deve ter existido uma cultura muito antiga e que desapareceu com o tempo, e isso tem lógica, pois bem sabemos o quanto é fácil para a natureza esconder cidades inteiras debaixo da terra, água ou florestas. Quem sabe, quando a tecnologia de pesquisa arqueológica evoluir mais, não encontram os vestígios de civilizações soterrados pelos milhares de edifícios e estradas. Afinal de contas, bem sabemos o quanto a espécie humana altera radicalmente o seu meio-ambiente, não é mesmo? Um abraço aos leitores, e tudo de bom!

  21. Átila disse:

    Pois é. A descrença total é prejudicial demais, fecha um grande leque de idéias e possibilidades. Por certo, o fanatismo também cega e confunde o discernimento. Mas acredito que algumas perguntas sempre devemos ter em mente, pois, cientificamente, enquanto individuos, somos o grão do grão… do grão do universo. Assim, entendo que é muito egocentrismo pensarmos que temos exclusividade de inteligência e genero “avançados” face a imensidão, que apostamos infinita, do universo. Se hoje não sabemos nem a sequencia completa do nosso DNA, que está dentro de nós, com farta oferta para pesquisa, não seria soberba demais descartar o tal artefato e sua incógnita funçã/origem/durabilidade com uma explicação minimalista?! Acredito em Deus, o que não interfere em questionar outras formas de vida, ao contrário, só enaltece a infinita sabedoria e amor a vida, cujos ensinamentos se reverberam com o mesmo sentido em diferentes formas e linguas e que vieram de tempos passados, cuja doutrina não separa genero/cor/crença. Penso que a “poda” e desmerecimento de novas idéias (com sentido positivo/evolutivo) é parte intriseca da nossa comunidade, pois do enfrentamento e da dificuldade sobresaem as grandes virtudes, as grandes descobertas e as grandes relvelações. Por anos, o cetismo calou e ridicularizou qualquer teoria fora da “cartilha científica”, felizmente, estamos evoluindo e o questionamento e proposta de idéias novas são muito bem vindos.
    abs

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