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Published on novembro 21st, 2010 | by Kentaro Mori

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Mistério do Míssil Fantasma solucionado: uma lição de história

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Um longo rastro de fumaça ligado o chão aos céus é uma visão inspiradora e aterrorizante. Inspiradora porque pode indicar o caminho para as estrelas em grandes foguetes tripulados. Aterrorizante porque foguetes também podem ser mísseis intercontinentais: em um apocalipse nuclear, vários destes rastros no céu lançando bombas seriam um sinal de que em alguns minutos, rastros similares de outros cantos do planeta teriam lançado ogivas em nossa direção. Seriam um prenúncio do fim dos tempos.

Motivo pelo qual um enorme rastro filmado pela equipe de televisão do canal CBS nos EUA próximo da Califórnia no último dia 8 de novembro colocou a mídia em polvorosa. “Misterioso lançamento de míssil ilumina o céu do sul da Califórnia”, alardeava-se enquanto uma série de apresentadores especulavam sobre o fato de que nem o Pentágono nem nenhuma autoridade confirmava ou negava que fosse um lançamento de míssil.

Seria um teste ultra-secreto? Um lançamento surpresa para defender o país de uma súbita ameaça? Estaríamos sendo invadidos? Por quem, ou… pelo quê? E afinal, como um foguete poderia ser lançado e visto por milhões em uma das áreas mais populosas de uma das maiores potências militares do planeta, sem nenhuma espécie de aviso ou mesmo explicação?

A explicação oficial veio quase um dia depois, e deve ser ainda mais surpreendente. O míssil não podia ser identificado porque não era um míssil, tampouco um foguete. Era um simples avião comercial trimotor MD11, vôo UPS902 de Honolulu, Havaí, a Ontario, Califórnia. Inacreditavelmente, a explicação oficial a este mistério talvez seja uma das explicações mais irrefutáveis da história dos mistérios.

“Míssil: Impossível”

Desde o início havia problemas na história do míssil misterioso. “Um míssil em vôo que [o piloto do helicóptero de TV] pôde rastrear por dez minutos?”, questionou o apresentador Jon Stewart, um comediante. A filmagem da equipe de TV realmente dura vários minutos, e o próprio piloto do helicóptero diz ter acompanhado o míssil por esse tempo. “Mísseis não viajam a  30.000km/h? Então dez minutos no tempo do míssil seriam 5.000km. Se fosse um míssil, já não deveria estar no Havaí depois desse tempo? Talvez esse míssil não seja realmente um míssil”.

A questão do comediante se mostraria correta.

Além de não se mover muito, o rastro e sua origem foram registrados por outras pessoas. Entre outros, estavam as fotografias capturadas por Rick Warren. Na sua série de imagens, como nas capturadas pela equipe de TV, nota-se que o que quer que gerava o rastro se movia ordens de magnitude mais lentamente que um míssil. Em certo ponto o rastro mais extenso e brilhante se distancia da fonte, que passa a deixar uma esteira mais curta e opaca.

É a esteira de condensação de um avião. Simples umidade do ar que se condensa com a perturbação dos motores da jato.

A imagem abaixo, uma composição de quatro imagens de Warren criada por Mick West, de ContrailScience, dedicado há muito a solucionar as confusões com esteiras de aviões, mostra a evolução ao longo do tempo tanto do rastro quanto de sua fonte. Note como a esteira começa mais brilhante à direita, e à medida que o tempo vai passando, se desloca para a esquerda. O rastro está sendo levado pelo vento. Ao mesmo tempo, a ponta do rastro, um ponto escuro, vai se tornando cada vez mais distante do rastro púrpura, enquanto também se move mais ao alto e à esquerda.

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E aqui está a beleza de viver em tempos modernos. Combinando os dados da posição em que Warren captou as imagens e os dados de radar completos do vôo UPS902, reconstruindo o ponto de vista através do Google Earth, obtemos isto:

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Os pontos mais negros no topo, indicando a posição da origem do rastro, combinam perfeitamente no tempo e espaço com a trajetória do vôo UPS902, em laranja. Também se pode ver mais claramente, principalmente na composição mais à esquerda, como o rastro é uma condensação que não se ergue verticalmente do chão ao espaço, e é ao invés um rastro horizontal, paralelo ao chão, que por perspectiva parece riscar o céu de cima a baixo.

West compara o efeito de perspectiva ao de linhas de transmissão de energia: todos sabemos que são horizontais, mas dependendo do ângulo em que são vistas, podem parecer verticais.

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Da mesma forma, um rastro horizontal no céu pode parecer vertical, como um lançamento de foguete, de certos pontos de vista.

Isso também explica por que o rastro no céu não provocou tanta comoção quanto deveria. Apenas do ângulo certo, capturado tanto pelo helicóptero de TV quanto por algumas outras pessoas, incluindo Warren, o rastro parecia vertical. Para outras ele seria apenas mais um rastro de avião no céu. Em 31 de dezembro de 2009, um outro rastro de avião foi confundido com um míssil, também na Califórnia.

Caso Encerrado

Ainda não convencido? O rastro também foi capturado de uma webcam no aeroporto de Los Angeles. A posição do ponto também combina perfeitamente com a posição do vôo USPS92 no tempo e espaço, e como um segundo ponto distante, permite uma triangulação que estabelece com segurança extrema a posição da origem do rastro. Exatamente a posição do vôo. Como se não fosse o bastante, imagens de satélite também registraram o rastro sendo movido em direção ao sul pelo vento, como as imagens captadas evidenciam. Novamente, Warren apresenta toda a evidência em seu sítio.

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Não há dúvida razoável de que o rastro foi causado pelo vôo USPS9o2. Era apenas um rastro de avião, visto em condições especiais.

Uma das questões que pode restar é por que o Pentágono não explicou o rastro prontamente, deixando que a mídia local e mundial especulasse sobre suas respostas evasivas. A resposta pode ser igualmente simples: o Pentágono só poderia confirmar que as imagens eram a esteira de um avião após analisar as imagens capturadas por civis e pela mídia, justamente aquelas que demoraram a aparecer. As imagens eram ao mesmo tempo a indicação de algo incomum, e tudo aquilo que poderia indicar algo de incomum.

Sem essas imagens tudo que o Pentágono poderia dizer era que seus sistemas de defesa e monitoramento não detectaram nada de anormal na região. Como de fato não havia nada de anormal, exceto um rastro particularmente brilhante que, visto de determinadas posições, parecia algo que não era.

Mais Uma Lição

Esteiras de avião estão entre as explicações mais comuns a eventos “inexplicados” no céu. São geralmente confundidas com meteoros ou reentrada de lixo espacial, já que parecem um rastro incandescente riscando o céu.

Aqui em CeticismoAberto, temos este caso de 2004, mais este ou este outro. Todos de 2004, pelo que deixamos de publicar tantos rastros de aviões, até que em 2008 abordamos este outro caso em Maracaju e Nioque, no Mato Grosso do Sul:

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“A descrição feita pelo repórter do site é parecida com o que viu Neuzeli: um rastro de fogo, semelhante a um cometa, que cortou o céu da cidade. Não havia nuvens, o que favoreceu a visão” – OVNI ilumina céu e intriga moradores de duas cidades

Ainda assim, as confusões são tão comuns que um outro caso recente não foi abordado aqui, pelo que o comentamos agora. Em setembro de 2010, uma “bola de fogo” vista do Leblon, Rio de Janeiro, foi explicada pelo astrônomo do Observatório Nacional, Ronaldo Mourão, como:

“O objeto visto é parte de um fragmento de uma nave espacial que pode ter sido decomposto ao entrar na atmosfera. Um pedaço de satélite ou foguete. Agora acho que está resolvido o mistério”.

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Mourão estava provavelmente errado, e curiosamente, um carioca anônimo citado ao final da matéria fornece a solução ao evento. “Não era uma bola de fogo e sim nuvens condensadas pelas turbinas do avião refletindo os últimos raios de sol do dia”, comentou.

Como diferenciar um meteoro ou reentrada de uma esteira de avião? A diferença mais importante é a duração do evento: enquanto rastros deixados por bólidos na atmosfera costumam se desfazer rapidamente, esteiras no céu podem permanecer vários minutos brilhando. Isto ocorre porque não possuem brilho próprio, não estão em combustão, mas refletem “os últimos raios de Sol do dia”.

O horário é outra indicação. Durante o dia, rastros de avião são iluminados pelo Sol, mas não chamam atenção porque todo o céu está claro. É o mesmo motivo pelo qual não vemos estrelas de dia: elas continuam a brilhar como brilham à noite, mas a claridade do céu as oculta.

Nenhum dos casos aqui envolvendo esteiras de aviões ocorreu à noite, mas quase todos ocorreram ao entardecer. O céu ainda estava levemente claro, mas como importante detalhe, o local de onde os fotógrafos filmaram os rastros luminosos já estava em boa parte na penumbra. O mesmo efeito ocorre ao nascer do Sol, mas como há menos pessoas observando o céu que ao entardecer, tais imagens são menos numerosas.

O efeito também pode ser registrado em plena escuridão da noite, mas dificilmente com esteiras de avião. A quem se lembre, e como certa ironia ufológica, o show de luzes pode ser espetacular com… rastros de foguetes de verdade.

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Atingindo uma altitude muito maior do que aviões, os rastros de foguetes podem ser iluminados pelo Sol e vistos a enormes distâncias, incluindo de áreas já em plena escuridão. Com isso o contraste se torna ainda maior, e fenômenos “misteriosos” como a espiral na Noruega em fins de 2009 ou a australiana em junho deste ano causam ainda mais confusão. É o mesmo efeito: rastros de partículas a grandes altitudes iluminados pelo Sol, gerando shows de luzes vistos do chão após o entardecer.

Esta é uma lição que muitos entusiastas da ufologia já aprenderam, mas para encerrar este longo artigo, aqui estão dois casos famosos que também podem ser explicados desta forma.

O primeiro é um vídeo tomado na China, em uma data não muito segura:

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Não é um rastro de avião ou foguete, mas um dirigível iluminado pelo Sol. Note como o vídeo também foi capturado ao entardecer.

E então, o que pode ser uma surpresa. Depois de tudo isto, reveja o único registro conhecido da onda de “foguetes fantasma” na Suécia em 1946:

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A fotografia tem sido interpretada como registrando possivelmente um meteorito, enquanto os contemporâneos pensavam estar vendo uma série de foguetes fantasma riscando os céus mesmo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Ufólogos costumam sugerir que a onda de 1946 na Suécia precedeu a invasão de discos voadores pelo mundo a partir do ano seguinte.

Como sugere o pesquisador americano Bob Sheaffer, no entanto, “não é surpresa que pessoas na Suécia, vendo o então fenômeno novo de rastros de condensação a alta altitude, por vezes os confundissem com foguetes ameaçadores lançados por uma grande potência ou outra”. Um rastro de condensação de um novo avião a jato seria mais fácil de fotografar que um meteoro, principalmente com as câmeras da época. E poderia ser algo tão novo e incomum que poderia ser interpretado como um “foguete fantasma”.

Mais de cinco décadas depois, mesmo moradores de zonas populosas que vêem aviões quase diariamente ainda os confundem com foguetes fantasmas, meteoros, lixo espacial ou… discos voadores.

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26 Responses to Mistério do Míssil Fantasma solucionado: uma lição de história

  1. Alvaro Rexs says:

    Só o fato do vídeo possuir 10 minutos já derrubaria a hipótese do “míssel misterioso”…

    Esse foi fatalizado; e quando não há mais dúvidas sobre a questão, meu terreno se extingue.

    Parabéns pela montagem dos fatos!

    Espero o próximo post, tomara que seja mais “cabeludo” que esse!

  2. Elton says:

    Mais um mistério resolvido.

  3. raph says:

    Viram, e quem resolveu o caso foi o comediante, hehe

  4. Bruno says:

    Boa matéria, as pessoas deveriam olhar mais para o céu, e quem sabe assim não aprederiam diferênciar satélites, aviões (e suas esteiras de condensação),etc…
    Tudo que brilha no céu sempre é ovnis ou coisas menos provavéis, o mais provavél sempre fica por último.

  5. Martinho says:

    Sugestão de post:

    http://www.youtube.com/watch?v=Xj0gLiqb7QI&feature=player_embedded#!

    Garoto é assombrado por colega que morreu a 5 anos atrás

  6. Samurai says:

    Pois é, parabéns mais uma vez Kentaro…. Quanto tempo até aparecer um ufólatra dizendo que essa não é a única explicação e propondo ou insinuando uma “explicação” ufológica sem refutar uma única linha do artigo? Falta Navalha de Okhan pra essa turma…

  7. Alvaro Rexs says:

    Samurai,

    Você menospreza os “ufólatras”, mas ao mesmo tempo é um “Cetiçólatra” que venera o deus Okhan e sua navalha enferrujada.

  8. Alvaro Rexs says:

    Tem certas notícias que são no mínimo curiosas:

    http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=26460968

    Eu acho incrível que há décadas nos filmes de ficção científica, essa tecnologia do “e-paper” já aparecia.

    A dúvida é:

    A vida imita a arte, ou a arte imita a vida?

    Fico seriamente intrigado como as coisas previstas há 20, 30, 40 anos ou mais tornam-se realidade.

  9. Samurai says:

    Você menospreza os “ufólatras”, mas ao mesmo tempo é um “Cetiçólatra” que venera o deus Okhan e sua navalha enferrujada.

    Voce está errado, eu não despreso ufólatras, apenas não os levo a sério e as vezes rio muito com eles…

    Quanto a enferrujada navalha, essa pelo menos dá resultados práticos, sua crença não.

    E quanto ao artigo, não vai refutar linha por linha?

    hehehehe Ufólatras são muito divertidos…

  10. Alvaro Rexs says:

    Leia o primeiro comentário do artigo e vai ver como refutei.

    E essa navalha véia, que hoje mais é uma gilete cega, não dá porcaria de resultado nenhum…

    Até o próprio messias dos céticos, vulgo Carl Sagan, mostra que esse estilete de doido não serve para nada (leia o livro ou assista o filme CONTATO).

    E quanto a tentativa safada de desdém que você tenta demonstrar, nada mais é do que assumir a inferioridade, tentando demonstrar um “ar” de sabedoria que não tem. E piora a situação se mostrando cínico, ao afirmar que não menospreza os “ufólatras”.

    E ainda por cima, completando, incita a discórdia, pois ninguém contestou o artigo de Kentaro. Mas você com seu “tesão” por “ufólatras” os convidou a participarem da briga que você tenta iniciar.

  11. sarthorius says:

    discos voadores= papai noel=coelhinho da pascoa.
    quem quiser acreditar que acredite, mas isso não faz as coisas se tornarem verdade.

  12. Alvaro Rexs says:

    Sarthorius,

    Concordo com você em partes… Realmente “quem quiser acreditar acredite” mas só discordo em você dizer que acreditar não transforma em verdade.

    O certo seria você falar que independente do que eu ou você acredite, a verdade será sempre a verdade! E quem quiser que corra atrás da forma que melhor lhe convir!

  13. Willams says:

    Vejam as fotos do profeta do século XX tem fenomenos sobrenaturaias espantosos ocorridos no decorrer desse século.

  14. Leandro says:

    Parabéns, mais um caso resolvido e muito bem resolvido! XD

  15. Magno says:

    Parabéns Alvaro, pelo execelente comentário.

  16. Magno says:

    Concordo com o Ceticismo Aberto na explicação dessa matéria. É simples verificar que isso não passa de um rastro de condensação deixado por uma aeronave e iluminado pelo Sol da tarde ou da manhã.
    Agora o que mais me admira nesse site, é a certeza de alguns que comentam aqui em afirmar categoricamente que o assunto UFOLOGIA é simplesmente uma piada.
    Eu não diria que E.T é um delírio coletivo, mas tambem não afirmo que é uma realidade.
    O fato é que existe coisas inexplicáveis desde a antiguidade até hoje, como por exemplo, as construções das pirâmides espalhadas pelo mundo, a cidade de Puma Punku, as estátuas da Ilha de Páscoa e etc. Com certeza eles não foram contruidos pelo antigo povo Árabe e muito menos pelos selvagens Americanos com a “tecnologia que dispunham.
    Então, quem os construiram e por que?
    Como até hoje essas perguntas não foram respondidas de maneira satisfatória, fica sempre abertas a teorias das mais variadas, entre elas a hipótese de E.Ts e do povo de Atlântida.
    Agora eu pergunto: Alguem aqui tem AUTORIDADE para me responder de modo INQUESTIONÁVEL quem construiu esses monumentos e por que?
    Se não, então todas as hipóteses são válidas, a menos que me provem que esses monumentos tambem são delírios coletivos e que eles nunca existiram.

  17. Magno says:

    Correção: O povo do Oriente Médio.

  18. bruno says:

    agora qualquer coisinha já é motivo para fazer um drama.eu moro perto de uma base aerea e vejo rastros de aviões a jato o tempo todo.

  19. thiago says:

    de acordo site com um alternativo a marinha americana confirmou que estavam fazendo teste com missil neste dia neste local , as informaçoes estão no site militar http://www.nga.mil

  20. pensador says:

    Gostei da explicação dadas obre o rastro misterioso, realmente não passou de um grande mal entendido e de um pouco de informação ^^

  21. Nuvvem Branka do Laddo says:

    Vcs repararam nas entrelinhas deste caso, passado numa das mais ricas regiões estadunidenses, seus interessantes aspectos (informações) militares?

    Vejamos…

    O que se sabe sobre o sistema de defesa americano é que ele possui o maior orçamento militar do planeta. Isso o transforma na maior e mais poderosa máquina de guerra planetária. Será?

    Como então q com seu sistema NORAD, de fasta abrangência, a tomada de decisão sobre esse caso (mediocre para verdadeiros profissionais da área) levou cerca de 24h.

    Fica óbvio q o povo civil americano está gastando uma fortuna para manter um sistema de defesa carregado de furos.
    Vide o 11 de setembro, ou a vitória erroneamente antecipada no Iraque, ou o fracasso na eliminação da cupula do Taliba etc.

    Há outras reflexões militares a serem geradas desse episódio aéreo banal, ocorrido na costa oeste norte-americana,
    porém deixo para leitores deste blog a agradável tarefa de obtê-las.

  22. paula says:

    Nossa muito bom , discrubiram a minha grande duvida … muito bom “

  23. Paludo says:

    Devemos lembrar que apenas önibus espaciais conseguem viajar a 30000KM/h isso quando já estão órbita fora do imenso atrito que o ar representa. Mísseis air-to-air conseguem viajar a mach 1(1234,8KM/h). Mísseis intercontinentais tendem a serem mais rápidos devido a praticamente saírem da atmosfera terrestre, mas dificilmente chegariam a uma velocidade assim.

  24. Pingback: Nuvem Triangular cai sobre Tóquio?

  25. Joao Guilherme says:

    Desde o começo onde achei a noticia ,: MISSIL FANTASMA , e ainda a imagem , como ´´e que rastros de avioes poderiam ter feito aquilo , pareciam misseis nucleares .

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